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Bienvenue Blog

O lugar secreto de escritos, artes, disparates, filosofias vãs, musicalidade de alma e merchan de segunda categoria.

CASTRATO [カストラート]

por Laura SaintCroix, em 19.05.17

Bonjour!

Que na verdade é noite, mas e daí.

Ouvi finalmente o single do KAMIJO, Castrato, e vou dizer o que achei de cada música. É naquele esquema, não sou profissional e escrevo com base no sentimento transmitido. Ponto. Não vou fazer como fiz com o Matenrou porque é noite e eu não posso ligar o som alto. E apesar de ter gostado da experiência, eu acho que prefiro me habituar a música antes de falar sobre ela, para ter melhor assimilação. Não é uma resenha de primeiras impressões, é só uma resenha.

 

Castrato

A faixa título, que espera-se ser a grande faixa. E obviamente não dá para se decepcionar com o KAMIJO estando por trás disso, hahaha. A música é em Inglês, o clipe é como um filme, a sonoridade é a trilha sonora de um filme de vampiros. É impressionante! De início eu achei que em Inglês iria me incomodar, mas sabe o que é? EU AMEI O SOTAQUE DO KAMIJO. Sério, o acento dele e o modo de pronúncia estão tão interessantes e gostosos de ouvir que me deu o maior orgulho. Quero guardar o KAMIJO num potinho chamado "meu coração". A única coisa que me incomodou, e estou sendo sincera, é que em dado momento da música há uma mulher narrando. Eu não iria me importar se fosse uma intro, mas é no meio da música, interrompendo o fluxo. E a voz dela não é muito agradável também...

A letra da música continua a história de Louis, e agora, ao que vi, introduz a personagem de uma mulher, se entendi bem. Eu não sei a história a fundo porque me parece que é contada juntamente com panfletos de shows, e eu não os tenho. Mas a letra é incrível, eu decorei o refrão, hahaha. "Why don't you embrace me? Beauty is all you've got. My Art is history. Guiding you to amazing days. True presence comes to you. When you make up your future. Someone like me would light up your way. Cause they sang in Castrato." Eu não tenho palavras para o quanto essa música vai ficar na tua cabeça, hahaha. Para Descendentes da Rosa é uma música maravilhosa, que mesmo o KAMIJO tendo muitos anos de carreira, é uma coisa bem diferente.

 

-361-

ESSA MÚSICA LEMBRA TANTO NEW SODMY. Eu pensei que era só eu até conversar com minha amiga e ela comentar comigo "Nossa, me lembrou New Sodmy". É uma música aceleradinha, acho que a faixa que me lembra ela é algo entre Thirteen's in the beauty e Catwalk. E para ser sincera eu amei fortemente, hahaha. Adoro New Sodmy.

 

Battle of the tower -16-

Não sei qual foi a do KAMIJO com números nesse CD, hahaha. Essa faixa é a trilha sonora para um jogo lançado no Nihon, mas não lembro o nome. É a faixa de um dos trechos do jogo. Essa já me lembra, não no som em si, mas o fato de ser uma OST que soa "perseguição", então é como as OST de Ascendead Master e aqueles CDs de OST de Vampire Stories: Brothers. Ouçam logo, é claro que vão gostar. lol

 

E é isso. Vou dar:

Isso porque estou com dó de diminuir um pela interrupção daquela voz narrando.

E porque eu editei, para mim, uma versão de Castrato sem aquela voz. Utilizei as faixas off-vocal do CD, hahaha. Ficou um brinco.

Se alguém quiser essa faixa sem a narração, apenas com o instrumental de fundo naquela parte, entra em contato comigo.

Não vou upar para todo mundo, acho isso... Isso pesa na minha consciência, e ela já é bem pesada por cada coisa que não consigo apoiar verdadeiramente (com money). Isso porque sou uma artista independente (indie), sei o quanto faz falta o apoio, mesmo que seja um artista maravilhoso já em alta.

Mas ele tem o meu amor.

 

Bonne nuit!

