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Bienvenue Blog

Maresia de inspirações, disparates, aventuras, desabafos, misturas. Aquarelo por aí também. Mantendo a alma livre o mais que posso.

Resenha de Pantheon Part 2 + Blog com fundo novo

por Laura SaintCroix, em 26.04.18

Lembram a resenha que eu falei que faria e demorei? É, quis fazer agora, mesmo tendo algumas coisas para fazer.

Esse mês que entra eu vou cumprir com algumas tarefas de ilustração, sendo ou não pra mim mesma.

 

E bonjour.

 

Esse álbum do Matenrou foi o segundo que comprei deles, fiz questão de pedir pra mamai (eu não tinha grana ), é claro que foi na certeza de ser um álbum maravilhoso por muitas razões.

 

Como sempre, de 0 a 5 através de sapos.

 

1- The RISING -Orchestra-

Meu amigos... Eu jurei que ia começar a tocar One Winged Angel com essa belezinha aqui, MEU CORAÇÃO GELOU. Deve ter sido de propósito, porque eles são ligados em jogos e essas coisas. Bem, foi parecido pra mim, mas só o comecinho. Matenrou tem ótimas intros.

 

2- Beyond The Sorrow

Matenrou fazendo títulos de Galneryus, hahaha. Mas para por aí. Essa tem um refrãozinho catchy, apesar de no geral não ser tão marcante, é boa.

Não sei dizer qual o gênero dessa aqui, ou melhor, sub-gênero talvez. Eu já ouvi esse álbum inúmeras vezes e algumas delas eu pulo essa faixa, volto a ouvir quando dá saudade, mas o refrão dela eu consigo puxar na memória facilmente. Desculpem a falta de informações úteis, hahaha.

 

3- Tsumi to Batsu

Essa aqui foi mais "equivalente" a Curse of Blood que a anterior, para mim. Ela é a que tem uma pegada mais forte depois da intro e a primeira. É uma das que foi inspirada em um livro de Dostoiévski [sim, procurei no google], porque o Sono tem lido. Segundo uma amiga que também estava lendo, se tivermos conhecimento do livro fica mais simples entender a letra. Sono está sendo tão cult ultimamente que estou com medo de não acompanhá-lo no nível. Hahaha

A música não é tão marcante, entretanto. Minha memória demora a lembrar do ritmo dessa, então não me foi particularmente cativante. Sono fala bastante Inglês aqui, e o Inglês dele é bom pra caramba.

Ela está no nível de Cross Counter wo nerae e Jolly Roger, mas não é parecida. Mas gosto mais de Jolly Roger, pela vibe pirata.

 

 

4- WARRIOR

Essa aqui suuuuuper tem a vibe do Galneryus, toda uma aventura, hahaha. Eu amei desde que saiu em single, e haja fôlego. Pra quem gosta de power metal com dagrões e etc, é o que me parece. (Mas não confiem muito em mim, pode não ser, shhhhh)

 

5- The Gambler

Lembram do negócio de Dostoiévski? Sono fez outra música com outro livro. Deve ser algum tema existencialista. Parece que algumas frases, dessa música ou de outra, são das versões em Inglês do livro, algo assim. Sono estava empolgado mesmo com isso. Hahaha

A diferença é que essa música é maravilhosa. Sono surpreende bastante com a afinação aqui, num dos trechos. Claro, se gostam das partes em que ele afina bastante. Não consigo me lembrar de outra do Matenrou que seja semelhante em nível, essa aqui é bem diferente mesmo.

 

6- Hadou no Hi yo

Essa é a minha preferida do álbum, por motivos óbvios, HAHAHAHA. KAMIJO participou no coro aqui. Sono disse que essa música é viking metal, o clima é totalmente um campo de batalha, mesmo sem a gente ler a letra. A letra empolga como o começo de Helios, aquelas batidas fortes que todo mundo gosta, haha.

 

7- Ougonkyou wo yume mite

A instrumental do álbum. Como eu já disse, amo os instrumentais do Matenrou, essa música é como se estivéssemos dançando numa floresta, festejando o ouro. No total, me parece uma homenagem a Eldorado.

 

8- Voyage

Essa música é graciosa. Essa é a palavra, nós viajamos com ela. Falar de música é parecido com falar de perfumes, e vice versa. Essa aqui seria uma fragrância de flores brancas. Bem longínqua. Eu acho incrível o quanto eles transmitem o que querem dizer só com o ritmo. De longe, passa a mesma vibe de Kimi to miru kaze no yukue, pelas viagens e sensação.

[não consigo não dar 5 para ela, mesmo que eu pule às vezes por causa da próxima]

 

9- Senjyou no ame wa oto mo naku

Cara, se eu fiz uma resenha de todas as músicas foi mais para falar dessa aqui. Parem e prestem atenção nessa formosura de música, nessa vibe rebelde, nessa coisa nostálgica como se eles estivessem tocando num barzinho de um mundo pós apocaliptico, nesse coração saudoso.

Eu amo demais essa música porque ela se encaixa com uma personagem minha ao ponto de que parece que o Matenrou tava lendo o que eu escrevia.

