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Bienvenue Blog

O lugar secreto de escritos, artes, disparates, filosofias vãs, musicalidade de alma e merchan de segunda categoria.

SAGRADA MORTE + AZUL DE MAR

por Laura SaintCroix, em 30.06.17

Bonjour!

Dobradinha hoje, porque são coisas curtas.

Lembram do livro de contos de vampiros que falei que ia lançar? Não vou, vou lançar separadamente, e num preço bacana cada um deles. O menor que tem na Amazon.

 

O primeiro desses contos é SAGRADA MORTE.

Ia ser lançado numa antologia de vampiros por aí, mas eu pulei fora no último instante. Não curti muito a segunda parte da proposta que nos foi revelada após passarmos no concurso. Fiquei contente em passar, fiz mais como um texte a mim mesma, mas no fim, prefiro publicar por aqui.

 

Capa com uma ilustra que eu estou amando até agora. Ela saiu do jeito que eu queria em todo o aspecto. E as pessoas até gostaram no grupo, e isso é a primeira vez que me acontece nessa indústria vital, hahaha.

 

cover_SAGRADA_morte - Copia.jpg

Sinopse:

Não há pior cego que o que se recusa a enxergar, ou o que tem olhos vendados por uma religião de tempos antigos.
Vampiros caçam seus iguais. Humanos comandam das sombras.
Quanto tempo Kostia vai demorar a entender: eles não possuem o poder verdadeiro.
Um conto de amor ao sangue e ao não-pecado de ser quem é

 

ESSE VOCÊS PODEM COMPRAR AQUI.

 

O segundo é um conto de vampiros também, mas está de graça para leitura no Wattpad.

 

azul de mar_conto - Copia.jpg

Sinopse:

Um conto póstumo de uma mãe que acabara de dar à luz. Sozinha em casa, havia apenas o médico de presença morta e a esperança de o marido retornar a tempo.

 

LEITURA AQUI(!!!!!)

 

Espero que vocês gostem, fiz tudo de coração, e o primeiro conto, do Kostia, é uma coisinha amor do meu coraçãozinho que eu adorei demais. Ele se tornou um personagem que quero usar mais vezes porque tenho vontade de colocá-lo num pote e proteger.


Pensando em contos e aforismos

por Laura SaintCroix, em 16.05.17

Bonjour!

 

Ontem, domingo, foi dia das mães.

Foi um dia feliz pra minha mommy, por algumas razões particulares, e eu fiquei feliz em vê-la feliz. Tenho certeza de que ela sente falta da nossa obaa-chan, mas tenho também certeza de que a vovó está olhando por nós, num lugar muito bom.

 

Ontem foi dia de tretar, no bom sentido e nem tão pesado, com o pessoalzinho que gosta de, com o perdão da palavra, cagar regra na vida alheia. Cara, seja o que cê quiser, só não seja chato. E olha que eu sou chata. Eu tinha escrito um bom texto para isso aqui, coloquei até os pensamentos no lugar, mas apaguei, nem vale o post.

Ah, teve um escritor, sabe Deus de onde e que vale a pena falar sobre, que discursou puro preconceito e, em especial, homofobia, não sei onde. Só sei que chegou até mim e eu mais que depressa fi-lhe o favor de me oferecer para ser bloqueada. Postei veadinhos, ele ficou hyaku percent putasso. Foi engraçado, rimos, levei block.

 

Queria ter feito uma poesia para minha mãe, mas infelizmente, para poesia, tem que haver um quê a mais, e minha cabeça está atrelada a outras coisas.

Preciso escrever meu capítulo do livro (que alcançou maravilhosas 70k palavras), quero fazer um livro de contos de vampiros , quero também fazer um livro de aforismos vampíricos em estilo paródia, eu não sei porque isso me ocorreu, hahaha. Vou ver se consigo.

O mais provável é que eu escreva/transcreva mais um conto de vampiro. Estou com uma preguiça e com sono porque fui acordada às 5hrs da madrugada e não preguei os olhos desde então. Não teria problema, fosse essa minha rotina e eu não tivesse ido dormir à 1 da madrugada. Eu dormi só 4 fucking horas.

 

Bye bye.

Cara da postagem, RR71:

sonoman.png

Apesar de agradecer de coração quem comprou a revista e mostrou para os amiguinhos que não puderam comprar, os scans não estão tão bons, então editei um pouco.

Mas tem uma das fotos que é A foto. Vou colar na parede.

Na parede do meu coração.

Desculpa, de vez em quando o tiozão do pavê sai de dentro de mim.

 

Beijos.


sobre as mulheres da saga e processo criativo

por Laura SaintCroix, em 10.05.17

Bonjour.

