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Bienvenue Blog

Maresia de inspirações, disparates, aventuras, desabafos, misturas. Aquarelo por aí também. Mantendo a alma livre o mais que posso.

bONJOUR!

Eita, não vou apagar.

Hoje é um dia mais ou menos calmo, não tanto porque minha mãe passou mal e teve que ir à Santa Casa, nada grave, mas é bem chato e eu estou um pouco preocupada.

 

Resenhas contêm spoilers. Minha palavra com imparcialidade é com relação a amizades, autores, editoras, regras e coisas do tipo. Não sou imparcial se não gostei do que li, se não achei bom, posso até ressaltar que a escrita e história sejam condizentes, mas a nota final é de acordo com meu gosto pessoal.

 

Capa:

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26- Fragmento do demônio - Matheus Ferraz Rodrigues

O nome desse conto aqui passa uma coisa que ele não é.  Se não estivesse numa antologia, eu jamais leria isso, só pelo título, e eu estaria perdendo um conto bom pra caramba.

Um dos que mais adorei até aqui; escrita fluída, boa, tema que eu gosto, sem tirar nem pôr. Eu não mudaria uma vírgula. Os diálogos são ótimos e fluídos também. A trama ao todo é a que mais me agradou porque teve um motivo que não simplesmente evocar algo demoníaco. A ambientação e condução fez com que tudo parecesse só mais um dia na vida do protagonista do conto, e essa impressão é ótima, porque ele já viva antes de nossa leitura e vai continuar a fazer o que ele faz. Não pareceu uma situação criada só pro conto, entendem?

E outra, é o único que pareceu ser um vampiro. Que me lembre, eu não estou relendo as resenhas.

Acho estranho que num livro de horror todo mundo escolher demônios quando vampiros são muito mais legais.

Fora o fato de que ninguém se "aproveitou" de coisas que as pessoas têm medo mesmo. Palhaços, aranhas, escorpiões, animais que afetam o psicológico de momento. "Fulano, acabei de ver uma aranha" e seu cérebro já fica em alerta e qualquer coisa que relar em você, você pula "Meu Deus, a aranha", e na verdade é só uma folha. Grilos também são ótimos, minha mãe odeia e morre de medo. Coisas que mexem com o psicológico real. Eu sei que tem gente que tem fobia, mas em se tratando de escrita, escritores podem usar disso. Até mesmo quem tem a fobia em si pode escrever sobre se quiser. Depende de cada um, do escape de cada um. E numa antologia, se é algo ruim para você, você pula o conto e segue. Então sinto falta de terem usado coisas que implantassem medo psicológico nos contos. Um livro inteiro e eu só senti medo de encontrar a pessoa do segundo conto, Sra. Heart. Isso não é uma crítica a esse conto aqui, é claro. Só me ocorreu e eu escrevi.

De toda forma, parabéns, adorei esse conto.

Nota: 5

 

27- Umbra - Everton Medeiros

A pessoa que escreveu esse conto deve achar que reencarnar é um pesadelo, haha. Enquanto lia, achei o conto inteiro que iria se tratar de uma coisa assoladora. E não.

Não gostei, entretando, justamente porque a quebra de expectativa aqui foi muito ruim. Achei que seria algo mais profundo que um poço de escuridão para uma outra vida. Não seria mais sórdido se caíssemos para o nada? Se só caíssemos para sempre, por razão nenhuma? Eu também iria detestar um conto com esse fim, mas ao menos a expectativa poderia agradar um pouco mais, eu acho. Tem ótimos jeitos de usar escuridão.

Nota: 2

 

28- Lichtl - Itallo Chagas

Esse conto deveria estar num livro de comédia. Não é possível que alguém escreva o que eu li aqui a sério. O conto se trataria de um nefelim, pelo que amigos me disseram, mas a criatura que dá nome ao conto carece de uma pesquisa minha, mais aprofundada, porque só no google eu não achei. Mas a criatura em si não é nenhum problema. A mãe e o pai é que são. A escrita também. Não vou dizer que é ruim, mas não é boa e poderia ser muito melhor. A pessoa não sabia se narrava em tom épico, moderno, folclórico (como se narrasse uma Cinderella) ou tudo junto. Não optou por nenhum e ficou uma farofa. Vou dar a nota abaixo só porque gargalhei.

Ps: para dar uma curiosidade, é um eufemismo para "pênis" dado nesse conto. Vale a pena ler só para rir.

Nota: 0,5

 

29- A Escuridão dos Olhos Teus - Stephanie Santana

Um bem ruinzinho. O suspense se mantém morno, eu não teria continuado a leitura se não soubesse que era curto (e não tivesse TOC de ter que ler se comecei). O começo é no mesmo ritmo do conto de uma amiga, Sangue e Prata, mas depois desanda. Começa com ação. Depois a pessoa enrolou tanto, mas tanto, com diálogos que não disseram nada com nada (ruins, rasos) que você termina de ler com um alívio de ter acabado.

