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Bienvenue Blog

Maresia de inspirações, disparates, aventuras, desabafos, misturas. Aquarelo por aí também. Mantendo a alma livre o mais que posso.

Eu estava pensando sobre isso

por Laura SaintCroix, em 04.11.18

Estudar com movimentos de artes antigos / clássicos.

Bonjour!

 

Eu nunca fiz isso antes, a não ser na escola, acho, quando estudando algum, mas não é certeza.

Hoje em dia, com a internet bem mais acessível aqui em casa, eu consigo conhecer as artes de artistas antigos bem melhor e numa pesquisa simples. Isso é uma parte ótima dessa tecnologia toda, então esses dias...

Há uns cinco dias, eu tinha me sentido estagnada, artisticamente falando. Ninguém me disse isso, pelo contrário. Sou eu quem achei isso, não sei porquê.

A bem da verdade, a gente acostuma um pouquinho a ganhar confete das pessoas e sente falta disso depois, e consequentemente, uma pessoa com um pouquinho de ansiedade já se culpa por isso (eu, no caso). Eu concluí isso sozinha, e vocês podem dar risada, eu só sinto algo do tipo. Mas não quero ir a médicos, eu não vou nem quando estou doente de fato, menos ainda iria só por achismo próprio.

De toda forma, eu tinha sentido que minhas artes recebiam um pouco menos de atenção, algo do tipo, em grupos em que eu publicava. Como se as coisas estivessem monótonas, desinteressantes. Eu me senti mais culpada do que a realidade de que poderia ser uma série de fatores externos, inclusive horário e mood das pessoas.

Oh, nossa, você veio ler um artista choramingando. Hahahaha, desculpa.

Mas é como me senti. Coisas tão bobas recebiam atenção, como alguém procurando confusão política sem ter o tino crítico e social voltado a isso de fato, porque há quem tenha artes bastante políticas por cerne, mas alguns outros...

Uma enxurrada de comentários de retaliação e a festa sempre está feita.

Claro que passado uns dias eu notei que não é comigo, e que eu estou sendo boba, e que não devo esmorecer por nada. Nada.

Essa é a lei de sempre continuar, é por isso que não me aceito bloqueada por nada, "artisticamente" falando.

Talvez eu seja um pouquinho rude comigo para criar quando quero, hahaha. Não façam isso em casa, crianças.

Eu também sei quando devo parar, e estou na época disso, de parar e descansar a cabeça, pelo menos no sentido de pinturas. Vou começar a jogar Zelda, ver se maratono os jogos que tenho no Wii.

 

Falando das coisas que fiz, acabei duas encomendas e as ilustrações para o livro infantil dos meus amigos. Deus, eu estive tão abobada com as coisas que tinha que fazer que nem publiquei aqui a capa e a pré-venda.

Amanhã, se eu lembrar, farei isso.

Só consigo dizer o quanto estou orgulhosa e feliz desse projeto. Mal vejo a hora de ter em mãos o livro impresso e colorido.

As eleições no meu país me deixaram mal também, embora eu saiba que tenham pessoas em pior estado. Nada nesse mundo é à toa, disso eu tenho certeza. Esse fluxo não é uma opção.

 

Enquanto escrevo, é como se houvesse alguém isolado na minha mente, um eu verdadeiro que não se mostra e que sabe todas as palavras que deve usar, num pensamento calmo e ininterrupto até alguém bater à porta ou entrar conversando na sala.

De modo que esse blog quase acaba sendo uma crônica curtinha, só não inventada.

 

Onde eu estava...

Movimentos de arte?

É isso, e férias, e Zelda, e movimentos de arte para o próximo ano, estou animada porque comprei tintas novas, e sairão coisas lindas disso, EU ESTOU TÃO APAIXONADA POR VERDE. Eu só preciso descansar um pouquinho e jogar video-game.

O verde tem me chamado atenção, oliva, folha, sapo.

O set que comprei vem um verde lindo e cheiroso.

 

Quero estudar um pouco de Alphonse Mucha, depois alguns pintores e óleo, e ilustradores diversos de movimentos de arte. Deus, me permita fazer ao menos metade de tudo o que está aqui dentro, hahaha.

 

Também planejo escrever ano que vem, mas deixo isso para as resoluções de ano novo.

As desse ano eu estou feliz em cumprir, comecei a trabalhar com o que eu amo, evoluí nisso.

 

Evolução me lembra o assunto de estar estagnada.

