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Bienvenue Blog

Maresia de inspirações, disparates, aventuras, desabafos, misturas. Aquarelo por aí também. Mantendo a alma livre o mais que posso.

As Vantagens de Ser Invisível | RESENHA

por Laura SaintCroix, em 11.08.16

Bonjour!! Hoje trago rapidinho uma resenha que fiz há muito tempo, quando assisti, mas que não postei aqui porque não havia área. Colado do post do meu facebook.

 

ASSISTI! "As Vantagens de Ser Invisível", e adorei!
Cara, e a coisa mais difícil é eu gostar desse tipo de filme. e3e

Mas queria assistir por causa que tava todo mundo vendo. E por causa dos atores.
Preparem-se para ler um post talvez longo...

Primeiro: Logan Lerman trabalha muito cara, eu fiquei besta de ver. Emma Watson também, e foi engraçado minha mãe, já quase NO MEIO do filme: "Nossa... É a Hermione... Tá de cabelo curto". HUSAUSHA' Ela ficou bem diferente.
Ezra Miller é uma graça atuando, muito diferente do psicopata do outro filme (o qual eu também gostei, só pra constar).

A história me fez ficar curiosa o suficiente para querer ler o livro quando eu puder. x3
Charlie... Eu era o Charlie quando era pequena. Era uma menina que só tinha um amiguinho, que falava baixo e que dava a vida para alguém ir até a cantina por mim para eu não ter que olhar nos olhos da mulher e pedir "Eu quero essa bala".
Na parte que a Sam pergunta se ele já tinha beijado ou tido uma namorada, EU CASQUEI de rir, porque pensei "Ele sou eu!".
Para ir a uma festa, cara, se vacilar eu ainda serei daquele jeito porque eu nunca fui à uma festa. Eu nunca dancei.

Achei super legal o modo que o Charlie, por sempre ficar na dele, enxergava o fundo das pessoas.

E pfvr, na hora que o Patrick gritou para a torcida no começo do filme eu já pensei "Xiiii..." e logo depois minhas suspeitas foram confirmadas. :'D <3
É feio shippar com o outro mocinho da história? ahsuahusauhsa
Na hora em que eles se beijaram eu falei: "Legal! Eu tava torcendo pra isso acontecer", e minha mãe me olhou do tipo: "Você estava? E a Sam?"

Brincadeiras à parte, gostei do final, ninguém precisou morrer ou ser trágico (sem indiretas, mas já jogando indiretas) para ser um final um tanto emocionante. Eu não chorei, mas como foi quase, então foi emocionante.

Um filme assim até dá esperança para adolescentes que são como o Charlie, que basta ter um amigo e ter uma coragem para falar e fazer as coisas rolarem. E que nunca se deve ficar de boca fechada para coisas ruins que acontecem. Que até os pais têm que estar atentos (nada é tão simples assim, há casos e casos, mas dá pra captar a mensagem mais simples).

Enfim, foi ótimo. Gostei. ^_^/

 

Daqui. Té mais.


...E o Vento Levou | Resenha

por Laura SaintCroix, em 03.03.15

Bonjour! Que na verdade é noite, mas okay.

Eu finalmente assisti esse filme! Santa Tartaruga! Eu achava que Scarlett O'Hara era o nome de uma atriz! hahaha Não da Vivian Leigh, mas de uma outra atriz, hahaha. Mas é o nome da personagem.

 

Se isso conta como resenha, colocarei na tag. Afinal organização é para os fracos, os fortes fazem como querem.

Vamos ao que eu esperava e ao que eu achei.

Primeiro, eu esperava chorar horrores porque todo mundo dizia que era emocionante. Senti-me um pouco coração de pedra porque eu não me emocionei.

O que não significa que eu não tenha gostado, hahaha. É uma história belíssima!