Imagem para a postagem, e espero que os servidores do sapo não encham tão cedo.

KAMI_17_ERO_WEB_07_02 - Copia.png

 


about PANTHEON -PART 1-

por Laura SaintCroix, em 12.04.17

Estou ouvindo o album novo do Matenrou Opera. Já ouvi uma vez no carro, a primeira, mas minha mommy () estava conversando comigo, e depois outras pessoas.

Estou ouvindo uma segunda vez e vou escrever o que acho de cada uma na íntegra.

 

Pantheon.

É a música mais nostálgica que já vi. Heróica, trágica, esperançosa, nostálgica. Tudo isso. Terminei a prévia de mãos trêmulas. E ela inteira é sublime, no patamar de Kassai. A emoção que o Sono passa na voz é espetacular (isso não é nenhuma novidade para quem é fã do Matenrou, quando ele quer fazer a gente chorar ele faz).

 

Curse of Blood.

É a faixa mais pesada do álbum, se me lembro bem. Ele grita pacas (não aqueles berros guturais, mas tom alto). Tem picos, e o "aaaahhhh ahhh curse of blood" fica na sua cabeça. E tem um coro atrás dos meninos mesmo, que parecem guerreiros, algo assim. lol

É fantasiosa. Bem Matenrou.

(três, porque ela é muito curtinha, tipo Dolce, maravilhosa e curta; e porque poderia ser mais marcante ainda, mesmo que o "eh oh curse of blood fique na cabeça)

 

Icarus.

O que dizer dessa, cara? Vão ouvir essa obra de arte e abandonem essa humilde resenha. Essa ganha só pela intro. Arranjos lindos+Sono=perfection.

(kanpai!)

 

Mammon Will Not Die.

A letra dessa deve ser bem significativa. Pelo nome. Ela é pesada nos arranjos, digo, tem bastante grave. No refrão adquire um arzinho de aventura, mas continua acelerada como no começo. Os caras sabem variar as músicas, dentro dela mesma. E pfvr, solo de teclado. Ela tem uma impressão de corrida, corrida, corrida.

 

Excalibur.

PURA AVENTURA. Próxima.

Brincadeira. É acelerada também, mas essa mantém o tom de aventura/ingresso numa jornada a música inteira. Aquele ar de "você não pode perder daquele seu inimigo" ou "faça como você aprendeu". E claro, Sono+tons altos=amor. Daí tem uns sons eletrônicos que fazem você duvidar de você estar ouvindo power metal sinfônico pelo tom de aventura, lol. Não é bem, faltou os coros para ser do "gênero", mas sei lá, não precisa, hahahaha. O ritmo do refrão pode ficar na cabeça. E eu desafio vocês a conseguirem cantar essa no tom do Sono. Guitarra aqui é bem legal, aliás, mas eu acabo me impressionando mais com o teclado.

 

Rokujin ni shinro wo tore.

A mais alegrinha. Acelerada também, mas faz você ficar com vontade de pular, não de correr. :')

O "oh oh" vai ficar na sua cabeça, ficou na minha só nas prévias. Novamente, arranjos diferentões, guitarra "ininterrupta". Podem ver que não sou boa resenhando, desculpem.

(quatro porque o oh oh vai ficar na cabeça, mas o resto é difícil de aprender e você via ficar só no oh oh o dia inteiro)

 

Symposion.

Faixa instrumental pro Sono ter descanso no meio dos shows, hahahaha. Lindíssima, super diferente e boa. Uma mistura de teclado, sons eletrônicos, algo que parece flauta, e a guitarra/baixo/bateria combinam com isso. Digo combinam porque já vi arranjos que meio que parece que não encaixa uma coisa noutra, mas não é esse o caso.

 

Nan-dome ka no prologue.

Ele faz tanto charme pra cantar o início dessa música que vai levar cinco sapinhos psicóticos só por isso.

