De coisas corriqueiras até úteis para você. Feito com amor.

15 Abril 2017

Primeiramente, que eu sou meio lerdinha.

Segundamente, que eu estou morrendo de saudades de escrever!

Pintei aquarela quando ganhei, depois em tela uns tempos, depois fui para caneta nanquim e desenvolvi arte para o meu furuto ebook, fiz um booktrailer no photoshop, depois voltei para aquarela... O que significa que há meses não escrevo!

Fiz umas páginas entre um arroubo e outro, mas nada muito significativo em quantia.

 

Aprendi que papel de aquarela tem lado para pintar. Francamente, primeiro pensei que era gramatura que estava errada, depois que era a cor (diferença entre branco e creme), e agora descobri a verdade: eu não havia percebido que andava pegando as folhas ao avesso. Fui pesquisar por ter achado estranho a razão ser a cor. Então a verdade veio.

Eu não sou tão ruim em aquarela, eu sou só meio lenta e azarada. (O lado certo sempre tem umas ranhuras/ruguinhas a mais! e o avesso é mais liso, mesmo nas folhas lisas)

Aprendi combinações de cores que ficam legais e não enjoativas também. Aprendi a usar o roxo. Hoje, meu último achievement foi fazer o cabelo do Rin sem estragar tudo. Vitória.

Aprendi também que eu não curto muito a folha branca.

As cores da pele do Rin ficam bem mais legais no papel creme. E, agora estranhamente, o papel creme meio que não escurece com a água. O branco, sim. E isso atrapalha um pouco, ter que esperar secar. Ah, é claro, é que esses papéis não são os tão próprios, gramatura 150. Mas o creme não enruga quase nada, o branco enruga mais, mesmo a gramatura sendo a mesma. Acho que o pólen é naturalmente mais duro, sei lá.

 

Eu não tenho como - nem por quê - pedir aos meus pais um papel mais proprício, o preço não é agradável e meu ramo principal é a pintura em tela. Mesmo que eu esteja amando aquarela, a probabilidade de haver venda para isso aqui é mais baixa que tela, eu acho. Não vou oferecer esse serviço, tampouco.

Faço aquarela por pura troça e vontade. Quero aprender o maior número de pinturas que me for possível, eu também pinto em tecido, quero aprender a pintar em vidro um dia, e porcelana. São pinturas bem mais delicadas.

 

Mas há esse papel creme, e nas oportunidades que eu vejo ele à venda, eu pego. O preço é 12 à 14 ou 16, depende do humor do Extra. Agora já aprendi que o creme é mais agradável para pintura, para a minha pintura.

 

Aprendi também que o papel absorve o óleo da sua mão, e que se for o caso, deixa até sua impressão digital. Sim, meus desenhos são meus, sem dúvida, tenho prova disso.

 

Aquarela é uma coisa bem mágica. Upei algumas no meu Dev. :B

Desenhinho sem censura porque, né, é o meu blog.

Esse é meu preferido.

aquarela_rin_esqueleto - Copia.png

Não sei o quanto vai durar esses arroubos, quero prosseguir, mas quero ideias. Ainda há o que eu queira realizar para mim (eu gosto de desenhar o Rin, na verdade isso é automático, mas estou com vontade de fazer o Sono).

 

As pequeninas aqui embaixo são feitas em papel branco.

 

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Acho que vou deixar o branco para grafites.

 

Beijinhos, té mais.

publicado por Laura SaintCroix às 02:24

12 Abril 2017

Estou ouvindo o album novo do Matenrou Opera. Já ouvi uma vez no carro, a primeira, mas minha mommy () estava conversando comigo, e depois outras pessoas.

Estou ouvindo uma segunda vez e vou escrever o que acho de cada uma na íntegra.

 

Pantheon.

É a música mais nostálgica que já vi. Heróica, trágica, esperançosa, nostálgica. Tudo isso. Terminei a prévia de mãos trêmulas. E ela inteira é sublime, no patamar de Kassai. A emoção que o Sono passa na voz é espetacular (isso não é nenhuma novidade para quem é fã do Matenrou, quando ele quer fazer a gente chorar ele faz).

 

Curse of Blood.

É a faixa mais pesada do álbum, se me lembro bem. Ele grita pacas (não aqueles berros guturais, mas tom alto). Tem picos, e o "aaaahhhh ahhh curse of blood" fica na sua cabeça. E tem um coro atrás dos meninos mesmo, que parecem guerreiros, algo assim. lol

É fantasiosa. Bem Matenrou.

(três, porque ela é muito curtinha, tipo Dolce, maravilhosa e curta; e porque poderia ser mais marcante ainda, mesmo que o "eh oh curse of blood fique na cabeça)

 

Icarus.

O que dizer dessa, cara? Vão ouvir essa obra de arte e abandonem essa humilde resenha. Essa ganha só pela intro. Arranjos lindos+Sono=perfection.

(kanpai!)

 

Mammon Will Not Die.

A letra dessa deve ser bem significativa. Pelo nome. Ela é pesada nos arranjos, digo, tem bastante grave. No refrão adquire um arzinho de aventura, mas continua acelerada como no começo. Os caras sabem variar as músicas, dentro dela mesma. E pfvr, solo de teclado. Ela tem uma impressão de corrida, corrida, corrida.

 

Excalibur.

PURA AVENTURA. Próxima.