A personagem é muito humana, e isso me agradou. Ela é tremendamente mesquinha e mimada, e não demonstra e não admite o que sente, ao contrário da Melly. Eu gostei dela, que pelo temperamento forte sobreviveu a várias coisas e subiu na vida da forma que pôde. Por isso admiro a construção da personagem (desculpa gente, eu sempre analiso isso, haha, é mania). Ela engana-se como qualquer um! E isso é muito bom numa personagem. Várias nuances de personalidade, se for reparar à fundo. E como qualquer foi perceber as coisas lá pro fim, quase com a água escorrendo entre os dedos. Mas com certeza tem um final feliz, e essa força eu admirei nela, de sempre achar que o futuro seria bom.

Quanto ao homem, também muito bem construído e engraçado, hahaha. xD

Sim, eu ri dele e com ele. Sr. Butler. Ou "Buttler".

Adorei a Mammy, pfvr. Queria eu uma empregada daquela.

Nisso tudo, as frases do filme foram bem construídas, que diálogos bons! haha Eu adoro filmes assim, que nós podemos destrinchar os pormenores e falar e falar e falar sobre o que os personagens disseram. No meu caso dura por alguns dias, enquanto o filme soar na memória, porque eu sou cabeça de bagre e esqueço as coisas num chiste.

 

Numa coisa eu achei boa, além de outras, que o filme teve uma trajetória "justa". Ela teve seus egoísmos e pagou por eles. Eu sou um tanto cruel, se é que se pode usar essa palavra, não gosto quando tudo sai ileso ou perfeito, porque isso de ileso ou perfeito não é tão humano. Eu gosto de ver o mundo queimar. *risada maligna ao fundo*

Ao mesmo tempo que gosto de ver um ou outro protagonista um pouco mais egoísta ou menos bonzinho, embora eles não sejam meus preferidos, gosto de ver algo diferente, e esse filme me deu isso. Diferente! Estava em busca disso há alguns dias. Até que enfim encontrei a palavra, diferente.

Agora falando sério, sim, deu dó de [SPOILER] ela passar fome, e foi admirável ela legal a moça na carruagem e cuidar dela, apesar de ter sido por uma promessa. Ela fez, reclamando, mas fez. Fora outras passagens, eu não vou contar tudo, mas se bem que não tem o que contar, eu devo ser a última pessoa no planeta vendo esse filme!

A tag de spoiler nem deve ser válida.

A história de alguém que era mimada, perdeu tudo, criou força, agiu do modo que bem entendeu, ganhou tudo de novo e perdeu muito, mas muito mesmo, e quase termina sem nada novamente. Mas nas entrelinhas dá para entender que o homem vai perdoá-la.

E sim, eu comentei mais da protagonista, obviamente, embora a personagem da Melly tenha sido muito boa também, um doce de pessoa. Incapaz de pensar mal e sempre vendo o melhor nas pessoas, perdoando e acreditando. Acho que ela foi o fator de "vamos cair na real?" no filme, o parâmetro de bondade e honra a que deveriam seguir de alguma forma, eu não quero me estender mais, mas me pareceu isso. Um bom exemplo ao que todos queriam evitar de magoar.

 

Voltando à parte de emocionar, bem, achei triste a Bonnie morrer, e a Melly também. Mas vê-se que foi necessário tudo isso para a moça acordar... De certa forma, no contexto da história, sem que haja um culpado.

O único culpado de todas essas desgraças é o/a escritor/escritora.

 

E eu já tiro o meu da reta, porque no meu livro eles fazem tudo por merecer, okay? Okay.

Se bem que no filme também foi assim, e por isso eu acabei de assistir com a sensação de que foi uma história e tanto! E por isso um clássico.

Meu bumbum está calejado, diga-se de passagem.

 

Eu sei, sou péssima colocando minhas impressões, mas me deixem, eu adoro escrever. Só não me culpem por escrever o que não agrade a todos.

 

A todos quem?

 

*grilo*

 

Hahaha, bem, bonne nuit. E vai ficar em... Arial mesmo porque acho que ela é boa para leitura.