A música? Ela é uma das mais marcantes do álbum, exatamente por não ser pesada como as outras. O refrão pega, vou estar cantarolando isso assim que aprender, porque o ritmo é solto, leve, ao tempo que quando para, é uma música nostálgica. Eu não sei como esses caras fazem isso. Ah, solinho de teclado=amor.

 

Shine On.

É puro amor, eu amo demais, já amei quando ela saiu naquele single. Música natalina cheia de esperança e brilho, uma pequena luz para quem ouve, como se nos tornássemos capazes de algo bom um pouquinho por vez (?).

 

Tomarun janee.

O nome fala por si, aceleradíssima, com adrenalina a mil. E tons altos e uma fala imperativa como em Kumo no Ito. Ela me lembrou a impressão daquela, não o ritmo/letra. É bem diferente. Na verdade não tem músicas iguais nesse álbum. Em nenhum outro.

(eu não estou sendo boazinha, tá linda, diferente, mas também poderia ser mais marcante de algum modo, é que nem aquela "RUSH". Você vai acabar adorando ela depois)

 

Nota final:

Obviamente . Mas vou apontar os """""defeitos""""", pra falar que eu não sou puxa-saco. Esperava uma mais lenta, como em Eien no Blue, Designer Baby. Esse álbum está como Justice, as músicas são bem diferentes umas das outras, mas não são todas que vão pegar todo mundo de primeira. Nem todas são uma Helios da vida. As que fizeram isso, para mim, foram Pantheon e a Nan-dome ka prologue. Mais Pantheon. Assim como Phoenix. As faixas título/que têm PV são sempre sublimes. Ouvi duas vezes o álbum, então isso são intrinsecamente primeiras impressões. Eu não sou boa com resenhas, vocês já sabem, eu descrevo por sentimentos, sou pouco técnica. Pior ainda fazendo as coisas no "ato" da coisa, com a música tocando. Mas fiz isso por questão de não perder as impressões, espero não ter acabado por perdê-las justamente por não conseguir descrevê-las.

Estou com a cabeça cansada, e a que mais ouvi foi a prévia de Pantheon, então ela é o que me fica em mente. Porém, ao ouvir as outras, você sai cantarolando se ela for a última, elas são muito peculiares, gosto do Matenrou por isso. A maioria é questão de decorar/habituar com o ritmo, e habituar não quer dizer começar a gostar de algo que não era bom, creio que às vezes você só não está pronto para aquela música ainda, e um álbum inteiro é uma carga de informações alta para o cérebro assimilar as melodias numa única ouvida. Eu demorei um ano inteiro a gostar e ouvir AVALON decentemente, e cara, é um dos álbuns mais lindos deles. Eu não estava pronta para a beleza daquilo. Esse álbum pode estar como ele, mais ainda até que como Justice, porque nesse aqui ele esculacha (no bom sentido) no high tone vibratto, como ele havia dito, hahaha.

Claramente, Sono e cia só fazem música para eles mesmos performarem, porque pra alcançar aquelas notas, meu chegado, o cara tem que ter fibra, sem baixar a nota para se adequar a própria voz.

 

Agora minhas desculpinhas: eu não estudo/estudei música, não sei termos técnicos, pode haver coisa errada, então peço que não me cobrem algo profissional, porque sou amadora. E amador quer dizer que ama, independente do profissionalismo da resenha. Eu amo Matenrou Opera.

 

Agora, Matenrou... Sono, façam uma só de pianinho/arranjo com a voz. Isso é a coisa mais linda que há.

 

Espero que tenham curtido.

Bonjour!

Estou com vontade de pintar mais rosas, e na verdade, de pintar um quadro pequeno para deixar na minha mesa. Um quadro em específico. Eu tive uma ideia ontem, hoje saiu uma foto nova e agora a ideia se multiplicou em duas e eu quero pintar duas pessoas. Para mim, para minha mesa.

Mas não tenho o tamanho de tela ideal.

Quero coisinhas pequeninas e quadradinhas, como porta retratos.

Vou ver com a minha véia se ela descola uma ida a um lugar e comprar tela assim da próxima vez que formos à cidade.