Sabem, têm outros posts falando do Amano, como eu conheci as ilustrações e etc, então posso dizer com contexto que acho que me estagnei um pouco nele. Como eu digo isso sem soar mal? Quero mais inspirações, tenho medo de amar demais as ilustrações de uma só pessoa e acabar me podando para onde possam crescer mais galhos com flores que eu nem imagino. Porque por mais que eu ame, acho que tenho que ter meus próprios ramos.

Isso não é culpa de ninguém e é um sentimento tão íntimo que eu não deveria nem estar pondo em palavras, porque pode ser só para os meus olhos, os outros podem não dar uma fod* para isso, porque não percebem, porque não concordam, porque não acham o mesmo.

E eu mesma, no momento seguinte, acho que escrevi/pensei bobagens e que deveria apagar, mas não vou. Pensamentos não são um texto em revisão. Acho algumas artes minhas inspiradas demais, mas ao mesmo tempo não, porque sei que não é o mesmo, sei que não fiz por fazer assim, por isso talvez esteja só na minha cabeça, hahahaaaaahhhhh, me embananei. xD

 

De uma coisa é certa, eu sou eternamente grata com o trajeto até aqui, ao Amano, pelas inspirações admitidas ou não, até subconsciente sob o qual não tenho todo o controle (ou nenhum).

 

Por isso acho que vou fazer mais rotas nesse mapa, mais arte, expansão, para que outros artistas invadam meu subconsciente. Talvez seja um trajeto para retornar ao início com mais e mais bagagens espirituais. Gosto desse pensamento.

 

Sem medo. Eu nunca tive medo de fazer arte nenhuma nessa vida.

 

dontforget.jpg


ψ( ` ∇ ´ )ψ [pessoa que não sabe o que dizer]

por Laura SaintCroix, em 20.09.18

Bonjour!!

Há quanto tempo **sorriso amarelo** de novo...

Mas ainda não desisti do blog, não tenho outro lugar pra esvaziar a cabeça que não aqui, quando não posso redigir um conto.

 

Graças a Deus há muito acontecendo e eu estou muito feliz, mesmo, só que hoje amanheci meio ruim porque não dormi bem. Estou meio que 60% só.

 

Eu tenho pintado aquarelas a todo vapor e tenho ficado muito feliz com elas, não sei nem se essa é a palavra.

Tenho que fazer uma surpresa a uma sobrinha/prima, e quero que fique fofo para ela, algo em biscuit.

Tenho que elaborar uma ilustração legal de uma cena que passe emoção e algumas lágrimas discretas, e sabe, EU NÃO TENHO IDEIA DO QUE FAZER, ainda.

Quero comprar um console e um jogo.

Quero (re)aprender a tricotar, coisa que eu fazia quando pequena.

Quero aprender a fazer crochê e bordado. Eu amo costura.

 

Eu amei o filme de Bleach que a Warner Japan fez. Uma amiga linda me emprestou a conta dela e eu pude assistir, haha.

Preciso continuar fazendo alguns contos, tenho um teatro para fazer também, e preciso fazer um coração 10/10 pra isso (vai ficar incrível!).

 

Esse post é caótico e quase uma lista de afazeres que eu sentei para perder um pouco de tempo organizando minha mente.

Eu sou um pouquinho ansiosa. ^^"""

 

Estou esperando uma resposta também, para iniciar outra aquarela. Esse final de ano vai ser todo, todo. Me faz lembrar que o que eu desejei no ano passado acabou se realizando. Eu queria trabalhar com encomendas e aquarelas, e olhem só. Não é como se eu estivesse vivendo sozinha disso, mas ver as pessoas felizes com os resultados que eu entrego é renovador, acho que era disso que eu estava atrás, não sei dizer.

Se eu vim para a Terra para pintar, acho que é para fazer isso pelas pessoas de algum modo também.

Isso pode soar um pouco egoísta, mas meu cérebro hoje só está filosofando até aqui.

 

Ganhei um colar da Akatsuki da minha sobrinha, eu amei!

Ganhei perfumes de mamãe também, Natura Una Senses, que eu amei demais. Amadeirado, adocicado, único como o nome. Eu gosto de perfumes assim.

 

Recentemente estou apaixonada nas músicas de Bleach, cantadas pelos personagens, principalmente do Byakuya, hahaha. Eu não mudei nada desde o último post sobre ele, em 2012. (procurem pela tag) Os dubladores são realmente incríveis cantando também.

 

Bom, estou esperando o lançamento do projeto novo do vocalista do Matenrou Opera, Sono. Eu não lembro o nome da música, é algo com chuva e arco-íris e Tóquio. Eu acho.

 

Tenho ganhado muitas coisas boas no meu joguinho mobile, Final Fantasy Record Keeper. Cloud husbando está upado.