Não é o pior da antologia, imagine, mas com um zelo a mais pelo segmento da história e lapidação na trama para dizer o que se queria dizer e ficaria bom.

Nota: 2

 

30- Sangue Sobre Mobília - Carlos Eduardo Silva Pinheiro

Enquanto lia os títulos dos contos para marcar os que eu achava que iria gostar, esse aqui foi um dos que pensei comigo "gostei desse título".

E lendo-o, é algo que eu mesma teria escrito, porque é o tipo de coisa que gosto e meu jeito de narrar é mais ou menos isso. Tipo de palavras usadas, clima, narração. Porém, o rumo da história não foi nada demais. A escritra é gostosa de ler, recheada. Não foi perfeito, mas muito bom, floreado de uma maneira gostosa.Seria perfeito se unissem a boa narrativa com algo interessante, mas faltou o interessante dentro da história. Assim como um bolo super enfeitado e a massa dele ser gostosa, mas meio seca.

Nota: 4

 

31- V-Rod - Deco Farnesi

A forma de escrita desse conto é muito peculiar, pra caramba. Algumas vezes eu voltava e relia, porque não entendia ou porque gostava. É meu jeito de escrita preferido junto com a escrita floreada do conto anterior. Por mais que algumas coisas fiquem duvidosas, é um duvidoso bom, sabem. Algo que dá um prazer em reler.

A história do conto não é mais do mesmo de alguns outros contos. Na verdade, acho que não vai ter outro conto igual a esse pelo final desse livro, muito difícil. Inusitado e legal. Apresentaria isso como um dos melhores.

A nota é pessoal porque a temática ainda não me pega de jeito, mas é facilmente um dos melhores para quem gosta. O tom de mistério é ótimo.

Nota: 4

 

32- Bênção do Mar - Vinícius Cayres Salles

Esse parece de um escritor que gosta de RPG e classes medievais. O jeito da escrita também.

O conto segue um reino e um bardo, a narrativa é em terceira pessoa e não é ruim, não me chamou atenção, mas ruim seria cruel.

A parte que menos gostei, infelizmente, foi o principal do conto. A canção do bardo.

Rimas ficam empobrecidas se sempre rimam verbos com verbos. Não sei como bardos cantam/trovam, mas uma música tem um certo ritmo mesmo que só escrita. Refrão, ou mesmo o número de versos, ou quantia de palavras nele. Uma cadência gostosa de leitura.

Aqui pareceu tudo jogado e posto apenas por contar a história, sem uma preocupação que tornasse a cancão do bardo uma canção de fato.

Eu já li O Hobbit e têm canções lá, e bem... Isso aqui foi meio falho. Digo isso porque gosto de poesia também.

Nota: 2,5

 

33- A Menina do Black Power - Marcela Carvalho

Isso aqui é um grande tiro pela culatra. Fiquei enraivecida ao lê-lo, não pelo que ocorre, mas por ser um tiro pela culatra.

É desesperançoso, desnecessariamente desesperançoso.

Pelo título, eu pensei que seria bom. Fui tapeada.

Explico: a intenção claramente era retratar o preconceito.

Mas isso foi feito de uma maneira muito... como eu posso dizer, muito rasa, muito óbvia. É como se apontassem uma placa para uma menina negra "vejam, vejam, olha, ela sofre preconceito" e batessem nela mais um pouco para mostrar "olha, ela sofre preconceito".

Cara, não é assim que se mostram as coisas. Menos ainda que se criticam a sociedade.

Eu não vivo essa realidade, não posso falar por uma menininha negra numa escola, mas acho que as coisas não precisam ser só 8 ou 80, sabem? Pessoas negras também têm amigos na escola, por mais que sofram preconceitos. Eu posso estar falando merda, mas eu era meio estranha na escola e mesmo eu tinha amizade. Eu não sou negra, mas tenho cabelo crespo e sofri bullying por isso, e por ser gordinha e "cdf". Mas eu tinha amigos. Então eu tento encaixar esse conto numa realidade que me pertença e tento pensar assim, supondo que se tratasse de uma menina gorda e a autora quisesse enfatizar o preconceito, eu iria me sentir arrasada porque mesmo gorda, eu tive pelo menos um amigo. As coisas não foram assim tão secas.

Isso é uma opinião pessoal, não sei se estou me fazendo entender, mas acho desesperançoso pra caramba o conto acabar com um suicídio. Não é que não aconteça, não é que isso não possa ser escrito ou representado. A pessoa só fez isso soar ainda pior da forma que fez. Quase como enfatizando que "não, pessoas negras sofrem bullying e só podem sofrer bullying", sabe? Algo bem negativo. Eu não gostei mesmo. Até esperava aparecer algum tipo de demônio para um acordo, como em Kuroshitsuji, mas não teve nada que eu entendesse como demônio.