 

Hoje saiu dois PVs do Matenrou Opera, de Phoenix e Pantheon. Phoenix já estava gravado, provavelmente, e eles estão muito bonitos, eu adorei aquelas roupas. Espero que com o PV inteiro, apareça mais as cores. E o Sono andando na floresta é interessante.

O PV de Pantheon foi o que eu mais gostei, música nova. Eles estão incríveis, completamente de preto.

Pffff, EU AMEI. A M E I.

Terminei a prévia e as minhas mãos estavam tremendo. A música foi nostálgica como se eu já conhecesse.

 

E isso me lembra que eu estou devendo uma review de Lineage. Não é exatamente review, talvez outro dia eu seja mais objetiva.

Vou falar da música Lineage em si, que foi minha preferida. E olha que as outras estão lindas também, Marionette é minha segunda preferida, Inheritence tem seu quê de especial. Shadow Fang é praticamente um tema para o Cloud, a letra é todinha ele. La Musique é uma ode à beleza. A Day Without You foi a menos chamativa, faltou um quê nela para ser tão lembrada, apesar de tudo.

Mas Lineage me pegou porque é perfeita. Ela pode ser o que representa Versailles, o poder, soberania de uma banda de estética perfeita. E parece um tema de jogo épico, eu me senti jogando Symphony of The Night, HAHAHA. A letra é todinha o Rin, a personalidade dele e a história, eu acho que o KAMIJO hackeou meu pc e pegou minha história para ler, porque mesmo se fosse baseado não descreveria tão bem e tão intimamente.

Então eu amei. Ela entrou no podium de Love from a Dead Orchestra e God Palace para mim. Ela entrou em primeiro lugar.

 

La Musique preciso citar o finalzinho com o KAMIJO se superando cada vez mais na voz, o homem é imparável.

Que orgulho. Ele é meu orgulho.

 

Então Versailles e Matenrou Opera merecem:

Cinco sapinhos psicóticos.

Depois:

Cinco coraçõeszinhos!

 

Na verdade mais, até.

Sempre mais.

 

Já eu, estou sentindo evoluir de nível nas pinturas. Cara, foi tão gostoso pintar sem se preocupar em preencher 100% a tela com grossas camadas de tinta. Acho que na realidade, os pintores não estão muito aí para preenchimento. A estética é o que deve contar. Sem regras.

 

Evoluindo meu "aestheticism" com o KAMIJO. Rosas devem ser o caminho.

Foto da minha pintura. Me sigam no insta, tá ali do lado. -->

 

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Eu só não falo "nem parece coisa minha" porque tem rosa, deve parecer um pouco comigo.

Beijitos.

Bonjour! Essa resenha era pra ter saído faz tempo! Mas eu não esperava ficar doente ao ponto de não conseguir ficar quase nada no pc pra escrever ao menos uma resenha, então vou postar agora e pedir perdão pelo atraso.

 

Essa conto é da Anna Fagundes Martino, comprei pela Amazon. Quis comprar porque é de uma editora nacional competente, que [risca] não cobra o valor de uma calça para uma jovem de 16 anos [/risca] é tradicional e de uma colega estimada (ela nem deve saber disso hahahaha).

Como é de praxe, a capa, feita pela Marina Ávila:

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Achei essa imagem para comprar ainda outro dia, haha. Só achei meio chato a cor das flores não baterem com as do conto.

A sinopse:

Flores não crescem do nada - ou crescem? Para Eleanor, era o mistério que não conseguia responder: qual era o truque daquele jardineiro contratado para cuidar da estufa em sua casa e que transformara o lugar em uma floresta imaginária. Sebastian, o tal estranho, parece um homem como qualquer outro - exceto pelas perguntas desconcertantes que faz, ou pelo fato de que as plantas obedecem seus comandos de maneira muito intrigante...