 

Ahhhhh, estou eufórica/feliz/atrapalhada e ao mesmo tempo precisando dormir e sem saber realmente o que fazer, por estar esperando respostas. É um meio termo entre iniciar algo e ter que parar quando a resposta chegar, e não conseguir descansar porque tenho muito a fazer.

 

Então vim escrever no blog pra dizer que estou bem.

 

IMPRIMI CARTÕES também, ficaram tão lindos!!!!!!

O excesso de ! foi o quanto que eu adorei.

 

Tenho um site lindo agora também. Aqui.

Ter um portfólio organizado dá um gosto.

E tenho uma página também!

A Q U I.

 

Acho que divulguei, falei, desabafei, informei. Agradeço aos meus amigos que me apoiam no âmbito artístico também, eu não poderia prosseguir muito longe sem essa "união faz a força".

Sabiam que o KAMIJO reconheceu aquelas ilustrações que nós fizemos? Um grupo de ilustradores (eu junto, haha) fizemos ilustrações das histórias dele, e ele postou isso e agradeceu o artbook. Ficamos sem nos aguentar de felicidade. Eu nem sei se já disse isso aqui. lol

Depois foi entregue outro artbook, mas a minha amiga que o fez não nos deu muita notícias sobre, ou eu perdi em algum canto a informação. De toda forma, eu espero que ele tenha reconhecido o que eu fiz, haha. Nesse eu realmente fiz muitas mais que no outro artbook. Foi um treinamento e um contentamento.

 

Ainda tenho que fazer resenha de um livro que ganhei do meu amigo, sorte eu ter anotado as impressões.

 

Ano que vem vou me focar em aprender Japonês. Talvez daqui a dois anos eu vá para o Japão. Será que consigo aprender até lá? :P

 

Post que vem, talvez eu faça uma playlist de Agharrin só com músicas japonesas.

 

Cara da postagem:

submerso.jpg

Uma das últimas aquarelas, com decoupage. Quase coloquei lã também, haha. Minha mãe voltou a tricotar e tem tanta cor aqui em casa! hahaha

Amo minha véia.

 

Devo ter esquecido de algo, mas não tem importância ter esquecido de pôr. Aqui fora eu tenho muitas listas do que fazer.

 

Quero comprar aquarelas internacionais, mas mais para frente.

 

Keep on burning soul!


Happy B-Day KAMIJO!! <3

por Laura SaintCroix, em 19.07.18

Bonjour, que na verdade é bon-tarde.

Hoje o post de aniversário está atrasado porque eu fiquei ocupada o dia inteiro com coisas pequenas, mas que ocuparam meu tempo, like conversar sobre um projeto lindão que vem por aí, plus ajudar a grampear cartões, cuidar das minhas peixas, revisar um livro, comer e assistir Naruto (importante)...

E dar aniversário ao próprio, assistir a uma mini trasmissão de live que ele fez, ver ele limpar bolo na roupa, hahahaha.

Eu amo esse cara.

Ah, também estava organizando o aparelho celular de maínha.

 

Nesse momento estou ouvindo Ikare wo kure yo de Glim Spanky e eu realmente gostei da voz da vocalista. Ela é ardida e bem solta, um pouco rouca. Precisava ouvir algo diferente.

 

Sempre vem aquele branco momentâneo sobre o que eu vou falar sobre alguém de quem já falei tantas coisas, minha mãe costuma dizer que se for por mim, ele vai pro céu.

 

Esse ano eu vou desejar tudo de bom e do melhor, que Deus o abençoe (sempre!), agradecê-lo por dar o melhor dele durante mais um período, agradecê-lo por sorrir e por nos tornar felizes só com isso.

E dizer para ele e para quem ler isso o quanto estou feliz em ter participado de dois projetos esse ano, com outros fãs, me sentido inclusa nisso, porque é muito gostoso quando é um assunto que você ama. Estou feliz porque ele vai poder ver isso, e feliz em dizer a ele que ele é uma das forças motrizes para a minha arte. Ainda é, embora hoje outras coisas me influenciem também, mas a chamazinha no fundo do coração começou por sua influência. Isso é pauta repetida, eu sei. É que não me canso.

Também, estou feliz pelo que posso apresentar esse ano, de alguma forma. Eu me sinto tão bem e tão grata por conseguir expressar isso de alguma forma através de artes que nos dias passados eram sonhos distantes.

 

KAMIJO agora também está escrevendo uma história, eu acho isso tão fantástico que queria eu ter tido essa ideia, hahaha. Já tem 22 capítulos. Eu preciso ler os últimos que saíram.