Voltei a escrever o livro com a Yasu. Estamos indo bem. 60 mil palavras é uma ótima coisa para algo que pensamos de início "não vai dar nem 20 mil".

A coisa tomou proporções boas. A história é uma das melhores que já escrevi dentre as mais ou menos três.

Já temos uma capa também, com um desenho da minha primeira boa aquarela. Ou segunda. Foi da época que eu estava tentando incansavelmente pintar em aquarela, mesmo usando o lado errado da folha.

A protagonista que é a minha parte no livro em conjunto é o meu tipo preferido de personagem. O tipo de Agharrin, diria, só que uma mulher. Os dois bebem, têm cabelo comprido, os dois são vampiros, lutam a valer e botam muito medo no coitado que estiver na ponta afiada da espada. Não tão desbocada quanto a protagonista do arco atual de Agharrin (a série), que é bastante quieta, mas não tem muita paciência para ouvir falatório desinteressante.

Na verdade, eu acho que posso dizer que tenho protagonistas bem diferentes até aqui. Minhrrat é uma garota mais puritana, a primeira, e seria quase o ideal de uma dama/princesa no mais cru da palavra se ela não fosse... a Minhrrat, que não tem modos à mesa, é forte e bruta como um homem às vezes, come como um pedreiro, mas ela ainda tem bastante sensibilidade com os outros e demonstra os próprios sentimentos, principalmente ao odiar injustiça e ver coisas erradas. Jirka, a do arco atual dos livros e que vocês demorarão a conhecer, é grosseira e brava, vai mandar você à merda se falar algo que não agrade muito, hahaha. E é egoísta até certo ponto, ela não está nem aí com os seus sentimentos. Há outras mulheres, a maioria dos meus livros são mulheres, eu nunca parei pra contar, só vão surgindo e eu vou encaixando, hahaha.

Liddia, do primeiro livro, tem bravura e sabe dosar isso com complacência e maturidade. A velha Cravínia pode mandar você à merda também, mas com mais educação, como virando as costas. E adora mandar e que sigam as regras, e suspira com amor quando alguém que ela ama não faz isso e sai por aí sendo ela mesma.

Há uma personagem com um nome diferente, que é uma referência a uma que existe e que eu amo, e que não posso falar os nomes, mas eu adoro ela. Ela é a expressão mais firme da força e da beleza num só ser, e eu falo de beleza de espírito e de técnica de luta, ela sabe ser compreensiva tanto quanto pode quebrar a sua cara sem você nem ver. Eu realmente amo essa personagem, ela é do mesmo livro que a Jirka.

Não vou falar papéis menores. As que eu disse são as protagonistas ou personagens secundárias importantes. Há a irmã do Rin, Lilian, há outras feiticeiras, uma cortesã, umas duas ou três "mães desnaturadas" cada uma com seus motivos em específico, uma mãe brasileira muito, muito carinhosa e forte, uma mocinha com um apelido engraçado de comida (ela é do Brasil também), há as que têm bom caráter, há as que não têm caráter... Existe uma doutora que eu amo muito e é infinitamente mais inteligente que eu. E eu posso dizer que todas surgiram para mim assim, eu nunca as alterei ou sequer pensei sobre suas personalidades ou características físicas.

Todos os personagens que tenho vieram prontos dessa forma, e cara, tenho alguns que estou tão, tão ansiosa para pôr em prática!

Espero que isso prossiga e que fique cada vez melhor.

Todas essas pessoas vivem falando aqui, ainda bem que nem todas ao mesmo tempo.

E tenho certeza que há ainda mais para surgir. Eu gosto de escrever com protagonistas femininas ao lado do Rin. Ele nem sempre é o motivo da personagem, na verdade, não é de nenhuma delas. Só estão no mesmo universo. Cada personagem vai por onde quer, mas eu defino picos e elas (personagens) escalam até lá da maneira que querem, sejam picos de enredo geral ou picos de enredo pessoal do personagem. O único que não obedece os picos de histórias que crio é o próprio Rin, volta e meia ele os altera como quer, mais ainda no enredo pessoal. Os personagens não vivem em favor dele, mas de certa forma, tudo só foi criado por causa dele, e seguindo-o, é ele quem decide o que pode ou não acontecer em algumas partes. Vocês ainda vão ver isso.

Tudo o que está para acontecer é bem empolgante.

Cara da postagem:

news_photo01.jpg

Essa foto é tão badass!


AGHARRIN A ROSA E O UIVO LANÇADO (!!!)

por Laura SaintCroix, em 03.05.17

MEU DEUS DO CÉU EU NÃO CONSEGUI PARAR PARA ESCREVER NO BLOG

 

E BONJOUR TAMBÉM

 

Man, por onde eu começo?