 

A escrita é em terceira pessoa, no passado. Meu preferido. Gostei da escrita da autora, é uma maneira simples e poética (eu reforço isso à frente), e embora em algumas vezes eu tenha precisado reler alguns trechos para compreender se o que estava acontecendo era sonho ou realidade, eu gostei dessa sensação de descoberta. Ela está presente no conto inteiro, o que o faz lembrar um conto de fadas à moda mais pura. E eu amo contos de fadas. Eu terminei essa leitura querendo viver algo parecido, e tenho predileção por livros que me façam sonhar e ter a impressão de um sonho.

Sim, a escrita é envolvente a esse ponto, por isso gostei.

Detalhe que o tempo dos capítulos vai indo e voltando, presente e passado (não o tempo narrativo), e isso dá um toque a mais para sua curiosidade em descobrir o que está acontecendo.

O conto mexeu muito com flores, E EU AMO FLORES, SE VOCÊ QUER ME CONQUISTAR, ME DÊ FLORES PARA LER (?).

 

Vamos falar do nome do personagem: Sebastian! Eu sou apaixonada por esse nome, e como devem saber, adoro Kuroshitsuji, então qualquer Sebastian vai me lembrar o Sebastian Michaelis, o que basta pra eu gostar do personagem. Eu não estou sendo nem um pouco imparcial nessa resenha, eu adorei o personagem e sua melancolia, a sua descrição. Aliás, na aparência, ele me lembrou o Hagi, de Blood+, quando ele se disfarça de jardineiro. E eu sou completamente apaixonada pelo Hagi, chorei pra caramba por causa dele no anime, ai que vergonha, hahahaha.

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É essa a importância de se descrever um personagem, porque eu sou uma leitora que prefere infinitamente que o autor dê uma descrição ao personagem. Não tem essa de imaginar, eu quero provar o que está escrito. Eu sou o Anton Ego dos livros, quero provar.

Tirei print do que me pareceu referência para Kuro, hahahahaha. Mesmo que só na minha cabeça de merda.

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Sério, eu rolei de rir quando ela perguntou se ele era um demônio.

 

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Aqui pode ser SPOILER, então fica em azul e já avisado. Adorei a forma como o sexo foi retratado, de maneira sutil e muito apaixonante, eu gostei de verdade dessa maneira poética da autora pôr, mesmo que simples, mas poética. Não só nesse trecho, mas esse me conquistou de maneira que o li mais de uma vez.

 

Por último, para não dizer que foi perfeito, achei erros. De repetição e de digitação, bem poucos e precisaria reler para achá-los, mas uma revisão mais cuidadosa teria posto um fim a eles. Nada que atrapalhe de fato a leitura, no entanto.

 

Gostei muito e a quantia de sapos é:

De 0 a 5, está ótimo!

Vocês podem adquirir o livro AQUI na Amazon.

No Kobo.

No Google.

 

Té mais.


FINAL FANTASY IV | Parte 1

por Laura SaintCroix, em 21.09.16

Oi lá.

Cansei de resistir a ir jogar e comecei a jogar FFIV anteontem por causa do Cecil. Conheci ele pelo joguinho de celular de FF Record Keeper e me apaixonei HAHAHA, é um dos melhores personagens, porque a defesa dele >>>>>>>> all.

Well, queria jogar FFIV e enfim estou jogando. A versão é para DS, já que eu já tinha o emulador por causa dos jogos de Zelda.

EU ESTOU MORRENDO DE FOFURA.

E o drama da história é muito bem narrado, hahaha, dá vontade de pôr tudo no diminutivo porque eles são chibis, mas é muito triste, eu quase chorei na [SPOILER] morte da Anna. A história é uma graça, e olha que eu estou no começo, mas já aconteceu tanta coisa.

A comentar: adorei os nomes dos reinos. Baron, Fabul, Damcyan, Mysidia. Eles dão um clima legal pra história. Adorei as roupas deles todos, comecei com o Cecil, tem a armadura do Kain (TRAIDOR), tem a roupa da Lydia (que é meu amorzinho. ), tem a da Rosa, a do Yang, do Tellah, tudo muito criativo. Os óculos do Tellah são legais, ele é o pai da Anna. E TEM O EDWARD, pelo qual eu também estou apaixonada. Ele é muito amor haha. É covarde pra caramba e tem até uma vaga na lista de ações dele chamada Hide, na qual ele dá uma escapada do campo de batalha e retorna no próximo turno.