 

Eu vou postar uma das artes aqui, uma que amo.

Elas eram inicialmente para o aniversário, mas ao que parece, não deu muito certo e acabou sendo para um show e comemoração de anos de carreira.

 

KAMIJOproject2_The King.png

 

Deitado em uma cama de rosas, a capa para o alto. Estou com muita vontade de pintá-lo de novo.

 

Happy B-Day.

Me convidem mais vezes para ilustrar o meu assunto preferido!


KAMIJO / Versailles / LAREINE Discography

por Laura SaintCroix, em 06.07.18

Mas não se animem! Não é download, eu não tenho franquia para isso. Eu já até tive, mas os arquivos expiraram.

Bonjour!

 

Prometi há uns dois meses que iria upar aqui uma listagem dos álbuns do KAMIJO e cia, e só agora deu para eu fazer isso de fato porque eu tive um monte de pepinos com meu notebook, mais alguns trabalhos de ilustração, mais cuidar das minhas peixas, e é isso, então peço perdão pelo vacilo pela demora.

 

Eu disse à pessoa "vou listar em ordem alfabética", e assim o farei. Kore ga ore no nindou da.

Primeiro do Versailles.

 

A Noble was Born in Chaos
Anthologie
Ascendead Master
Ascendead Master A
Ascendead Master B
Ascendead Master C
Cross Gate 2008 ~chaotic sorrow~
Destiny The Lovers
Holy Grail
Jubilee
Lineage ~薔薇の末裔~【初回限定盤】
Lyrical Sympathy
Lyrical Sympathy -LIVE-
Noble
Noble -LIVE-
Node Of Scherzo
Philia
Prince
Prince & Princess
Rhapsody of The Darkness
Rose
The Greatest Hits 2007 - 2016
The Revenant Choir
Versailles

 

Eu estou com tanta preguiça de colocar os nomes das músicas... Na verdade isso é fácil de achar. Então, no lugar disso, vou colocar curiosidades de lançamento e coisas que eu sei. Torna mais único, não?

As edições de Ascendead Master são diferentes porque vêm com uma faixa de trilha sonora de cada parte de um pequeno filme que o Versailles fez.

Cross Gate 2008 ~chaotic sorrow~ é um tipo de compilação com vários artistas, Versailles só tem uma música nele, que é Sforzando. A outra música que presta nesse álbum é a do Matenrou Opera, Honey Drop. Os artistas eram dos selos do KAMIJO e Kisaki, muito provavelmente. Do KAMIJO é a antiga Sherow Artist Society, Matenrou estava nela na época.

Lineage ~Bara no Matsuei~ foi um single especial distribuído em lives, mas a internet dá um jeito de conseguir as coisas. O nome faz referência ao nome do fanclub, e como o fãs se denominam. Descendentes da Rosa. Eu não me lembro se venderam o single fora depois, acho que sim. É o último que lançaram até aqui, mas com certeza vem mais por aí. KAMIJO e cia estão levando as carreiras à parte também, mas ele já garantiu que não esqueceu do Versailles. Lineage é uma obra prima, a faixa nome é digna das antigas masterpieces do Versailles, como The Love From a Dead Orchestra ou mesmo Aristocrat's Symphony, eu amo Lineage.

Single Prince também foi distribuído em shows, se não me engano.

O single Prince & Princess tem uma instrumental a mais, além de Princess, chamada Silent Knight. Deve ter sido algum trocadilho de época de Natal, haha.

Rhapsody of The Darkness foi o primeiro single apenas digital deles, e quem fez a capa foi o Teru. Ele é designer também.

The Greatest Hits são regravações muito bonitas, mais duas músicas novas. Melodic Thorn é a coisa mais linda do mundo, o mesmo gosto de obra de arte das músicas antigas do Versailles.

O single Rose tem a faixa chamada Ayakashi, que é o mais próximo que Versailles vai chegar de ser japonês, HAHAHA. Também tem a versão japonesa da música Love Will Be Born Again, lançada primeiro no álbum Holy Grail. E a versão de The Red Carpet Day aqui é muito linda, pois foi regravada. KAMIJO muda bastante o timbre de voz conforme o tempo. Eu sonhei com o encarte desse single sem que ele tivesse saído, e eu vi que tinha acertado as imagens quando vi o encarte a primeira vez (isso é uma curiosidade particular, hahaha).

Jubilee foi feito apenas com os quatro membros, o primeiro álbum sem o Jasmine You.

Masashi entrou em Destiny The Lovers, se não me falha a memória.