 

Esse é o livro da minha vida. Que nem eu comentei no facebook, é o livro de quando eu nem sabia o que era escrever, não sabia o que era ter um "personagem" ou criar. Eu achava que todo mundo tinha algum assim, que todo mundo criava alguém para si, e não que isso era coisa de escritor.

Eu queria desenhar mangá, sabem, mas aos meus nove anos, eu nem sabia que era isso que eu queria.

Depois, já com Agharrin, eu decidi que seria melhor escrever um livro. Por uma razão estranha: eu tinha assistido Junjou Romantica e Sekai Icchi Hatsukoi e fiquei com medo da rotina de trabalho dos mangakás. Sério.

Então eu quis escrever.

Mal sabendo que a realidade de um escritor é, senão semelhante, pior em sentidos diversos.

No Brasil você tem que ser seu próprio marketing, seu próprio agente, seu próprio "publisher". Editoras vão ir atrás de você quando você conseguir se sustentar sozinho e puder sustentar eles.

Quando você tiver "público".

Eu quero muito trabalhar com isso, sério, mas eu não sou boa com marketing ou publicação. Sei só fazer coisas que amo no Photoshop, em desenho, mas me promover? Eu quero escrever.

Queria pagar outra pessoa para fazê-lo por mim (promover).

Então com quadrinhos seria o mesmo. Mas eu estou com uma ideia de quadrinhos na cabeça, mangá, propriamente, e eu vou fazer isso. Só estou esperando na moita like a Sebastian, hahaha.

Então Agharrin é isso, esse sonho, essa realização, esse futuro. Esse pouco de cada coisa que me compõe, um pouco por vez em cada aspecto da vida.

Lançar o livro é um pontapé para que todos saibam dele. Todos com bastante pretensão.

Pessoas o suficiente para que eu não precise mais chamar ele só pelo apelido, Rin.

Perguntaram sobre a origem do nome, haha. Bem, eu lia errado o nome de um dos vilões de Zelda. Agahnim. Lia com a pronúncia do H como sendo RR e ignorava o N. Daí eu gostei do nome e a ideia veio não sei de onde. Absolutamente.

 

As ideias desse primeiro livro são de manuscritos de 2010 ou 2011. O meu eu daquela época.

Hoje eu só aprimorei os textos, e hoje faria diferente alguns aspectos. Mas não quis alterar o texto na raiz, para não desrespeitar a menininha que escreveu tudo aquilo com tanto carinho.

Laura amadureceu junto com Minhrrat. Minhrrat um dia era o alterego de Laura.

Minha personagem que era como eu queria ser e nunca tive coragem.

Ela ficava na minha cabeça falando o que eu poderia fazer em determinadas situações. O nome dela naquela época era Miyu, do anime que eu tinha visto, Vampire Princess Miyu.

Miyu era uma feiticeira com cajado, do jeito que eu gostava e queria ser.

 

Quando comecei a escrever, impulsionada (ohhhhhh) por uma letra do Versailles, porque é claro que eu queria escrever, mas queria escrever coisas de maneira tão lindas quanto o KAMIJO conseguia escrever, Miyu não tinha nada a ver com Agharrin.

Agharrin era para ser o vilão de um rapaz. Assim como em Zelda. Eu não tinha um plot certo, só sabia que Agharrin não era bom. Ele tinha uma aura sedutora e perversa. Era um deus em forma de vampiro que atormentaria a vida de alguém até que esse alguém desistisse de toda luz.

Não era esse um plano fixo, mas era a impressão que eu queria transmitir numa história de aventura.

Daí minha mãe (e posso dizer, sem querer ofender ou ser taxativa, mas - como sempre) deu um palpite de que queria algo com romance. Eu revirei meus olhos. Na época eu já sabia que todo santo filme tinha romance e não estava afim.

Mas eu sempre fui do tipo que quer agradar e acabei colocando.

Precisava de uma menina que eu não fosse ter ciúmes (meu eu da época era assim, e na verdade, você não deve mexer muito comigo ainda hoje *sapinho psicótico intensifies*) e que fosse ser digna de Agharrin de alguma maneira. Isso soa como spoiler, hahaha. Mas eu só podia escolher aquela que eu aceitava - eu mesma.

Escolhi a Miyu, uma outra OC.

Mudei para que não fosse tanto o meu eu ali. Lembro que ia mudar o cabelo, mas pensei bem e disse: "Bem, eu conheço cabelo cacheado porque o meu é assim, e nossa, toda santa história a moça tem cabelo liso! Eu quero uma com cabelo cacheado". E assim ficou. Não era eu ali, era, então, Minhrrat.