Quando eu falo para usar coisas reais para provocar medo, não quero dizer para tripudiar sobre algo que pode ser uma triste realidade e descrever tudo assim, de modo jogado e chulo, tentando sinalizar preconceito e enfatizando-o ainda mais de forma ruim, reiterando-o. Se em todo santo lugar se afirma que negros sofrem preconceito, não é essa a única visão que acabamos tendo deles?

É um livro de "horror" e tudo o mais, mas a temática me pareceu, sei lá, tirar proveito da situação e da menina ser negra. Algo semelhante seria se fosse uma menina gorda, ou uma menina careca.

Fora que a forma descritiva do sangue, vômito, vidro, não podemos esquecer que é uma criança que está sendo retratada, e não estou falando da etnia aqui, é uma criança. É opção sua, mas uma descrição do tipo, para mim, num conto curto e sem algo que prepare o leitor com um background, algo mais longo, é desnecessário e nauseante na situação em que se deu, um suicídio.

O conto é um tiro pela culatra. Não é que não se possa fazer, criticar, opinar, mas no caso de escritor, faça com zelo, com pesquisa. Algumas mudanças e seria um conto razoável.

Eu mesma já descrevi em outras situações algo com crianças e gore, até pesado, se formos avaliar só a forma (o que eu escrevi era mais forma física apenas do que uma criança de verdade dentro da história), mas nada que me deixasse enojada como aqui.

No final, não sei dizer, mas acho que um livro de horror talvez não fosse lugar para retratar algo assim. Eu detesto contos assim.

Nota: 0

 

34- Floresta dos Esquecidos - Paulo Gonschior

Esse conto tem uma narrativa ótima, mas aqui o que os outros não enrolaram positivamente para criar um clima, esse conto enrolou em dobro. Se era necessário ou não, não sei dizer, mas a impressão que tenho é que duas páginas a menos e ficaria perfeito. Eu estava cansando da história do meio pro final, porque já tinha sacado o que iria acontecer.

Nota: 3

 

35- Culpa - Ana Paula Braz

Eu vou ser completamente franca: eu não entendi porra nenhuma.

Era uma vampira? Era um reflexo? Era um fantasma do passado?

A narrativa é um pouco enfadonha e cria um clima para passar um nada porque a história é confusa. Você fica na expectativa de entender e não entende porque a pessoa fala nada com nada nos poucos diálogos e na narrativa.

E olha, eu que sou a de escrever umas paradas confusas, mas essa aqui tá de parabéns.

A estética da escrita não é ruim entretanto. Só faltou rumo.

Nota: 1

 

36- A Coisa que espreita no escuro - Isaque Q. M. Lazaro

Puta, que agonia de ler isso, e eu nem estou falando uma agonia boa. É a escrita excessivamente descritiva em coisas desimportantes. Eu sei que foi para dar clima, tensão, e talvez tenha funcionado de uma maneira estranha, porque eu terminei esse conto estressada, e iria socar um cadeado se visse um.

ABRE O CADEADO LOGO, FILHO DA PUTA.

A descrição do negócio feito de sombras foi boa, boa demais até chegar na parte do "hímen asqueroso". O que é isso, meu chapa?

Eu teria encurtado pra caramba esse conto.

O final é previsível e entediante.

E o escritor tem que tomar cuidado com rimas indesejadas no meio da narrativa. "O escuro se estendia como um véu diante dos olhos de Daniel." Mas é conto ou poesia?

Nota: 1

 

37- Rouba-Pele - Marco A. P. Rodrigues

Uh, esse aqui foi bom também. Admito que fiquei um pequeno cagaço da criatura aqui. Meus parabéns, o finalzinho me deu arrepios, adorei, então nem vou falar o que é pra não estragar a surpresa. Essa pessoa soube usar aquilo que eu disse, medos humanos. Medo de ser perseguido, acoado por algo desconhecido e repentinamente conhecido.

Nota: 5

 

38- Predadores da Guerra - Rafael Porto

Esse foi o único até aqui que eu pensei "Eu leria um livro inteiro com a origem dessa criatura." Ou lenda, como preferir. Imaginem um livro de relatos só com as coisas que são retratadas aqui. Eu adorei pra valer esse conto. Manteve um ritmo ótimo no mistério, sem ter pressa e sem se esticar em demasia. Foi no ponto, perfeito a seu modo, diferente. Foi tipo comer algo novo que eu tenho vontade de comer mais vezes (se você leu esse conto e sabe da criatura você vai achar essa analogia totalmente horrenda, HAHAHAHA). Adoro quem sai da casinha para escrever algo esquisito.

Nota: 5

 

39- Ele se lembrou dela - Rândyna da Cunha

Ao terminar de ler eu pensei "wow, parece que entrei na parte de contos bons dessa bagaça", eu também gostei pra caramba desse aqui. Inovador dentro de um tema quase batido. Zumbis.

E sabe o mais assustador aqui? Dica: não são os zumbis.

O único defeito desse conto, mas que não vou tirar ponto por causa disso, é o título bobinho. Não me veio nenhum a mente, mas esse soa como algo que não vai surpreender. Se fosse conto isolado, passaria batido pra mim.

