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Bienvenue Blog

O lugar secreto de escritos, artes, disparates, filosofias vãs, musicalidade de alma e merchan de segunda categoria.

As belas histórias dos libertos + divagações

por Laura SaintCroix, em 23.05.17

Eu percebi que, se algo não provocar em mim uma boa lembrança, eu não consigo usar ou usufruir por muito tempo.

Uma imagem ou música novas, por exemplo.

Ah, bonjour!

 

Então.

Imagens bonitas só pelo bonito em fotos de capa para o facebook. São coisas corriqueiras atualmente, a maioria das pessoas usa qualquer coisa que ache bonito. Eu não consigo fazer isso. Eu queria deixar algo estranho ou bonito, mas não acho, então até prefiro deixar sem nada do que deixar algo que não tenha um significado ou do qual eu não tenha lembrança.

Uma música nova.

Eu posso gostar de coisas que não fazem o meu tipo "por fora" se isso me despertar algo. Eu consigo ouvir músicas antigas do LAREINE de quando o KAMIJO estava aprendendo a cantar porque isso me causa uma sensação boa, tenho uma lembrança cheia de amor por essa voz que estava começando. Acho bonito. Consigo acompanhar de tanto que ouvi.

O mesmo aconteceu com Jeniva, do Sono. Eu ouvi repetidas vezes no fone de ouvido àquela criatura que estava começando (e mesmo assim, sem puxar saco, estava excelente, porque ele tem uma voz tremenda, puta que me pariu), então eu gosto de ouvir. Vamos lá, estou dizendo não no sentido de que isso seja um "favor", mas porque atualmente esses rapazes estão em bandas bem sucedidas e com carreiras formadas. São profissionais, eles mesmos iam dar um riso nostálgico ao ouvirem a si mesmos, hahaha. Eu acho uma gracinha. Às vezes desafinam. No caso do Sono, até "desafinando" fica bonito, hahaha.

Do KAMIJO eu gosto por um motivo muito, muito bobo (além do amor, claro): ele me lembra eu mesma quando estou cantando. Isso significa uma coisa não muito agradável, mas é como se eu ainda tivesse um pouquinho de esperança de um dia cantar e sair legal. Só não é meu rumo, mas eu gosto de cantar mesmo que saia horrível.

E do KAMIJO, sinto que ele está cada vez melhor. O single Castrato me surpreendeu de forma derradeira. Foi como se eu estivesse com saudade do poder que ele tem.

 

Gosto de ouvir aberturas de animes em gêneros que não gosto geralmente porque me lembram determinado anime.

Gosto de algumas músicas porque amigos especiais me indicaram.

Gosto de trilhas sonoras duvidosas porque me despertam lembranças, como a música do Impact, mecha do jogo Mystical Ninja: Starring Goemon.

 

E imagens, eu preciso de uma razão para gostar de ficar olhando. Tanto é que não uso muito coisas que eu faço para mim mesma. Amo fazer capas para os outros, mas as minhas são fotos sem resolução ou de blogs.

 

Só algo que estava reparando sobre mim.

 

Ah, e temos livro novo na Amazon!

 

cover_AS BELAS histórias dos libertos.jpg

Vocês não sabem o trabalho de caçar título para isso!

Mas saiu.

São contos sobre o que havia de comum em sete contos aparentemente aleatórios: a liberdade.

 

Sinopse:

Uma menina que se apaixonou e deseja que as pessoas possam ver as flores do planeta.

Outra menina que é a porta de liberdade na forma de palavras para alguém perdido.

Um solilóquio de alguém que não quer desperdiçar o que nos é dado de mais precioso dentre tudo o que há.

Gaia, Menina da Floresta, Somos protagonistas, Loucura e Lucidez e outros contos. Delicadas narrativas que se passam em cada canto dos corações humanos, ansiosos por se moverem de onde estão até lograr a expressão mais sincera do viver, a liberdade.

 

 

Espero que gostem. Se gostaram, leram, qualquer coisa do tipo, deixem uma resenha, duas palavrinhas do que acharam. Autor nacional sobrevive graças a resenhas, de milho em milho pra galinha encher o papo.

Muito obrigada.