Nós amadurecemos juntas, de certa forma. Eu tinha medo de escrever coisas e que as pessoas a iriam julgar assim como eu tinha medo que me julgassem um pouco.

Perdemos esse medo juntas.

Talvez, na verdade, Minhrrat nunca tenha tido medo.

 

Não tenho mais o que falar nessa postagem enorme.

Essas coisas foram transcritas o melhor que pude.

Desejo que gostem, que odeiem, que se rebelem, que puxem os cabelos ou que chorem. Só que não ignorem. Isso é o pior.

 

Resolvi publicar agora por duas razões:

Pintei um quadro que me deu um enorme desejo de fazer uma capa. Fiz, o teste me agradou tanto que eu tinha que publicar.

Perdi um pouco da ilusão de ser publicada por editora. Eu nem cheguei a tentar muito por outras, mas eu sei no fundo que é difícil demais ser notado, como eu falei ali em cima. E sei também que coisas só veem na hora certa, e que elas preferem vir quando estamos lutando.

 

Tem um booktrailer:

 

Demorei uma eternidade fazendo isso. E amo essa música.

 

E aqui a capa.

first book cover.jpg

Link para compra AQUI.

Link para adicionar no Skoob AQUI.

 

Sinopse:

Minhrrat, uma garota de um vilarejo, deseja se tornar uma feiticeira. Diferente da filha de outros vilaneiros, ela não pode vender flores ou espantar galinhas: tem o cabelo branco e olhos amarelos, e isso é assustador.

Após uma fatalidade, com um vampiro em seu encalço, feiticeiras amigas e um silfo diminuto como confidente, Minhrrat buscará o lugar a que verdadeiramente pertence em seu mundo.

 

Passei por tantas motherfucking sinopses antes dessa que eu nem sei mais se está boa, se está ruim, se está uma merda ou se está maravilhosamente na medida certa. Só me lembro que essa foi a que não deu muito spoiler. Espero que seja a boa. Se você leu e tiver sugestão, honey, eu serei muito grata.

 

Agharrin é um vampiro de uma espécie diferente, própria e única do livro. Falar que ele é um "vampiro" apenas é quase uma ofensa para ele.

O universo do livro é um universo criado. É muita coisa pra explicar, mas se eu fosse pôr em palavras, é quase como se muitos dos reinos de fantasias que existem por aí afora pudessem ser englobados dentro desse universo. Não é prepotência, mas é um tipo de lógica ali dentro. Eu só não mexi com, sei lá, viagens no tempo ou coisas muito científicas porque não é minha área e eu iria fazer caca. Não mexi por enquanto, leia-se, por enquanto. O dia que der na telha eu faço algo. *voz do Cosmo OU SERÁ QUE NÃO?*

Agharrin não é embasado ou inspirado em absolutamente ninguém. Nem mesmo o KAMIJO, minha inspiração-mor para qualquer coisa que eu faça. Foi uma terrível coincidência apenas eles terem os olhos brancos parecidos. Eu nem sabia disso quando o criei.

E nos desenhos, de início, roubei o traço da sobrancelha do KAMIJO, mas é só isso. Não podem me acusar de mais nada num tribunal.

Isso significa que também não é inspirado em nenhum vampiro. Após conhecer a ideia de Dracula e algumas fraquezas de vampiros por uma história de vampiros infantil num livrinho de criança, eu sabia que gostava de vampiros, então o meu me veio dessa maneira. Mas não é inspiração direta de Dracula também, eu nem tinha visto filme ou lido o livro integralmente.

Não que seja ruim se inspirar. Outros personagens no decorrer do livros são inspirados, homenagens ou outras coisas.

 

Acho que é isso.

Cogitando mudar o nome do blog. Depois eu vejo direito.

 

Beijos, até a próxima. Eu fiquei meia hora redigindo isso aqui. Deus!

 

AAAAAAH, ESQUECI. MUITO OBRIGADA MESMO AOS AMIGOS QUE ME DISSERAM PALAVRAS DE APOIO E AMIZADE NO FACEBOOK, e ao vivo também. Sério, aquilo foi muito importante para mim. Sinto que tenho por perto as melhores pessoas que poderia ter.


#indiebookday

por Laura SaintCroix, em 18.03.17

Dia marcado para os livros e editoras independentes.

Deixei em promoção meu livrinho, EROTISMO E O FIM DA VIDA.

MAS É SÓ HOJE (18/03/2017)

CLICA.

 

Fiz uma ilustra para promover.

ero-colour.png

Combo breaker de primeiras vezes: primeira vez que faço um cara batendo uma, primeira vez que faço um pavão, e primeira vez que faço uns grafite tão rápido. hahaha

 

Adorei o resultado.

Três corações pra mim mesma.