Brincadeira. É acelerada também, mas essa mantém o tom de aventura/ingresso numa jornada a música inteira. Aquele ar de "você não pode perder daquele seu inimigo" ou "faça como você aprendeu". E claro, Sono+tons altos=amor. Daí tem uns sons eletrônicos que fazem você duvidar de você estar ouvindo power metal sinfônico pelo tom de aventura, lol. Não é bem, faltou os coros para ser do "gênero", mas sei lá, não precisa, hahahaha. O ritmo do refrão pode ficar na cabeça. E eu desafio vocês a conseguirem cantar essa no tom do Sono. Guitarra aqui é bem legal, aliás, mas eu acabo me impressionando mais com o teclado.

 

Rokujin ni shinro wo tore.

A mais alegrinha. Acelerada também, mas faz você ficar com vontade de pular, não de correr. :')

O "oh oh" vai ficar na sua cabeça, ficou na minha só nas prévias. Novamente, arranjos diferentões, guitarra "ininterrupta". Podem ver que não sou boa resenhando, desculpem.

(quatro porque o oh oh vai ficar na cabeça, mas o resto é difícil de aprender e você via ficar só no oh oh o dia inteiro)

 

Symposion.

Faixa instrumental pro Sono ter descanso no meio dos shows, hahahaha. Lindíssima, super diferente e boa. Uma mistura de teclado, sons eletrônicos, algo que parece flauta, e a guitarra/baixo/bateria combinam com isso. Digo combinam porque já vi arranjos que meio que parece que não encaixa uma coisa noutra, mas não é esse o caso.

 

Nan-dome ka no prologue.

Ele faz tanto charme pra cantar o início dessa música que vai levar cinco sapinhos psicóticos só por isso.

A música? Ela é uma das mais marcantes do álbum, exatamente por não ser pesada como as outras. O refrão pega, vou estar cantarolando isso assim que aprender, porque o ritmo é solto, leve, ao tempo que quando para, é uma música nostálgica. Eu não sei como esses caras fazem isso. Ah, solinho de teclado=amor.

 

Shine On.

É puro amor, eu amo demais, já amei quando ela saiu naquele single. Música natalina cheia de esperança e brilho, uma pequena luz para quem ouve, como se nos tornássemos capazes de algo bom um pouquinho por vez (?).

 

Tomarun janee.

O nome fala por si, aceleradíssima, com adrenalina a mil. E tons altos e uma fala imperativa como em Kumo no Ito. Ela me lembrou a impressão daquela, não o ritmo/letra. É bem diferente. Na verdade não tem músicas iguais nesse álbum. Em nenhum outro.

(eu não estou sendo boazinha, tá linda, diferente, mas também poderia ser mais marcante de algum modo, é que nem aquela "RUSH". Você vai acabar adorando ela depois)

 

Nota final:

Obviamente . Mas vou apontar os """""defeitos""""", pra falar que eu não sou puxa-saco. Esperava uma mais lenta, como em Eien no Blue, Designer Baby. Esse álbum está como Justice, as músicas são bem diferentes umas das outras, mas não são todas que vão pegar todo mundo de primeira. Nem todas são uma Helios da vida. As que fizeram isso, para mim, foram Pantheon e a Nan-dome ka prologue. Mais Pantheon. Assim como Phoenix. As faixas título/que têm PV são sempre sublimes. Ouvi duas vezes o álbum, então isso são intrinsecamente primeiras impressões. Eu não sou boa com resenhas, vocês já sabem, eu descrevo por sentimentos, sou pouco técnica. Pior ainda fazendo as coisas no "ato" da coisa, com a música tocando. Mas fiz isso por questão de não perder as impressões, espero não ter acabado por perdê-las justamente por não conseguir descrevê-las.

Estou com a cabeça cansada, e a que mais ouvi foi a prévia de Pantheon, então ela é o que me fica em mente. Porém, ao ouvir as outras, você sai cantarolando se ela for a última, elas são muito peculiares, gosto do Matenrou por isso. A maioria é questão de decorar/habituar com o ritmo, e habituar não quer dizer começar a gostar de algo que não era bom, creio que às vezes você só não está pronto para aquela música ainda, e um álbum inteiro é uma carga de informações alta para o cérebro assimilar as melodias numa única ouvida. Eu demorei um ano inteiro a gostar e ouvir AVALON decentemente, e cara, é um dos álbuns mais lindos deles. Eu não estava pronta para a beleza daquilo. Esse álbum pode estar como ele, mais ainda até que como Justice, porque nesse aqui ele esculacha (no bom sentido) no high tone vibratto, como ele havia dito, hahaha.

Claramente, Sono e cia só fazem música para eles mesmos performarem, porque pra alcançar aquelas notas, meu chegado, o cara tem que ter fibra, sem baixar a nota para se adequar a própria voz.

 

Agora minhas desculpinhas: eu não estudo/estudei música, não sei termos técnicos, pode haver coisa errada, então peço que não me cobrem algo profissional, porque sou amadora. E amador quer dizer que ama, independente do profissionalismo da resenha. Eu amo Matenrou Opera.

 

Agora, Matenrou... Sono, façam uma só de pianinho/arranjo com a voz. Isso é a coisa mais linda que há.

 

Espero que tenham curtido.

publicado por Laura SaintCroix às 03:02

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Faço resenhas informais de livros, jogos, filmes e o que mais me ocorrer.


Eu sou autora e, por ora, publiquei um livro na Amazon. Um livro de contos. Nessa lista há os livros da minha amiga, Yasmin Alves, dos quais fiz a capa e a revisão (por isso meu nome ao lado do dela, hahaha)


Wallpapers da banda Versailles Philharmonic Quintet.
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