 

LINK PARA O LIVRO: AQUI!!!!!

 

 


CASTRATO [カストラート]

por Laura SaintCroix, em 19.05.17

Bonjour!

Que na verdade é noite, mas e daí.

Ouvi finalmente o single do KAMIJO, Castrato, e vou dizer o que achei de cada música. É naquele esquema, não sou profissional e escrevo com base no sentimento transmitido. Ponto. Não vou fazer como fiz com o Matenrou porque é noite e eu não posso ligar o som alto. E apesar de ter gostado da experiência, eu acho que prefiro me habituar a música antes de falar sobre ela, para ter melhor assimilação. Não é uma resenha de primeiras impressões, é só uma resenha.

 

Castrato

A faixa título, que espera-se ser a grande faixa. E obviamente não dá para se decepcionar com o KAMIJO estando por trás disso, hahaha. A música é em Inglês, o clipe é como um filme, a sonoridade é a trilha sonora de um filme de vampiros. É impressionante! De início eu achei que em Inglês iria me incomodar, mas sabe o que é? EU AMEI O SOTAQUE DO KAMIJO. Sério, o acento dele e o modo de pronúncia estão tão interessantes e gostosos de ouvir que me deu o maior orgulho. Quero guardar o KAMIJO num potinho chamado "meu coração". A única coisa que me incomodou, e estou sendo sincera, é que em dado momento da música há uma mulher narrando. Eu não iria me importar se fosse uma intro, mas é no meio da música, interrompendo o fluxo. E a voz dela não é muito agradável também...

A letra da música continua a história de Louis, e agora, ao que vi, introduz a personagem de uma mulher, se entendi bem. Eu não sei a história a fundo porque me parece que é contada juntamente com panfletos de shows, e eu não os tenho. Mas a letra é incrível, eu decorei o refrão, hahaha. "Why don't you embrace me? Beauty is all you've got. My Art is history. Guiding you to amazing days. True presence comes to you. When you make up your future. Someone like me would light up your way. Cause they sang in Castrato." Eu não tenho palavras para o quanto essa música vai ficar na tua cabeça, hahaha. Para Descendentes da Rosa é uma música maravilhosa, que mesmo o KAMIJO tendo muitos anos de carreira, é uma coisa bem diferente.

 

-361-

ESSA MÚSICA LEMBRA TANTO NEW SODMY. Eu pensei que era só eu até conversar com minha amiga e ela comentar comigo "Nossa, me lembrou New Sodmy". É uma música aceleradinha, acho que a faixa que me lembra ela é algo entre Thirteen's in the beauty e Catwalk. E para ser sincera eu amei fortemente, hahaha. Adoro New Sodmy.

 

Battle of the tower -16-

Não sei qual foi a do KAMIJO com números nesse CD, hahaha. Essa faixa é a trilha sonora para um jogo lançado no Nihon, mas não lembro o nome. É a faixa de um dos trechos do jogo. Essa já me lembra, não no som em si, mas o fato de ser uma OST que soa "perseguição", então é como as OST de Ascendead Master e aqueles CDs de OST de Vampire Stories: Brothers. Ouçam logo, é claro que vão gostar. lol

 

E é isso. Vou dar:

Isso porque estou com dó de diminuir um pela interrupção daquela voz narrando.

E porque eu editei, para mim, uma versão de Castrato sem aquela voz. Utilizei as faixas off-vocal do CD, hahaha. Ficou um brinco.

Se alguém quiser essa faixa sem a narração, apenas com o instrumental de fundo naquela parte, entra em contato comigo.

Não vou upar para todo mundo, acho isso... Isso pesa na minha consciência, e ela já é bem pesada por cada coisa que não consigo apoiar verdadeiramente (com money). Isso porque sou uma artista independente (indie), sei o quanto faz falta o apoio, mesmo que seja um artista maravilhoso já em alta.

Mas ele tem o meu amor.

 

Bonne nuit!

Imagem para a postagem, e espero que os servidores do sapo não encham tão cedo.