The Revenant Choir tem diversas faixas experimentais faltando um instrumento e tendo o vocal, e então apenas a faixa instrumental sem vocal, chamadas de Lesson, como se fosse para você complementar a música em casa para aprender. Obviamente tem a música completa também.

 

Acho que é isso, por ora.

Vou partir para KAMIJO.

 

Hajimari no Yoru
Heart
Louis ~艶血のラヴィアンローズ~
Mademoiselle
Moulin Rouge
Nosferatu
Royal Blood -Revival Best-
Sang
Symphony Of The Vampire
Yamiyo no Lion

 

Hajimari no Yoru foi um CD que vinha que com os calendários de 2015. Dá pra achar a música, é de piano bem lentinha. Já consegui dormir ouvindo.

Heart pode ser separado como He/Art, a arte dele. Tem significado dentro das histórias que o KAMIJO cria. No Versailles, era a história dos dois clãs, um de vampiros e o outro de humanos, eu não sei ao certo porque temos que ver por encartes, panfletos e shows, mas era algo assim. Agora, solo, KAMIJO recria a história do filho de Maria Antonieta, encarnando como ele, fazendo-o sobreviver. Heart é relativo também ao reino de artistas vampiros, Império RoseCroix (inclusive é o nome do novo fanclub), e Heart também narra um pouco de quando o vampiro Louis se apaixona por uma pintora (eu me sinto pessoalmente tocada com isso. ).

A história é muito longa e abarca todas as músicas dele, eu não posso falar tudo nesse artigo.

Louis ~Enketsu no La Vie en Rose~ foi o primeiro da carreira solo.

Mademoiselle certamente é a garota.

Moulin Rouge até hoje eu me pergunto o que é?????? Mas é uma música maravilhosa.

Nosferatu é o single antecessor de Sang, e fala sobre a nação de artistas, pelo que li nas letras. Mas posso estar errada, é meio confuso, como dá pra perceber. É como montar um quebra-cabeças.

Royal Blood é um álbum com algumas regravações de músicas do LAREINE.

Sang é o álbum mais maravilhoso já criado. As faixas têm história, ele canta bastante em Inglês (eu amo o sotaque dele em Inglês).

Symphony of The Vampire conta grande parte da história de Louis, quando ele escapa da prisão da Bastilha, salvo por Beethoven, o outro Louis. As músicas e o clipe são uma única coisa, é uma sequência, como uma musica ininterrupta. O clipe é basicamente um filme.

Yamiyo no Lion é uma possível destruição da Bastilha, tem essa faixa no single. Também deve ser a forma que o KAMIJO enxerga Louis, ou quer que o vejamos. KAMIJO mudou toda a melodia e letra uma noite antes de gravar tudo.

Acho que é isso.

 

Agora LAREINE!

Vamos a uma longa discografia. O nome é uma homenagem a Maria Antonieta também, e alguns visuais são referência a Oscar François de Jarjayes.

De antemão, aqui também há a história de Lillie Charlotte e Jeremie Florence de Jarjer, uma história romântica que foi lançada até mesmo em alguns encartes junto dos CDs, com as histórias. Têm cartas, os dois morrem e reencarnam, e há uma separação, é lindo e é uma tragédia. KAMIJO é ótimo com histórias. É a forma de ele ser um escritor.

Também algumas coisas foram ilustradas pela mangaká de Versailles no Bara, Ikeda Ryoko.

KAMIJO é muito fã.

Eu vou colocar um print nessa aqui, porque está tudo com data.

LAREINE é minha banda do coração, não existe magia que se iguale, ou época, ou amor. É tudo único, memorável, nostálgico e bonito. Nós queremos viver, essa sensação de acordar de um sonho. Eles passaram isso perfeitamente, mesmo nas épocas em que nem eles conseguiam estar tão bem por causa de brigas internas, ou mesmo desânimo. Essa banda foi uma das melhores coisas que já existiu. Eu dou graças de o KAMIJO e os outros da banda terem se reunido um dia desses, principalmente o Machi. Eles choraram, Machi disse que viu as lágrimas de um vampiro. Foi uma época maravilhosa, eu não tenho palavras pro quanto isso faz parte de mim e me construiu. E sim, a voz grave, poderosa e bonita do KAMIJO hoje era essa voz ainda mais suave, nostálgica, melifluída e que parecia que iria se quebrar de tão delicada de antes. Não me pergunte o que aconteceu.

 

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lareine2.png

 

Espero que isso seja útil.

Não vou fazer do New Sodmy hoje, talvez eu edite outro dia. É uma banda entre o LAREINE e quando se separaram um pouco. Tem os detalhes na biografia que escrevi do KAMIJO aqui no blog.

 

Parte 1 e Parte 2.

