Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Bienvenue Blog

Maresia de inspirações, disparates, aventuras, desabafos, misturas. Aquarelo por aí também. Mantendo a alma livre o mais que posso.

Screaming

por Laura SaintCroix, em 31.07.17

Bonjour.

Ah, um tempo sem escrever aqui, plus um tempo pintando e desenhando com bastante afinco.

Evoluí esses dias, pelo que pude perceber. E estou feliz por isso, artisticamente falando.

Consigo "me sentir alguém" quando evoluo.

Me forçar a desenhar é mais doloroso e necessário que me forçar a escrever.

Formar linhas e embasar desenhos é mais difícil que formar uma sequência de cenas, as cenas, os personagens, eles fazem o que querem dentro da história.

O desenho precisa de mais certeza, mesmo que uma certeza estética. Precisa de cores, ou brilho, ou tons, ou monotom, mas precisa de uma coisa materializada na mente para acontecer e ter um resultado satisfatório.

Uma cena sai mais naturalmente, porque mesmo que escrever o personagem andando, ele já está fazendo algo.

E eu, particularmente, não fico satisfeita se não estiver com extrema vontade de desenhar um cara andando, se essa imagem mental não estiver ali com todos os tons para a execução.

 

Na maneira como eu sinto, que pode mudar amanhã ou depois, desenhar é um processo mais difícil.

 

Eu raramente apago um parágrafo falando "Nossa, isso ficou uma porcaria completa". Já desenhos, joguei inúmeros. Ontem e hoje fiz um teste de desenhar numa A6 canson sem fazer um rascunho para pintura. Desenhei três coisas distintas e apaguei em sequência (acabando com o papel, coisa que eu sabia que poderia ocorrer), e na quarta vez comecei a pintar no amanhecer de hoje e: joguei fora.

 

Comprei materiais bonitões para aquarela, porque quero trabalhar com ilustração.

Acho que essa vontade é bastante forte, eu descobri que amo aquarela tanto quanto amo óleo sobre tela, de maneiras distintas.

 

Eu não sei o que essas coisas significam, o fato de eu escrever mais facilmente que desenhar, e não estou falando da execução de ambas as coisas, mas de ter ideias para elas. Eu sou melhor escrevendo ou pintando? A dificuldade em pintar significa que isso é mais importante para mim que a escrita? Ideias para escrever saem melhor porque são inspirações diferentes?

 

Ou eu só estou cansada de desenhar uma semana seguida e faz tempo que não escrevo?

 

Seja o que for, eu amo esses processos mentais complicados. E por ter amassado a folha, e por não ter concretizado o que quero, que é pintar, pois ainda estou com vontade e não tenho ideias e execução, e por também querer escrever, e por querer desenhar um mangá (um dia, esse é mais para frente, eu não sou tão ninja), é que estou inquieta.

 

Isso é sinal de que preciso jogar algum jogo.

E que eu não gosto de pintar em folhas sujas, hahaha.

 

Vou ver se jogo, ou se desenho, preciso treinar cenários.

Sair do que eu gosto de desenhar, caveiras, rosas, Agharrin, mãos.

Porque eu gosto de desenhar caveiras e mãos, mas agora essas ilustrações não cabem para a capa que eu desejo.

E adivinhem, desejo para mim mesma. Eu não sou tão complicada assim lidando com o que os outros querem.

 

Mas quando é para mim, o trabalho é mais trabalhoso. Eu sou uma cliente muito exigente.

 

Desenhar cenários, aproveitar que tenho um sketchbook.

 

Resultado da minha segunda aquarelinha. Sonoman.

 

operasonoman - Copia.png

Eu amo a maneira que as cores se espalham.

Se não for para ser borrado, eu nem amo aquarela.


Me sentindo o Stitch

por Laura SaintCroix, em 19.03.17

Bonjour! Por incrível que pareça, estou escrevendo mais cedo.

O sentimento é o do Stitch quando ele faz AAIUYEHERGHSRGGRRRR quando vê que a nave espacial é de brinquedo.

25 pessoinhas baixaram meu livro de graça ontem, e eu estou torcendo para que ao menos uma delas leia mesmo e deixe uma estrelinha na Amazon (pode ser só uma mesmo, não precisa ser cinco, pode até ser metendo o pau, mas que fale o porquê disso). Eu estou carente e quero ser notada. *sapo psicótico intensifies*

 

Estou preparando surpresinhas para o livro principal. Vai ficar incrível.

Meu amigo estava me ajudando com o Sigil, programa de epub. Ele disse "o programa é bem intuitivo". Eu abri o programa e QUÊ? hahahaha

Penei um pouco, mas estamos indo. Só preciso saber que código/botão é usado para deixar letrinhas capitulares. Letras capitulares são amor puro.

 

Imagem para a cara do post.

 

a0780c2e31eda76105f770c880c731cc.jpg

Isso me lembra de uma coisa.

Há anos mamãe e eu vamos ao Extra Hipermecado de Sorocaba, todo mês.

Uma vez uma das mulheres que trabalha lá comentou comigo que gostava do Stitch, e não lembro se ela pediu um desenho (porque eu estava comprando folhas) ou se fui eu quem ofereci, mas eu desenhei o Stitch para ela.