KAMI_17_ERO_WEB_07_02 - Copia.png

 


EROTISMO e o fim da vida de capa nova

por Laura SaintCroix, em 17.05.17

Bonjouice ~

Esqueci de dizer que mudei a capa de um dos meus livros. É que agora tenho aquarelinhas para dar um ar mais profissional ao negócio. Profissional e simples, até. E antes que a Amazon visse que aquilo na capa era um mamilo.

 

coverrrr.jpg

Acho que o esquema será esse a partir daqui. Uma cor crua que faça parte da paleta do desenho + um desenho e fontes que combinem, não necessariamente a mesma sempre.

Isso se eu não mudar de ideia, mas gosto dessa simplicidade, acho que não vou mudar não.

E rosas porque: rosas. [imaginem que é uma rosa]

 

Fora que recebi, esses tempos atrás, uma resenhinha maravilhosa na Amazon, assim, sem pedir. Tenho comigo que descobri quem fez, mas já agradeci na rede social azul e acho que a pessoa viu. Achei isso lindo, porque a pessoa também não me avisou.

 

aaaa.png

LINK BONITO PARA A COMPRA DO LIVRO: A Q U I.

Dois rapazes anteontem compraram esse livro expontaneamente, graças a uma terceira amiga que apresentou, e disseram que gostaram muito do primeiro conto que puderam ler. E ela, amiga, disse que leu tudo e que gostou.

Cara, feedback em palavras é tão imensamente gratificante!

Eu me sinto bem, vocês não têm nem ideia (ou têm haha).

Muito obrigada!

Vocês todinhos merecem: ad infinitum!


Pensando em contos e aforismos

por Laura SaintCroix, em 16.05.17

Bonjour!

 

Ontem, domingo, foi dia das mães.

Foi um dia feliz pra minha mommy, por algumas razões particulares, e eu fiquei feliz em vê-la feliz. Tenho certeza de que ela sente falta da nossa obaa-chan, mas tenho também certeza de que a vovó está olhando por nós, num lugar muito bom.

 

Ontem foi dia de tretar, no bom sentido e nem tão pesado, com o pessoalzinho que gosta de, com o perdão da palavra, cagar regra na vida alheia. Cara, seja o que cê quiser, só não seja chato. E olha que eu sou chata. Eu tinha escrito um bom texto para isso aqui, coloquei até os pensamentos no lugar, mas apaguei, nem vale o post.

Ah, teve um escritor, sabe Deus de onde e que vale a pena falar sobre, que discursou puro preconceito e, em especial, homofobia, não sei onde. Só sei que chegou até mim e eu mais que depressa fi-lhe o favor de me oferecer para ser bloqueada. Postei veadinhos, ele ficou hyaku percent putasso. Foi engraçado, rimos, levei block.

 

Queria ter feito uma poesia para minha mãe, mas infelizmente, para poesia, tem que haver um quê a mais, e minha cabeça está atrelada a outras coisas.

Preciso escrever meu capítulo do livro (que alcançou maravilhosas 70k palavras), quero fazer um livro de contos de vampiros , quero também fazer um livro de aforismos vampíricos em estilo paródia, eu não sei porque isso me ocorreu, hahaha. Vou ver se consigo.

O mais provável é que eu escreva/transcreva mais um conto de vampiro. Estou com uma preguiça e com sono porque fui acordada às 5hrs da madrugada e não preguei os olhos desde então. Não teria problema, fosse essa minha rotina e eu não tivesse ido dormir à 1 da madrugada. Eu dormi só 4 fucking horas.

 

Bye bye.

Cara da postagem, RR71:

sonoman.png

Apesar de agradecer de coração quem comprou a revista e mostrou para os amiguinhos que não puderam comprar, os scans não estão tão bons, então editei um pouco.

Mas tem uma das fotos que é A foto. Vou colar na parede.

Na parede do meu coração.

Desculpa, de vez em quando o tiozão do pavê sai de dentro de mim.

 

Beijos.


sobre as mulheres da saga e processo criativo

por Laura SaintCroix, em 10.05.17

Bonjour.

Voltei a escrever o livro com a Yasu. Estamos indo bem. 60 mil palavras é uma ótima coisa para algo que pensamos de início "não vai dar nem 20 mil".

A coisa tomou proporções boas. A história é uma das melhores que já escrevi dentre as mais ou menos três.