 

Foto da postagem:

3.jpg

Bonjour!! Hoje, num dia mui especial (meu aniversário, 24 aninhos), trago a ultima parte da resenha do livro Tratado Oculto do Horror.

Estou feliz, passei o dia bem, apesar de resfriada, e conversei com amigos, ganhei chocolate de presente da mommy e do papai, então estou muito bem e redonda. E teve One Piece novo, então isso é um plus.

Ganhei teaser do PV do Matenrou Opera como presente, hahaha. Estou empolgadíssima.

 

Resenhas contêm spoilers. Eu não sei resenhar sem dizer alguns, só deixo o aviso. Tem gente que gosta de ler spoiler, então não é de todo mal, né?

Minhas opiniões são acerca dos contos, já que conheço só dois ou três autores de longe, e dois são meus amigos .

 

Capa:

capa_tratadooculto.jpg

46- A Lua de Agosto - Leandro Bernadello Unzueta.

Eu gostei da narrativa deste, mas pela história falar e não levar de fato a lugar algum (????), não ter uma criatura muito marcante ou mesmo dar medo de verdade, me deixou na mesma, como se não tivesse lido nada. Assim, eu sei que é chato e é uma sensação ruim, mas faltou um quê. Pelo menos eu gostei do título e do nome do autor.

Nota: 2

 

47- Espantos - George Au Costa

A nota desse aqui vai para a cena um pouco perturbadora e talvez esteticamente legal dos corpos mortos ainda em pé. E só, porque eu não gostei muito do tom da narrativa, ele me pareceu muito "oh, prestem atenção em mim, oh, sou escritor, oh, estou morrendo, oh... sou amaldiçoado!", dá vontade de dar um tapa e falar "cresce, bro!". De toda forma, não foi o pior. A cena mencionada realmente foi interessante, nada que tivesse aparecido no livro, e já que a essa altura eu o li todo, não apareceu em lugar algum.

Nota: 2

 

48- O caso de Alex Hull - Alécio Medeiros

Entendi o intuito desse conto, ser mais psicológico que qualquer outra coisa, mas a execução não foi condizente. A escrita... como eu posso dizer? Pareceu um pouco imatura para o que se propunha. "Parecia isso", "parecia aquilo", com receio de usar de metáforas e confundir as pessoas. Acharia mais profundo e melhor se tivesse descrito sem medo, dado a bordoada.

Então o conto ficou um meio termo meio "meh".

Nota: 2

 

49- A criança - Elizabeth M. Waserez

Esse aqui foi interessante e medonho à sua maneira, a criatura usada e o decorrer foram ótimos, mas chegou no final e... Ficou meio previsível. Não foi ruim, nem mal escrito, só não me surpreendeu ou agradou muito. Embora eu também não saberia que fim da a isso.

Bom, é um bom conto e dá medinho, leiam.

Nota: 3

 

50- Era uma vez... Eu - Letícia Kiraly

Que título bosta. Hahahaha

Infelizmente, o conto também. As pessoas parecem achar legal ou gostar de escrever sobre crianças irem buscar asilo na cama dos pais com medo de pesadelos e os pais nunca estarem lá. Ou estarem mortos. A construção de contos assim é sempre parecida, pesadelos > não dorme > criança vai ao encontro dos pais > encontra-os mortos > encontra a criatura dos pesadelos. É um excesso de Freddy Krueger.

Esse conto me surpreendeu só um pouquinho lá pro final, onde o vilão é... o Sr. Bins.

Mas ainda assim eu acho de muito mal gosto histórias com esse tipo de horror gore por gore, sem rumo, com crianças.

E cara, um garotinho de oito anos desejar infartar?????

Nota: 1

 

51- Serra das Araras - M. A. Thompson

O protagonista desse conto é um cara com que dificilmente criamos um pouco de empatia, já que logo de início ele começa xingando desnecessariamente e com seriedade uma prostituta, e assim, é difícil gerar empatia com um personagem que não a tem em si. É estranho.

Porém, eu vi que foi proposital, um personagem com uma voz peculiar. Me pergunto por que o autor fez assim, mas é interessante de toda forma.

O jeito de narrar também achei interessante e diferente, bastante simplório.

Só o que não achei interessante foi o que raios aconteceu. Parece que o que chama atenção aqui é a narração e o jeito do personagem falar, porque de história mesmo é só um "causo".