Nota: 5

 

40- Menino Coelho - Felipe Ventura Botomé

Eu falei que estamos na área de contos bons. Essa pessoa também soube como usar crianças para o terror, eu fiquei pasmada. É um conto curto, na forma de relatos, e isso cria uma expectativa muito, muito boa. "Nossa, Laura, mas coelho?", sim, coelho.

Não vou dar nota máxima também porque lá, lá no finzinho eu queria ter sido surpreendida um pouquinho mais, mas já valeu muito a leitura.

Nota: 4,5

 

41- Zé do Peixe quer o seu voto - Vitor Abdala

Esse aqui foi um barato. Que título é esse, hahaha. Mas muito, muito interessante.

A escrita é ótima, o mistério construído, o ápice, a gente chega ter pena do coitado do Zé.

Outra vez, nem vou falar muito porque seria estragar a surpresa.

Nota: 4,5

 

42- A Coruja - André Anansi

Quase bom. A criatura usada é muito legal, mas os diálogos aqui e comportamentos das pessoas são convenientes demais, principalmente a namorada do cara em questão. Rasa que nem água em mesa. Agiu de maneira histérica quase sem razão enquanto na vida real, se você fosse namorada de um cara que acorda com o apartamento todo bagunçado, a primeira coisa que você iria perguntar é se estava tudo bem, se alguém havia invadido, se ele estava ferido. E não começar a chorar e dar piti achando que o rapaz começou a usar drogas sem qualquer razão aparente, tomar remédio para dormir não é usar drogas ilícitas. O escritor usou a namorada só para causar discussão e uma cena de desolação depois. Achei isso muito "meh".

Esse conto seria bom se conduzido de forma diferente.

Nota: 1,5

 

43- Eucaristia Profana - Thiago Stark

Esse aqui foi bem escrito e foi surpreendente no sentido de que a pessoa saiu um pouco do limite de mostrar só demônios vindo a esse plano, seitas nesse plano. Ele mostrou o inverso.

Porém, não achei perfeito porque acabou do nada. Eu virei a página achando que teria mais e me senti pisando num degrau em falso, não senti o climax, tinha outros personagens com pontas soltas e ficou na mesma. Isso pode ser bom ou ruim, dependendo de quem lê. Para mim, foi ruim.

Ainda assim, um conto bom.

Nota: 3,5

 

44- O Livro - Thiago Souza

Hm, outro da linha dos contos diferentes, mas não foi muito feliz. Achei a criatura muito boa, diferente, mas a justificativa disso foi meio mais do mesmo e eu fiquei "hm, então tá" e fui para o próximo conto. Eu gosto de surpresas e a justificativa foi fácil demais.

Nota: 3

 

45- A Última Bala - Tarso S. Martins

Agora não me lembro se a criatura aqui são zumbis ou vampiros, mas parecem com aquele filme "Eu sou a lenda.", me lembrei disso e gostei pra caramba.

Só que achei o protagonista meio jeca. Isso não deixou de ser uma supresa também, mas a gente quase que dá risada pelo azar, não foi impactante.

A nota é mais pelas criaturas e tema, não pela história.

Nota: 2,5

 

Bom, acabamos por hoje, e pelo que eu li também, ainda estou lendo o resto e na próxima trago tudo, eu acho. Veremos.

Espero que estejam gostando, eu estou gostando de ler, por mais que encontre alguns dissabores, eles fazem os outros contos melhores ao nos depararmos com eles. O contraste acaba por ser benéfico, eu talvez não fosse gostar de algo perfeito demais, sem eu poder meter a cacetada em nada.

 

PARTE 1 | PARTE 2 | PARTE 3

Bonjour!!!

Eu ia falar sobre outras coisas no post de hoje, mas preferi prosseguir nas resenhas. :>

Reiterando: eu não estou falando dos autores diretamente, só das crias deles, hahaha. Resenhas imparciais, expondo meu ponto de vista (que pode estar certo, errado, ser uma batata), e sem ligação com editora, regras, parcerias ou o que for. É por diversão e eu adoro falar.

Contem SPOILERS de alguns contos.

Capa:

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17- Ganância - Michael Santos

Esse conto eu achei de um tema bem interessante, a ideia é diferente. Uma câmera fotográfica que fotografa coisas misteriosas. Mas como o nome do conto diz, ela é utilizada de forma meio errada, além de ser usada por uma pessoa bastante azarada.

A forma da escrita não é muito meu tipo, apesar de ser conto, achei exasperado. Mas isso é mais como minha opinião que algo errado. Acho que teria dado um clima de mistério maior se a pessoa tivesse enrolado um pouco mais, enrolado num bom sentido.

Nota: 3

 

18- Convidado Especial para o jantar - Tom Botticelli

Ohhh, esse aqui "enrolou" o suficiente e eu gostei, mas não gosto dessa temática. Me julguem. Bem executado, só achei o final meio pobre, mas não sei que final eu mesma daria a isso. E me incomodou os textos em caixa alta aaaaaaaaaaaaaaa

Continua sendo uma boa para quem gosta de demônios que não sejam o Sebastian.