Já temos uma capa também, com um desenho da minha primeira boa aquarela. Ou segunda. Foi da época que eu estava tentando incansavelmente pintar em aquarela, mesmo usando o lado errado da folha.

A protagonista que é a minha parte no livro em conjunto é o meu tipo preferido de personagem. O tipo de Agharrin, diria, só que uma mulher. Os dois bebem, têm cabelo comprido, os dois são vampiros, lutam a valer e botam muito medo no coitado que estiver na ponta afiada da espada. Não tão desbocada quanto a protagonista do arco atual de Agharrin (a série), que é bastante quieta, mas não tem muita paciência para ouvir falatório desinteressante.

Na verdade, eu acho que posso dizer que tenho protagonistas bem diferentes até aqui. Minhrrat é uma garota mais puritana, a primeira, e seria quase o ideal de uma dama/princesa no mais cru da palavra se ela não fosse... a Minhrrat, que não tem modos à mesa, é forte e bruta como um homem às vezes, come como um pedreiro, mas ela ainda tem bastante sensibilidade com os outros e demonstra os próprios sentimentos, principalmente ao odiar injustiça e ver coisas erradas. Jirka, a do arco atual dos livros e que vocês demorarão a conhecer, é grosseira e brava, vai mandar você à merda se falar algo que não agrade muito, hahaha. E é egoísta até certo ponto, ela não está nem aí com os seus sentimentos. Há outras mulheres, a maioria dos meus livros são mulheres, eu nunca parei pra contar, só vão surgindo e eu vou encaixando, hahaha.

Liddia, do primeiro livro, tem bravura e sabe dosar isso com complacência e maturidade. A velha Cravínia pode mandar você à merda também, mas com mais educação, como virando as costas. E adora mandar e que sigam as regras, e suspira com amor quando alguém que ela ama não faz isso e sai por aí sendo ela mesma.

Há uma personagem com um nome diferente, que é uma referência a uma que existe e que eu amo, e que não posso falar os nomes, mas eu adoro ela. Ela é a expressão mais firme da força e da beleza num só ser, e eu falo de beleza de espírito e de técnica de luta, ela sabe ser compreensiva tanto quanto pode quebrar a sua cara sem você nem ver. Eu realmente amo essa personagem, ela é do mesmo livro que a Jirka.

Não vou falar papéis menores. As que eu disse são as protagonistas ou personagens secundárias importantes. Há a irmã do Rin, Lilian, há outras feiticeiras, uma cortesã, umas duas ou três "mães desnaturadas" cada uma com seus motivos em específico, uma mãe brasileira muito, muito carinhosa e forte, uma mocinha com um apelido engraçado de comida (ela é do Brasil também), há as que têm bom caráter, há as que não têm caráter... Existe uma doutora que eu amo muito e é infinitamente mais inteligente que eu. E eu posso dizer que todas surgiram para mim assim, eu nunca as alterei ou sequer pensei sobre suas personalidades ou características físicas.

Todos os personagens que tenho vieram prontos dessa forma, e cara, tenho alguns que estou tão, tão ansiosa para pôr em prática!

Espero que isso prossiga e que fique cada vez melhor.

Todas essas pessoas vivem falando aqui, ainda bem que nem todas ao mesmo tempo.

E tenho certeza que há ainda mais para surgir. Eu gosto de escrever com protagonistas femininas ao lado do Rin. Ele nem sempre é o motivo da personagem, na verdade, não é de nenhuma delas. Só estão no mesmo universo. Cada personagem vai por onde quer, mas eu defino picos e elas (personagens) escalam até lá da maneira que querem, sejam picos de enredo geral ou picos de enredo pessoal do personagem. O único que não obedece os picos de histórias que crio é o próprio Rin, volta e meia ele os altera como quer, mais ainda no enredo pessoal. Os personagens não vivem em favor dele, mas de certa forma, tudo só foi criado por causa dele, e seguindo-o, é ele quem decide o que pode ou não acontecer em algumas partes. Vocês ainda vão ver isso.

Tudo o que está para acontecer é bem empolgante.

Cara da postagem:

news_photo01.jpg

Essa foto é tão badass!