Nota: 3

 

52- Nosso medo - Bárb. Fratis

Me senti meio (????????????) com esse também, porque ele conseguiu ser bom e péssimo ao mesmo tempo. É um horror jogado como vários outros nesse livro, jogado quando eu digo é no sentido de sem ter um objetivo muito claro além de espalhar sangue. Parece que a pessoa sentou na cadeira e pensou "Puts, qual a melhor forma de eu causar medo / horror com um conto, hmmmmm, vou torturar uma criança fazendo seu pesadelo criar vida, vai ficar ótimo" e daí sai isso que eu falei num conto atrás.

Não é que não possa ser horrível, não se possa fazer isso, ou algo assim, mas meu particular se assusta um pouco com o quanto a imaginação das pessoas se extende a simplesmente fazer uma criança se matar num conto. Foi o que deu a entender aqui nesse conto, onde o pai também fez um pouco de questão de ir pelo caminho mais fácil do "É coisa de criança, logo passa". É sempre assim.

Eu não consiguiria escrever isso assim, uma morte largada por um pesadelo, eu acho que se fosse pra eu fazer algo do tipo, eu iria querer desenvolver muito um background para isso, uma coisa que beirasse o absurdo e olha... Ainda assim eu talvez não fizesse, isso é muito desesperançoso.

Achei o conto bom, por outro lado, porque a narrativa é ótima, as palavras usadas, descrição, ambientação. Só peca na história. A nota é pela boa escrita.

Nota: 2

 

53- Sobre trailers e maldições - Hedjan C. S.

Esse aqui foi um dos bons e dá umas coisa na beira do estômago, hahaha. Mas é muito divertido, achei bom pra caramba, então não vou falar nada. É uma boa condução, boa escrita, despretensiosa que faz um ótimo trabalho.

Nota: 4

 

54- A carta do diabo - Emerson Galeno

O que posso dizer, foi um dos poucos que eu desejei não ter lido. O nome é bobo, o protagonista do conto é um canastrão que se acha herói e mártir e acaba sendo um imbecil de filosofia rasa, e até aqui eu não sei se o autor quis isso ou se ele achou a proposta convincente de verdade. A temática é basicamente uma ofensa até à inteligência, começando com alguns fatos tirados de alguma pesquisinha que até eu posso fazer... Ahhh, queria desler.

Nota: 0

 

55- A horda alada - Rodrigo Luiz da Silva

Eu vou passar o resto da minha vida lendo esse título como "A hora alada" até ver que é "horda".

A escrita desse foi com muita sede ao pote e ficou depressa, fora o fato de que os diálogos... bem meia boca. Não pareceram muito convincentes.

Porém, pela temática e criaturas, achei interessante.

Uma pena desandar no final, bem na última frase. O que raios aquilo tinha a ver? Em caixa alta?

Nota: 2

 

56- O galã de Cambará - Eduardo Silva Francisco

Esse aqui também tem cara de ser um causo do interior, mas muito bem narrado e curioso. Só num momentinho uma das frases ficou dúbia, mas com um esforço a gente entende quem mordeu quem. hahaha

Inusitado e bom, mostra bem o ditado do "aqui se faz, aqui se paga".

Nota: 3,5

 

57- A Invocação - E. S. Siqueira

Revirei meus olhinhos lendo "invocação" e pensando "outro...". Com a diferença de que esse até que foi bem escrito.

Seria mais ainda se não fosse escrito com aquelas benditas pontuações quebradas. Assim. Desse. Jeito. Que. Ódio.

Não que não funcione, mas funciona ainda melhor pra me deixar pistola.

A nota, então, é pela narrativa, palavras usadas, o que é contado, o desenvolvimento da lenda, se você gostar desse tema de invocar e tal, é o seu conto, um dos melhores. Mas como para mim isso é meio carne de vaca e não me chama atenção... A nota é pela qualidade narrativa mesmo. Eu leria outros contos do autor, contanto que ele parasse de pontuar como se não conseguisse usar vírgula.

Nota: 1,5

 

58- Medo Ancestral - M. P. Grino

Rimas com verbos, aaaaaa. Esse conseguiu ser muito interessante, me surpreendeu no finzinho, mas nesse caso aqui a escrita é meio enfadonha, infelizmente, principalmente na parte que começa o tom de profecia / fala da criatura. Eu imagino que com um pouco mais de lapidação nas mãos certas para ensinar e uma faixa maior de caracteres, esse conto seria muito bom e surpreendente.

Nota: 2

 

59- Mundo Discreto - Felipe Penna

Esse conto aqui é um dos mais curtos e melhores que li. Nota máxima porque merece, é disso que eu falo quando falo em usar crianças no horror, eu gosto de coisas como esse conto. E a narrativa é muito boa, ambientação e mistério, e proposta e objetivo do personagem, tudo em pouco tempo e bem desenvolvido. Eu adorei!