Nota: 3

 

19- Boris - L. F. Perugia

Esse aqui eu quase adivinhei que seria algum bicho, isso é nome de gato. Outro da linha dos inusitados dentro da maioria que resolveu escrever sobre demônios. Esse está entre os diálogos mais naturais do livro todo, coisas curtas, pensamentos rápidos de acordo com o personagem, sem tentar enrolar com nada. O final foi bom também, embora o que eu tenha gostado foi o ritmo de leitura ao todo. O escritor, ou a escritora, está de parabéns.

Nota: 4

 

20- Apenas amor - P. G. Karras

A escrita desse aqui é natural de uma maneira diferente do anterior, mas natural também, e foi o que eu mais adorei. A estética aqui é muito bonita, jeito de descrever, acontecimentos. Da linha dos contos com demônios, esse até agora foi o que mais gostei. O final é quase confuso, mas isso por incrível que pareça veio a calhar, hahaha.

Esse vale muito para quem gosta de contos do tipo, não vou falar muito mais que isso.

Nota: 5

 

21- A Deusa do silêncio eterno - Hebe Santos

Bem escrito e podre, eu definitivamente não gosto de coisas que terminam ou se narram sem mais nem menos de forma a quase ser um deleite. Um assassinato e pronto, só mais um trauma e nada a se retirar disso, nenhuma poesia, nenhum medo, nenhuma lição, nenhum prazer ao ter lido. Eu gostei da forma de escrita e não gostei do que li. Me pergunto se alguma vez eu escrevi algo do tipo só por escrever um ato de horror. "Mas Laura, é um livro de horror" eu não tô nem aí, seu pastel. **Yzma feelings**

Contos, livros, têm que me entreter de forma gostosa e pronto. Isso aqui pareceu muito real e eu tenho pavor de realidades.

É um ótimo conto se você gosta disso, muito bem escrito mesmo.

Nota: 0

 

22- Ela - Edu de Marque

 Achei o protagonista desse conto estranho desde o início e meu faro funcionou muito bem. Não achei incrível e não achei ruim, o mesmo da escrita. Um ponto positivo pela temática que me agrada.

Nota: 3

 

23- O Monstro de Pratigi - Marcio Neri

O tom de reportagem durante toda a narrativa é fantástico e foi o que mais me agradou. Eu fiquei indecisa se a pessoa quis fazer uma homenagem aos monstros do Lovecraft ou para aqueles filmes trash antigos sobre gosmas, hahaha. Mas ficou bom de todo jeito. Pode não ser nenhum desses, já que foi só o que me ocorreu. Dentro disso, achei original, nenhum dos escritores pensou nisso até aqui. A nota abaixo iria ser 3, mas a criatura me lembrou o Smiley do Ceaser Clown e eu adoro o Ceaser, hahaha. Sou imparcial sim, mas não aos meus gostos.

Nota: 4

 

24- Minha doce menina - Poliana Castro

Esse conto é outro da série de "rituais com pessoas de capas pretas" hahahaha. Eu poderia estar rindo se não tivesse desgosto. Vou explicar e dar spoiler porque só assim vocês me ajudam a entender se eu entendi certo ou foi má impressão. Vou contar o principal do conto, que era pra ser surpresa, então...

A moça está indo até o local e sente-se atraída para onde estão fazendo o ritual. Okay.

Tem uma moça bonita no chão, nua e toda desejável. Desesperada e tentando sair dali.

Começa a acontecer um estupro e a narradora descreve com muita paixão o abdômem do cara que está fazendo isso. Ohhh.

A narradora está sentindo-se ser penetrada como se fosse a garota deitada (ou como se fosse o cara abusando dela, ou ambos), mesmo que a garota deitada esteja pedindo por ajuda, gritando e tudo o mais. A moça do conto se acha um monstro por estar gostando disso, ohhhh.

Ela usa um eufemismo para o orgasmo e daí a moça é assassinada pelo cara.

E a revelação vem: a moça era a narradora.

Agora vamos ao sentido: se era a alma dela ali fora, como que o corpo ainda vivia? Vivia até o suficiente para sentir desespero?

Que lapso temporal não explicado aconteceu aqui?

E por que ela se sentiria excitada com o próprio estupro? Aliás, mesmo que não fosse o dela, só por quê?

O mistério aqui é bem mal feito porque não tem sentido ela estar vendo a si mesma no momento exato da ação ainda estando viva. O conto não mostra que isso era lembrança.

E mesmo que fosse lembrança, mesmo que fosse narrar um estupro, achei muita falta de tato para isso, uma construção pobre de personagem que só nos enoja de maneira negativa. A nota é 0 porque não tenho nota menor.

