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Bienvenue Blog

O lugar secreto de escritos, artes, disparates, filosofias vãs, musicalidade de alma e merchan de segunda categoria.

Bonjour! Essa resenha era pra ter saído faz tempo! Mas eu não esperava ficar doente ao ponto de não conseguir ficar quase nada no pc pra escrever ao menos uma resenha, então vou postar agora e pedir perdão pelo atraso.

 

Essa conto é da Anna Fagundes Martino, comprei pela Amazon. Quis comprar porque é de uma editora nacional competente, que [risca] não cobra o valor de uma calça para uma jovem de 16 anos [/risca] é tradicional e de uma colega estimada (ela nem deve saber disso hahahaha).

Como é de praxe, a capa, feita pela Marina Ávila:

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Achei essa imagem para comprar ainda outro dia, haha. Só achei meio chato a cor das flores não baterem com as do conto.

A sinopse:

Flores não crescem do nada - ou crescem? Para Eleanor, era o mistério que não conseguia responder: qual era o truque daquele jardineiro contratado para cuidar da estufa em sua casa e que transformara o lugar em uma floresta imaginária. Sebastian, o tal estranho, parece um homem como qualquer outro - exceto pelas perguntas desconcertantes que faz, ou pelo fato de que as plantas obedecem seus comandos de maneira muito intrigante...

 

A escrita é em terceira pessoa, no passado. Meu preferido. Gostei da escrita da autora, é uma maneira simples e poética (eu reforço isso à frente), e embora em algumas vezes eu tenha precisado reler alguns trechos para compreender se o que estava acontecendo era sonho ou realidade, eu gostei dessa sensação de descoberta. Ela está presente no conto inteiro, o que o faz lembrar um conto de fadas à moda mais pura. E eu amo contos de fadas. Eu terminei essa leitura querendo viver algo parecido, e tenho predileção por livros que me façam sonhar e ter a impressão de um sonho.

Sim, a escrita é envolvente a esse ponto, por isso gostei.

Detalhe que o tempo dos capítulos vai indo e voltando, presente e passado (não o tempo narrativo), e isso dá um toque a mais para sua curiosidade em descobrir o que está acontecendo.

O conto mexeu muito com flores, E EU AMO FLORES, SE VOCÊ QUER ME CONQUISTAR, ME DÊ FLORES PARA LER (?).

 

Vamos falar do nome do personagem: Sebastian! Eu sou apaixonada por esse nome, e como devem saber, adoro Kuroshitsuji, então qualquer Sebastian vai me lembrar o Sebastian Michaelis, o que basta pra eu gostar do personagem. Eu não estou sendo nem um pouco imparcial nessa resenha, eu adorei o personagem e sua melancolia, a sua descrição. Aliás, na aparência, ele me lembrou o Hagi, de Blood+, quando ele se disfarça de jardineiro. E eu sou completamente apaixonada pelo Hagi, chorei pra caramba por causa dele no anime, ai que vergonha, hahahaha.

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É essa a importância de se descrever um personagem, porque eu sou uma leitora que prefere infinitamente que o autor dê uma descrição ao personagem. Não tem essa de imaginar, eu quero provar o que está escrito. Eu sou o Anton Ego dos livros, quero provar.

Tirei print do que me pareceu referência para Kuro, hahahahaha. Mesmo que só na minha cabeça de merda.

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Sério, eu rolei de rir quando ela perguntou se ele era um demônio.

 

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Aqui pode ser SPOILER, então fica em azul e já avisado. Adorei a forma como o sexo foi retratado, de maneira sutil e muito apaixonante, eu gostei de verdade dessa maneira poética da autora pôr, mesmo que simples, mas poética. Não só nesse trecho, mas esse me conquistou de maneira que o li mais de uma vez.

 

Por último, para não dizer que foi perfeito, achei erros. De repetição e de digitação, bem poucos e precisaria reler para achá-los, mas uma revisão mais cuidadosa teria posto um fim a eles. Nada que atrapalhe de fato a leitura, no entanto.

 

Gostei muito e a quantia de sapos é:

De 0 a 5, está ótimo!

Vocês podem adquirir o livro AQUI na Amazon.

No Kobo.

No Google.

 

Té mais.