Nota: 5

 

60- Nightmare - Raphael Malta

Bom... Por que o nome em Inglês e o que foi que eu li?

Prometeu um mistério interessante e isso se susteve até o meio, eu estava curiosa e levei um balde de água fria porque sabe o que acontece?

Nada.

Nota: 2

 

61- O presente do outro mundo - Pedro Arossa

Parece que foi o trecho das promessas não cumpridas. Esse prometeu algo interessante também e ficou só nisso. A impressão foi de que o autor se embananou no próprio mistério e ficou por isso mesmo, embananado.

Nota: 2

 

62- A noite mais fria - Jonathan Lucas

Esse aqui é incrível pela narrativa toda chique e bem feita, o mistério é ótimo também, mas a criatura e o motivo do conto são fracos. É claramente algo relativo ao Lovecraft e aos terrores inenarráveis dele (que eu nunca li, mas ouvi falar, um dia leio). Então é um ótimo conto pra quem venha a ser fã do cara. E se você, escritor, não é, me perdoa a comparação.

Eu gostei, apesar dos motivos. Porque olhando por outro lado, o conto te entretém com um saco de vazio misterioso. Um saco de ira, propriamente dita. E mesmo sendo só isso, entretém.

Nota: 4

 

63- O contrato - Ingrid Callado

Esse é bem feito pra caramba e o prazer triplica se você for fã de Kuroshitsuji e mentalizar o Sebastian. É, eu disse.

Mesmo no finzinho mórbido do conto.

A escrita é regular e a condução é boa. Passagem de tempo ótima também.

Nota: 3,5

 

64- Três da Manhã - Daniele Oliveira

Olha o que eu disse sobre crianças e medo. Aqui a história dá uma invertida estranha, mas não é tão interessante ao meu próprio ver. Pelas pistas, é fácil de prever.

Mas gostei disso, porque é um dos contos que não chamou o leitor de bobo e deixou ele pensar um pouco acerca da origem da criatura.

Não é muito marcante porque não é meu tema preferido, mas não é o pior.

Nota: 3

 

65- O gosto do beijo - Lina Dalia

Bastante diferente, a leitura é gostosa, rápida, ágil e entendível. Outro conto sobre o karma, eu acabo gostando desse tema de justiça do céu, hahaha.

Nota: 3,5

 

66- Reflexos - Raissa Ribeiro Martins

Os nomes desse parecem aqueles livros traduzidos, porque são nomes bem americanizados, parecendo daqueles livros que originaram True Blood e que esqueci o nome agora.

A condução é boa, o meio dá a entender outra coisa propositalmente, o que achei bem interessante. No finalzinho o fato de a mulher acabar levando a pior me deixou meio bolada, porque foi meio inútil tudo o que ela conseguiu descobrir até ali.

Gostei da escrita, mas é, parece coisa traduzida. Isso não é ruim, tho.

Nota: 3,5

 

67- Guardião - Samuel Treméa

Uma pena um dos únicos contos com animais ser assim, pareceu uma crueldade meio sem rumo. Deu medo, pra caramba, mas ao mesmo tempo deu pena porque simplesmente foi de mal gosto tacar um cachorro na parede. Nós ficamos no vácuo de saber o que ou quem ou por quê. Poderia ter usado o cão, mas feito ele fugir de alguma forma, ou pelo menos nos dar uma explicação para o que merda havia acontecido. A sensação de perda perdura e é chato, um chato insatisfatório em se tratando de um conto, talvez eu possa chamar de falha.

Nota: 2

 

68- Tarde demais - F. C. Camargo

Parece até algo sério quando lemos o título, mas é só um fantasminha, sério. A maior surpresa do conto é uma coisa meio clichê que eu nem vou dizer ou vocês não terão surpresa alguma. hahaha

Nota: 2

 

69- Pérolas Negras - Thayná Caetano

Outra vez o que eu disse, pesadelos, pais, morte. Mas dessa vez temos a bela construção de frase "Deixou a casa em prantos" que dá a entender... Isso mesmo, uma casa que chora.

Nota: 1

 

 

Considerações finais:

 

Eu gostei muito do livro, foi um presente de um amigo, mas também porque eu achei os contos bons. Tem alguns que eu tenho vontade de arrancar fora, mas isso seria vandalismo, hahaha.

Meus preferidos foram os de nota maior nas resenhas, claro.

Principalmente o único de nota maior nessa última parte.

 

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Muito obrigada por lerem e, qualquer coisa, só me dizerem por comentários, e-mail, sinal de fumaça... O que quiserem!

Beijos e abraços mil!