E sobre a forma de escrita, não achei ruim, mas também não foi incrível. Vi uns dois errinhos de digitação/sentido, mas acho que isso seja mais coisa do revisor.

Nota: 0

 

25- Sangue e Prata - Yasmin Alves

Bora resenhar um conto que eu mesma revisei?

Coincidentemente, os dois contos de lobisomem no livro se passam em Londres e os dois citam a Scotland Yard. Eu achei isso de uma coincidência terrível e dei risada. Não é ruim e nem bom, só engraçado, pareceu que lobisomens e Londres têm a ver. Talvez tenham em alguma mitologia que eu não conheço.

O conto inicia rápido, é bem do feitio da minha amiga, hahaha. Os diálogos são interessantes, deixam que o leitor pesque as coisas por si (é o primeiro que vejo assim em todos os contos, interessante), o protagonista não é uma pessoa tão importante dentro da polícia e a autora deixou isso claro em pouco tempo.

Não vou dizer o ápice e tal porque vai estragar a surpresa, mas não vou dar nota máxima porque o finalzinho poderia ter sido um pouco mais emocionante e melhor aproveitado.

Não é um conto que dê medo, mas é gostoso de acompanhar o pega-pega.

Nota: 4,5

 

 

Por hoje é só, pessoal. Ainda estou bem mais a frente que isso na leitura, mas não tenho tempo de dizer tudo agora.

 

Caprichei o máximo possível e o mais educadamente também, não quero soar ofensiva quando o intuito das resenhas, apesar de não parecer, é ajudar. Sei que isso dói quando é com os filhos da gente (os contos, hahaha).

Espero que estejam gostando.

Qualquer dúvida ou reclamação ou "Laura tira meu conto daí" é só falar comigo, mesmo. Comentários estão aqui e eu sempre vejo quem comenta algo, já que o blog é bastante solitário.

Inté.

 

PARTE 1 | PARTE 2 | PARTE 4

 

Bonjour zzz estou escrevendo isso à noite porque amanhã eu vou estar ocupadinha

Li alguns contos, mais que a última vez.

A primeira parte com meu pedido de desculpas está aqui.

 

Capa:

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Continuando...

 

9- Família número três - Fabio Domingues

Esse conto não me causou muita coisa diferente, mas gostei do jeito da narrativa, é bem natural e parece que você está, não sei, ouvindo seu primo do interior contar um causo, hahaha (no meu caso eu sou a prima do interior). Então eu gostei dele, e o desvendar do mistério é... misterioso (ba dum tss)

Não vou dar nota maior porque há uma cena de esfaqueamento e uma menção a ossos quebrando em não sei quantos pedaços e... por mais impactante que queira ter parecido, acho que só se o cara fosse amassado por um trator isso iria acontecer. Faltou um tico de tato.

Nota: 3,5

 

10- Flores em réquiem - Claudia Mina

Esse foi o que ganhou um prêmio e, ao ler e ver o desfecho, entendi o porquê. Além da escrita ser muito boa, ambiente, clima, sensações, a linha começo-meio-fim de todo o conto faz vir a tona os vilões mais possíveis e verossímeis, sem esfregá-los nas nossas fuças, eles estão lá. Sem spoiler porque é muito bom, diferente do que uma pessoa seguiria geralmente para um conto de terror. E o toque de esperança no finzinho me emocionou.

Nota: 5

 

11- Um doce envelhecer - Taiane Gonçalves Dias

Hahahaha, esse conto é puro karma. Achei foi pouco.

Tinha ideia que seria uma coisa dessas, não muito meu tipo de conto, só não foi ruim. Também vou deixar para lerem.

Nota: 3,5

 

12- Putridamente Inocente - Guilherme Galdino

Esse aqui me lembrou o chamado Vale dos Suicidas dentro do Espiritismo. A condução do texto foi muito boa para se chegar ao ápice, eu gostei muito e aqui finalmente souberam usar a imagem infantil de forma medonha (e isso é uma coisa boa). A única coisa que não gostei desse conto é o título, ele passa uma ideia gore ou trash meio errada. Se fosse eu a nomeá-lo, deixaria o contraste pelo que ocorre no conto.

Nota: 4

 

13- O Vale dos Mortos - Larissa Prado

Esse conto me deu medo, adorei. O medo das sensações que algo pode lhe causar, acho que é isso, algo que você não sabe o que é. Porque não pareceu o que tinha no lugar, mas o lugar em si. Esse título veio muito a calhar. O ocorrido, o decorrer. Desculpem o spoiler, mas não percam de ler, eu o li faz um tempinho e a sensação ao passar os olhos perdura. E a narrativa é bem bonita, eu presto atenção na estética da coisa.

Nota: 5

 

14- O Semblante - Gabriel Menicucci

Cara, eu estava sentindo muito a falta do que aparece nesse conto, porque até aqui, tantos fantasmas, aparições, cultos ao profano... E nada deles?