Desde então se passou acho que até um ano ou dois anos, eu nem lembro. Me lembrava que eu tinha desenhado para alguém, mas não lembrava quem.

Esses dias fui ao Extra de novo e a mulher, que estava trabalhando na Padaria, me reconheceu e disse que o Stitch que eu tinha desenhado estava pendurado com o maior carinho. Eu achei muito incrível ela ter se lembrado de mim, e ter guardado o desenho, porque eu não tenho uma boa memória para fisionomia. Quando alguém se lembra de mim, eu fico realmente surpresa, porque eu jamais me lembraria da pessoa. Eu lembro o que eu fiz para ela, e que essa pessoa foi gentil, mas não lembro da fisionomia.

Se eu encontrar ela de novo, acho que a reconheço dessa vez.

 

O artista do desenho acima é desconhecido, mas se um dia souber quem é, edito o post.

 

Bye bye.

 

[LINK MAROTO DE MERCHAN PARA O LIVRO EROTISMO E O FIM DA VIDA NA AMAZON! CLICA CLICA CLICA CLICA]


#indiebookday

por Laura SaintCroix, em 18.03.17

Dia marcado para os livros e editoras independentes.

Deixei em promoção meu livrinho, EROTISMO E O FIM DA VIDA.

MAS É SÓ HOJE (18/03/2017)

CLICA.

 

Fiz uma ilustra para promover.

ero-colour.png

Combo breaker de primeiras vezes: primeira vez que faço um cara batendo uma, primeira vez que faço um pavão, e primeira vez que faço uns grafite tão rápido. hahaha

 

Adorei o resultado.

Três corações pra mim mesma.


Sobre desenho

por Laura SaintCroix, em 12.09.16

Bonsoir, passando rapidinho para comentar uma sensação.

Desenhei e "grafitei" por alguns dias, três desenhos ao todo, como há muito não fazia. E percebi que prefiro apenas "rascunhar" realismo que, de fato, grafitar um. Apesar do resultado ser agradável (consegui o nariz que eu tanto queria para o meu Rin), eu prefiro pintar pessoas em óleo sobre tela. E rascunhá-las é um prazer, mas apenas rascunho. Amo rascunhos. Estou pensando em começar a vender isso, rascunhos de realismo por 15 reais. Ou 10 reais. Ainda estou pensando.

Talvez seja mais acessível que quadros, mas também faço pinturas no gênero de anatomia, desde que com referência em fotografias ou pessoas reais, hahaha. O único que pinto sem referências é o Rin ou o KAMIJO. (Yep, tenho decorada a feição do segundo, hahahaha Eu "cresci" nos meus desenhos graças a Deus e a ele. E aos meus anjos que me inspiram, embora não saiba seus nomes, mas o protetor é Yue.)

Acho que, para a arte diária, meu preferido para o Rin é o mangá, que eu já decidi o traço, já larguei mão da perfeição e, agora, tudo o que sai é o meu coração imperfeito. (HÁ, DÁ UM TRECHO DE LIVRO, okay, não)

 

Vou deixar um desenho do Danila Kovalev que eu fiz, grafitado. Só o cabelo que não ficou aquele realismo, mas é que eu não tenho paciência para cabelo realista, eu quero linhas, eu quero contornos, não pintar com o pincel, não dá para entender direito, hahahahaha.

Sério, esse cara... É muito estranho admirar alguém que você simplesmente não conhece nada a respeito. Admirar, não sei se é bem essa a palavra também. (Escritora sem palavras, ah!)

Mas é mágico por isso mesmo, pois chega a "independer" da pessoa. Nesse caso único, é pela aparência que o conheci, mas não é algo estranho se é justamente isso que está sendo mostrado. Só não sei se é isso o que me mantém, sei que ele é fotógrafo e me parece ter uma personalidade bacana.

Eu fico muito tempo sem escrever no blog e fico completamente filosófica. Alguém me dá um tapa.

Outra que é uma referência para meus desenhos, ACHO QUE É ISSO.

 

kovalev edit.png

Agora voltando à programação normal: MEU DEUS EU QUERO MUITO OUVIR OS ÁLBUNS NOVOS DAS MINHAS BANDAS PREFERIDAS, CADÊ COISA DO VERSAILLES, CADÊ DATA PARA PHOENIX RAISING DO MATENROU OPERA?????????????


Não consigo achar um título bacana

por Laura SaintCroix, em 01.09.16

Boa noite. Sorry o desaparecimento, plus sorry não postar o que disse que faria.

Na verdade tive preguiça e estava ocupada pensando em ilustrações. Quero registrar logo esse livreto e lançar o quanto antes, de maneira independente. Alguma editora pode se interessar.

Eu escrevo razoavelmente bem, eu acho, não costumo errar as palavras, mas frequentemente troco as letras de lugar quando escrevo rápido. Escrevo palavras inteiras ao contrário! Como se o comando do cérebro se invertesse.

Mas eu acabo percebendo, pois sempre reviso. Perdi, definitivamente, as contas de quantas vezes revisei meu primeiro livro.

