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Bienvenue Blog

O lugar secreto de escritos, artes, disparates, filosofias vãs, musicalidade de alma e merchan de segunda categoria.

Não consigo achar um título bacana

por Laura SaintCroix, em 01.09.16

Boa noite. Sorry o desaparecimento, plus sorry não postar o que disse que faria.

Na verdade tive preguiça e estava ocupada pensando em ilustrações. Quero registrar logo esse livreto e lançar o quanto antes, de maneira independente. Alguma editora pode se interessar.

Eu escrevo razoavelmente bem, eu acho, não costumo errar as palavras, mas frequentemente troco as letras de lugar quando escrevo rápido. Escrevo palavras inteiras ao contrário! Como se o comando do cérebro se invertesse.

Mas eu acabo percebendo, pois sempre reviso. Perdi, definitivamente, as contas de quantas vezes revisei meu primeiro livro.

 

Esses contos eróticos ainda não foram revisados, mas será fácil revisá-los, a prosa é em primeira pessoa, bem melodramático do jeito que eu gosto.

 

Nesse momento estou com um girassol sobre a mesa, junto com meu Cloud e as katanas, e violetas, e uma rosa num copinho d'água.

 

Quero me inscrever num concurso de poesias, vou reler algumas antigas, talvez seja válido, quem sabe...

Gosto de poesia. Principalmente das que rimam, um de meus contos é sobre poesia, mas não é da série de eróticos, é douta que ainda sairá. Não sei quando, mas vai, haha.

 

É estranho como mudo de assunto, e me sinto meio bêbada de sono (e quase escrevi sono com "S" maiúsculo).

É estranho como as pessoas não ligam para nada até que você discorde delas ou atinja algum ponto em que machuque um pouco o ego. Não me retiro disso, porque isso acaba ferindo a mim também. Isso só é irritante, porque você sente que não tem muitos amigos até provocar algumas pessoas e elas virem xingar você, discordar e expôr opiniões, e você se sente existindo. Elas são livres para isso, certamente, e somos também.

Não estou me sentindo desse jeito, não. Seria mais correto dizer que "você sente que eles finalmente existem", pois se pronunciam. Não fazem o mesmo quando é algo bonito.

Deve ser de maneira semelhante que os rebeldes sentem, mas quem sou eu para me pôr no lugar de um? Eu peço desculpas o quanto antes se acabo ferindo alguém, e o faço com certa frequência, mesmo não querendo (ferir e pedir desculpas, ambos). Mas as desculpas não são importantes como se sentir ofendido. Desculpas não ameaçam sua segurança mental, seu ego, suas certezas, então você não dá muita atenção a elas. Só algumas, talvez. Mas o que mede isso? O ponto para se medir é invisível, o quanto você gosta de alguém, o que esse alguém te fez, quem é esse alguém? Se um estranho, então as desculpas podem provavelmente passar em branco, mas o alerta nunca para de soar pra qualquer ofensa recebida. Ego nunca para de soar e estar certo é sempre o melhor, aparentemente.

Sou do tipo que fica com as desculpas engasgadas na garganta até o dia seguinte se eu sentir que magoei alguém, principalmente um estranho ou um amigo infrequente. Qual a probabilidade de ver aquele alguém de novo? A primeira impressão será uma impressão de merda se não puder voltar.

Se esse desejo é pelo que o outro alguém vai pensar de mim, não sei, mas creio que seja pelo que ele vai "sentir" de mim. Não me importo em ser chamada de hipócrita. Só estou tentando.

 

Deixar o mundo com uma luzinha a mais desde quando eu vim para cá é um objetivo, e uma luzinha em cada pessoa, também.

Sou difícil de curvar algumas vezes, e muito, muito fácil em outras, e não sei dizer em quais situações, seja uma, seja outra. É divertido ser assim, não monótono. Quero sempre absorver o que seja bom, e jamais mudar totalmente a essência, só algumas pontinhas para melhor.

 

Esse texto pode fazer parte de um conto. *sapo psicótico intensifies*

Ou não.

O país está uma gororoba difícil de engolir, e o que mais dói é que não somos nós a sentir a mudança... Eu, sendo espírita, sei que o Brasil e Gaia estão em boas mãos, espiritualmente, mas aqui nesse plano, temos que orar muito para que o melhor seja filtrado de tudo isso, e que predomine ainda assim sobre a corja toda. A gente não sabe do amanhã, mas podemos pedir para que ele seja até utopicamente ameno, e que os menores não sofram, e que se houver sofrimento, que ele seja misericordioso. Que nem nossas avós diziam, e que minha mãe repete, "o pouco, com deus, é muito".

Outro dia mencionei que as pessoas precisavam mais de "espiritualidade" na hora das decisões (a pauta era política), e quase me vaiaram por causa da bancada evangélica, hahahaha. Sério, espiritualidade e religião estão tão, tão distantes...

No fim, toda doutrina que pregue uma ou outra divindade acaba tendo o mesmo cerne numa espiritualidade elevada e com nomes diferentes. Então não há porque não respeitar. (Isso me referindo aos espíritos bons, mas o mesmo vale para os "maus").

E ter espiritualidade é só ser humano.

 

Holly shit, estou amando fortemente esse desenho que fiz hoje.

IMG_4054.JPG

Pode não estar perfeito, mas who cares? Finalmente sombreei algo decentemente, hahahaha, e pintei o cabelo. Não esperem muita frequência nisso, pois eu não gosto tanto de pintar cabelos. Só de desenhá-los. Maria Antonieta cortou o cabelo do Rin ali, ele não gosta de cortar o cabelo. Ele é um amor.

 

Bonne nuit, não que eu vá dormir agora, mas...

E eu juro que farei um compilado do meu jogo de Final Fantasy Record Keeper aqui, I swear.

Sim, eu tiro print do que eu ganho, para ter de lembrança. Ainda tenho minha 1st sword (fusion) do Cloud.