Deve ter sido uma referência ao Médico e o Monstro, e está de parabéns. Não vou dar a notinha máxima porque eu fiquei um pouquinho perdida sobre o passado do dito cujo, e uma pincelada a mais ficaria ótimo.

Nota: 4,5

 

15- O poço - Rodrigo Rodrigues

Esse conto foi o único até aqui a me causar a sensação de piedade e perda, e asco. Tocou num ponto fraco, eu diria. Fraco para a maioria de nós. Não vou dizer o que é, mas foi no ponto.

Infelizmente desandou no final, tudo isso e o babaca era egoísta? Mas apesar de eu achar desandado, é um desandado coerente ao babaca. Eu estou falando pouco desses últimos contos porque eu gostei deles, e não quero que vocês percam de se surpreender.

Nota: 4

 

16- O mercado - Carvalho Filho

Esse aqui já merece pelo menos 3 pontos por se passar num local totalmente inusitado e com uma temática tão inusitada quanto, mas... a forma da narrativa deixou a desejar para surpreender, parece só uma longa tentativa. Não tivemos medo pelo homem no conto, nem muita piedade pelos animais, por falta de criar algo assim na narrativa. Acho que faltou personalidade, voz.

Nota: 3

 

Por hoje eu vou encerrar, para ficar igual a primeira parte. E porque estou caindo de sono e com medo de isso prejudicar meu falatório.

Essa segunda leva foi melhor, parece que o início do livro foi um aquecimento.

Será que isso é coisa do organizador? hahaha

 

Boa noite ~~

 

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Vários nada

por Laura SaintCroix, em 27.04.18

Bonjour!!

Hoje amanheci com vontade de voltar a dormir. Não é cançaso, também não parece preguiça, é falta de vontade. Estou sem ignição.

Mas já, já isso muda.

 

Ontem olhei fotos antigas e algumas servem até como stock photo para quem quiser usar, vou tentar fazer upload em algum site do tipo.

 

Também farei um rascunho de um trabalho para um rapaz.

 

É isso. Qualquer hora monto a playlist que eu disse a mim mesma que faria.

 

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Lillie Charlotte.


Resenha de Pantheon Part 2 + Blog com fundo novo

por Laura SaintCroix, em 26.04.18

Lembram a resenha que eu falei que faria e demorei? É, quis fazer agora, mesmo tendo algumas coisas para fazer.

Esse mês que entra eu vou cumprir com algumas tarefas de ilustração, sendo ou não pra mim mesma.

 

E bonjour.

 

Esse álbum do Matenrou foi o segundo que comprei deles, fiz questão de pedir pra mamai (eu não tinha grana ), é claro que foi na certeza de ser um álbum maravilhoso por muitas razões.

 

Como sempre, de 0 a 5 através de sapos.

 

1- The RISING -Orchestra-

Meu amigos... Eu jurei que ia começar a tocar One Winged Angel com essa belezinha aqui, MEU CORAÇÃO GELOU. Deve ter sido de propósito, porque eles são ligados em jogos e essas coisas. Bem, foi parecido pra mim, mas só o comecinho. Matenrou tem ótimas intros.

 

2- Beyond The Sorrow

Matenrou fazendo títulos de Galneryus, hahaha. Mas para por aí. Essa tem um refrãozinho catchy, apesar de no geral não ser tão marcante, é boa.

Não sei dizer qual o gênero dessa aqui, ou melhor, sub-gênero talvez. Eu já ouvi esse álbum inúmeras vezes e algumas delas eu pulo essa faixa, volto a ouvir quando dá saudade, mas o refrão dela eu consigo puxar na memória facilmente. Desculpem a falta de informações úteis, hahaha.

 

3- Tsumi to Batsu

Essa aqui foi mais "equivalente" a Curse of Blood que a anterior, para mim. Ela é a que tem uma pegada mais forte depois da intro e a primeira. É uma das que foi inspirada em um livro de Dostoiévski [sim, procurei no google], porque o Sono tem lido. Segundo uma amiga que também estava lendo, se tivermos conhecimento do livro fica mais simples entender a letra. Sono está sendo tão cult ultimamente que estou com medo de não acompanhá-lo no nível. Hahaha

A música não é tão marcante, entretanto. Minha memória demora a lembrar do ritmo dessa, então não me foi particularmente cativante. Sono fala bastante Inglês aqui, e o Inglês dele é bom pra caramba.

Ela está no nível de Cross Counter wo nerae e Jolly Roger, mas não é parecida. Mas gosto mais de Jolly Roger, pela vibe pirata.

 

 

4- WARRIOR

Essa aqui suuuuuper tem a vibe do Galneryus, toda uma aventura, hahaha. Eu amei desde que saiu em single, e haja fôlego. Pra quem gosta de power metal com dagrões e etc, é o que me parece. (Mas não confiem muito em mim, pode não ser, shhhhh)

 

5- The Gambler

Lembram do negócio de Dostoiévski? Sono fez outra música com outro livro. Deve ser algum tema existencialista. Parece que algumas frases, dessa música ou de outra, são das versões em Inglês do livro, algo assim. Sono estava empolgado mesmo com isso. Hahaha

A diferença é que essa música é maravilhosa. Sono surpreende bastante com a afinação aqui, num dos trechos. Claro, se gostam das partes em que ele afina bastante. Não consigo me lembrar de outra do Matenrou que seja semelhante em nível, essa aqui é bem diferente mesmo.