 

Falando dos turnos, eu achei tudo muito bem construído, porque as habilidades, até as do bardo (Edward) que eu pensei que não seriam tão úteis SALVARAM O MEU CORO CONTRA UM DOS BOSS. Se não fosse ele, eu não teria conseguido.

 

Outra coisa que achei interessante foi a Rosa dizer que ama o Cecil logo de cara no jogo. Tipo, não tem um "nossa, será que estou apaixonada?" não, tem um "eu o amo e quero ajudá-lo como puder", Rosa é demais.

Rydia, que [SPOILER] perdeu a família em Mist, é uma das personagens mais fortes. Summoner e luta na linha de frente mesmo, tem essa de ficar atrás não hahaha. E ela tem 6 aninhos.

 

Golbez é o vilão dessa joça. Vou dar uma recapitulada na história até aqui: Cecil era um Red Wing, do reino de Baron, não só um dos, mas o líder. Ele obedecia cegamente ao Rei de Baron porque o Rei era boa pessoa e o salvou quando ele era órfão, cuidando e treinando ele como a um filho. Até que ele começou a dar ordens meio estranhas pro Cecil e o Cecil ficar grilado, então ele questionou, o Rei fez ele deixar o comando dos asas vermelhas e ir para uma vila com um anel. Kain, ainda amigo, foi com ele. Chegando na vila, aconteceu o pior, tinha um monte de Bomb no anel e tudo pegou fogo. Essa era a vila da Rydia. Há alguns pormenores e profundidade na história, mas isso vocês saberão se lerem uma wikia ou se jogarem. É por isso que o Cecil é meio arrependido das coisas que fez, ele atacou inocentes que não se defenderam em Mysidia.

 

A cronologia na minha resenha está ó: uma bosta.

 

MAS VOCÊS ENTENDERAM QUE ESSE JOGO É AMOR, NÉ?

No momento levaram a Rosa do Cecil de novo. Sim, ela já tinha estado ferida uma vez.

 

Tô adorando a jogabilidade e os mapinhas, adoro ganhar presentes quando fecho um mapa. E GANHEI UMA SUPER ESPADA,  DEATHBRINGER, olha o nome dessa filha da mãe, ela é muito do mal.

Isso é típico de fantasia, mas o nome do jogo é final fantasy, então está ótimo.

 

Quero jogar mais.

Screencaps.

2495 - Final Fantasy IV (U)(Independent)__27217.pn

2495 - Final Fantasy IV (U)(Independent)__15117.pn

Olha a cara de rabugento do Cecil, eu não pensei que você teria semblante de pessoa culpada e que carrega o mundo nas costas que nem o Cloud, cara. Right in my kokoro.

E detalhe no cabelo cor de prata no screencap de cima, aaaaaaaaaaaaaaa

 

Coisa aleatória que eu lembrei: TEM CHOCOBOS.

E outra: o jogo é dublado. Eu não sabia disso, até assustei, mas o Cecil tem a voz que eu pensava para ele. Macia e jovial. Já o Kain me surpreendeu, porque é muito grave. É como uma coisa pequena e fofa falar com a voz do Stallone.

Fofa, pfvr, KAIN TRAIU O AMIGO. Só o perdoo porque meu personagem preferido em Berserk é um traidor também. Além do mais, Kain está sendo controlado, ao que parece, mas às vezes pareceu que não, que é só ciume e inveja do Cecil com a Rosa... Se for isso, você é um chato. Bobo! *sdds maturidade*

Só porque seu nome é Kain, cê não precisa trair os outros.

 

Até a próxima, talvez uma resenha de livro se interponha entre as resenhas de FFIV, mas não tenho certeza.

 

Bye bye.