 

Esses contos eróticos ainda não foram revisados, mas será fácil revisá-los, a prosa é em primeira pessoa, bem melodramático do jeito que eu gosto.

 

Nesse momento estou com um girassol sobre a mesa, junto com meu Cloud e as katanas, e violetas, e uma rosa num copinho d'água.

 

Quero me inscrever num concurso de poesias, vou reler algumas antigas, talvez seja válido, quem sabe...

Gosto de poesia. Principalmente das que rimam, um de meus contos é sobre poesia, mas não é da série de eróticos, é douta que ainda sairá. Não sei quando, mas vai, haha.

 

É estranho como mudo de assunto, e me sinto meio bêbada de sono (e quase escrevi sono com "S" maiúsculo).

É estranho como as pessoas não ligam para nada até que você discorde delas ou atinja algum ponto em que machuque um pouco o ego. Não me retiro disso, porque isso acaba ferindo a mim também. Isso só é irritante, porque você sente que não tem muitos amigos até provocar algumas pessoas e elas virem xingar você, discordar e expôr opiniões, e você se sente existindo. Elas são livres para isso, certamente, e somos também.

Não estou me sentindo desse jeito, não. Seria mais correto dizer que "você sente que eles finalmente existem", pois se pronunciam. Não fazem o mesmo quando é algo bonito.

Deve ser de maneira semelhante que os rebeldes sentem, mas quem sou eu para me pôr no lugar de um? Eu peço desculpas o quanto antes se acabo ferindo alguém, e o faço com certa frequência, mesmo não querendo (ferir e pedir desculpas, ambos). Mas as desculpas não são importantes como se sentir ofendido. Desculpas não ameaçam sua segurança mental, seu ego, suas certezas, então você não dá muita atenção a elas. Só algumas, talvez. Mas o que mede isso? O ponto para se medir é invisível, o quanto você gosta de alguém, o que esse alguém te fez, quem é esse alguém? Se um estranho, então as desculpas podem provavelmente passar em branco, mas o alerta nunca para de soar pra qualquer ofensa recebida. Ego nunca para de soar e estar certo é sempre o melhor, aparentemente.

Sou do tipo que fica com as desculpas engasgadas na garganta até o dia seguinte se eu sentir que magoei alguém, principalmente um estranho ou um amigo infrequente. Qual a probabilidade de ver aquele alguém de novo? A primeira impressão será uma impressão de merda se não puder voltar.

Se esse desejo é pelo que o outro alguém vai pensar de mim, não sei, mas creio que seja pelo que ele vai "sentir" de mim. Não me importo em ser chamada de hipócrita. Só estou tentando.

 

Deixar o mundo com uma luzinha a mais desde quando eu vim para cá é um objetivo, e uma luzinha em cada pessoa, também.

Sou difícil de curvar algumas vezes, e muito, muito fácil em outras, e não sei dizer em quais situações, seja uma, seja outra. É divertido ser assim, não monótono. Quero sempre absorver o que seja bom, e jamais mudar totalmente a essência, só algumas pontinhas para melhor.

 

Esse texto pode fazer parte de um conto. *sapo psicótico intensifies*

Ou não.

O país está uma gororoba difícil de engolir, e o que mais dói é que não somos nós a sentir a mudança... Eu, sendo espírita, sei que o Brasil e Gaia estão em boas mãos, espiritualmente, mas aqui nesse plano, temos que orar muito para que o melhor seja filtrado de tudo isso, e que predomine ainda assim sobre a corja toda. A gente não sabe do amanhã, mas podemos pedir para que ele seja até utopicamente ameno, e que os menores não sofram, e que se houver sofrimento, que ele seja misericordioso. Que nem nossas avós diziam, e que minha mãe repete, "o pouco, com deus, é muito".

Outro dia mencionei que as pessoas precisavam mais de "espiritualidade" na hora das decisões (a pauta era política), e quase me vaiaram por causa da bancada evangélica, hahahaha. Sério, espiritualidade e religião estão tão, tão distantes...

No fim, toda doutrina que pregue uma ou outra divindade acaba tendo o mesmo cerne numa espiritualidade elevada e com nomes diferentes. Então não há porque não respeitar. (Isso me referindo aos espíritos bons, mas o mesmo vale para os "maus").

E ter espiritualidade é só ser humano.

 

Holly shit, estou amando fortemente esse desenho que fiz hoje.

IMG_4054.JPG

Pode não estar perfeito, mas who cares? Finalmente sombreei algo decentemente, hahahaha, e pintei o cabelo. Não esperem muita frequência nisso, pois eu não gosto tanto de pintar cabelos. Só de desenhá-los. Maria Antonieta cortou o cabelo do Rin ali, ele não gosta de cortar o cabelo. Ele é um amor.

 

Bonne nuit, não que eu vá dormir agora, mas...

E eu juro que farei um compilado do meu jogo de Final Fantasy Record Keeper aqui, I swear.

Sim, eu tiro print do que eu ganho, para ter de lembrança. Ainda tenho minha 1st sword (fusion) do Cloud.