 

6- Hadou no Hi yo

Essa é a minha preferida do álbum, por motivos óbvios, HAHAHAHA. KAMIJO participou no coro aqui. Sono disse que essa música é viking metal, o clima é totalmente um campo de batalha, mesmo sem a gente ler a letra. A letra empolga como o começo de Helios, aquelas batidas fortes que todo mundo gosta, haha.

 

7- Ougonkyou wo yume mite

A instrumental do álbum. Como eu já disse, amo os instrumentais do Matenrou, essa música é como se estivéssemos dançando numa floresta, festejando o ouro. No total, me parece uma homenagem a Eldorado.

 

8- Voyage

Essa música é graciosa. Essa é a palavra, nós viajamos com ela. Falar de música é parecido com falar de perfumes, e vice versa. Essa aqui seria uma fragrância de flores brancas. Bem longínqua. Eu acho incrível o quanto eles transmitem o que querem dizer só com o ritmo. De longe, passa a mesma vibe de Kimi to miru kaze no yukue, pelas viagens e sensação.

[não consigo não dar 5 para ela, mesmo que eu pule às vezes por causa da próxima]

 

9- Senjyou no ame wa oto mo naku

Cara, se eu fiz uma resenha de todas as músicas foi mais para falar dessa aqui. Parem e prestem atenção nessa formosura de música, nessa vibe rebelde, nessa coisa nostálgica como se eles estivessem tocando num barzinho de um mundo pós apocaliptico, nesse coração saudoso.

Eu amo demais essa música porque ela se encaixa com uma personagem minha ao ponto de que parece que o Matenrou tava lendo o que eu escrevia.

Essa música encaixa perfeitamente um instrumental meio "clássico" (claro que é mais com o som do teclado de fato) com as guitarras pesadas e lentas. Eu queria abraçar os meninos só por essa música e eu não estou brincando.

Se uma hora eu estou em dúvida com qual música do álbum eu vou ouvir, eu ponho nessa. E a voz do Sono, eu quero bater nele e nessa voz tão linda que essa música ficaria feia na voz de qualquer outra pessoa perto da dele (mesmo o KAMIJO, eu teria de ouvir pra confirmar, não sei se ele tem a vibe rebelde e "dengosa" da voz do Sono, essas características fazem essa música).

Apenas ouçam.

E editando de momento, preciso dizer o que o próprio Sono fala sobre a música, "um homem que perdeu seus amigos de maneira inusual no campo de batalha" (obrigada minhas amigas do street team International Symphonia ). Minhas impressões de início foram parecidas com isso, um sentimento de perda, ele fala réquiem na música também. Então por mais que seja uma música linda, é uma música triste.

Só quis pôr esse adendo.

 

10- PANTHEON Part 2

Essa música, segundo Sono, é uma resposta à primeira Pantheon.

Antes dele dizer isso, eu já havia sentido algo como se essa música fosse um fechamento para a anterior, o que quer dizer que eles transmitem muito bem as intenções, haha. É uma música calma e, dado momento, emocionante. Tem um coro perto do fim que toca no fundinho do seu coração. Soa como o sentimento das pessoas que escolhem continuar tentando.

Eu amo a primeira Pantheon, essa parte 2 me soou monótona, mas porque eu esperava algo mais forte como a primeira. Agora penso que essa se encaixa perfeitamente, mesmo sendo mais fraca e menos catchy.

Não ouçam se estiverem meio tristes, a esperança pode fazer chorar às vezes.

 

E é isso.

Esse é um dos álbuns mais lindos que existem e me faz ansiar pelo single Invisible Chaos, porque Matenrou é uma das bandas que mais amo, por completo. Gosto de todas as músicas.

Espero que o Sono volte a fazer alguns guturais, eu estou com saudade (disse a pessoa que não gostava disso).

 

Cara da postagem:

Não vai ser a capa porque eu não acho as capas tão bonitas. Os meninos disseram que era uma mulher (ou homem) com uma espada, e se o Sono não tivesse dito isso eu JAMAIS saberia.

 

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Nenemmmm.

[Tem um Anzi passando atrás]

 

[Aliás...]

 

[Por que saiu da banda?]

 

[Mas tudo bem, JaY entrou e nós tamo felizzzz]

 

[Pelo menos eu estou]

 

CARA CÊS GOSTARAM DO FUNDO?

Eu ia esquecendo de comentar.

Agora temos um mar.

Foto do banco de imagens gratuitas do site Pexels. Só procurar por "sea".

 

A geisha do lado.............................. eu não devia estar usando, mas eu sou uma pira(d)ta.