Essa música encaixa perfeitamente um instrumental meio "clássico" (claro que é mais com o som do teclado de fato) com as guitarras pesadas e lentas. Eu queria abraçar os meninos só por essa música e eu não estou brincando.

Se uma hora eu estou em dúvida com qual música do álbum eu vou ouvir, eu ponho nessa. E a voz do Sono, eu quero bater nele e nessa voz tão linda que essa música ficaria feia na voz de qualquer outra pessoa perto da dele (mesmo o KAMIJO, eu teria de ouvir pra confirmar, não sei se ele tem a vibe rebelde e "dengosa" da voz do Sono, essas características fazem essa música).

Apenas ouçam.

E editando de momento, preciso dizer o que o próprio Sono fala sobre a música, "um homem que perdeu seus amigos de maneira inusual no campo de batalha" (obrigada minhas amigas do street team International Symphonia ). Minhas impressões de início foram parecidas com isso, um sentimento de perda, ele fala réquiem na música também. Então por mais que seja uma música linda, é uma música triste.

Só quis pôr esse adendo.

 

10- PANTHEON Part 2

Essa música, segundo Sono, é uma resposta à primeira Pantheon.

Antes dele dizer isso, eu já havia sentido algo como se essa música fosse um fechamento para a anterior, o que quer dizer que eles transmitem muito bem as intenções, haha. É uma música calma e, dado momento, emocionante. Tem um coro perto do fim que toca no fundinho do seu coração. Soa como o sentimento das pessoas que escolhem continuar tentando.

Eu amo a primeira Pantheon, essa parte 2 me soou monótona, mas porque eu esperava algo mais forte como a primeira. Agora penso que essa se encaixa perfeitamente, mesmo sendo mais fraca e menos catchy.

Não ouçam se estiverem meio tristes, a esperança pode fazer chorar às vezes.

 

E é isso.

Esse é um dos álbuns mais lindos que existem e me faz ansiar pelo single Invisible Chaos, porque Matenrou é uma das bandas que mais amo, por completo. Gosto de todas as músicas.

Espero que o Sono volte a fazer alguns guturais, eu estou com saudade (disse a pessoa que não gostava disso).

 

Cara da postagem:

Não vai ser a capa porque eu não acho as capas tão bonitas. Os meninos disseram que era uma mulher (ou homem) com uma espada, e se o Sono não tivesse dito isso eu JAMAIS saberia.

 

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Nenemmmm.

[Tem um Anzi passando atrás]

 

[Aliás...]

 

[Por que saiu da banda?]

 

[Mas tudo bem, JaY entrou e nós tamo felizzzz]

 

[Pelo menos eu estou]

 

CARA CÊS GOSTARAM DO FUNDO?

Eu ia esquecendo de comentar.

Agora temos um mar.

Foto do banco de imagens gratuitas do site Pexels. Só procurar por "sea".

 

A geisha do lado.............................. eu não devia estar usando, mas eu sou uma pira(d)ta.


Amálgama

por Laura SaintCroix, em 06.02.18

Bonjour!!

Aconteceram tantas coisas legais!

 

Fui à praia pela primeira vez depois de... vinte anos?! Ou quase isso. Foi a melhor sensação. O mar estava agitado, o tempo estava nublado, quase chovendo, ventando forte, as ondas estavam altas. A água salgada ardeu bem menos do que eu pensei que fosse arder, porque na verdade eu nem senti. Minha mãe me avisou que meu cabelo ia ficar uma droga, mas eu senti ele normal... Mar é muito gostoso. Minha próxima meta é conseguir estar num navio.

Aquela coisa é viva demais, é como nadar nas correntes sanguíneas de um ser gigantesco que pode te arrebatar. Mas na verdade parece que um pouco de nosso espírito fica nele, então somos arrebatados de toda forma.

O cheiro eu também pensei que fosse ser bem mais forte, mas isso talvez se deva ao tempo e ao vento mais forte. Todavia, nem mesmo cheiro de peixe me incomoda. Então eu acho que não me sentiria incomodada.

 

Só tenho a agradecer meus tios. Ela ficou tão preocupada de não estar sol, mas sabe que esse tempo nublado é meu preferido.

Mas admito que senti medo do céu, eu entro em choque e fico trêmula se o céu pretejar e começar a relampejar e eu estiver ao ar livre (pior ainda, no mar!).

 

Não engoli tanta água quanto pensei que fosse, mas as ondas me levaram e eu só consegui ouvir as gargalhadas da minha prima.

 

Isso já tem uns dias.

 

Agora, no presente, estou um pouco triste com a notícia de que o baterista do Matenrou Opera vai sair por não conseguir mais tocar direito. Está doente e espero que consiga se tratar. A banda agora fica sem guitarrista e sem baterista. Espero que chamem o JaY definitivamente, mas não faço ideia de quem possa tomar a bateria.

 

Vou fazer um desenho para um projeto depois, para ele.

Estou com vários para fazer, graças a Deus. Um para o KAMIJO (e acho que quase entrando num segundo para ele), um para o Yu, uma ilustração de artbook para uma amiga que eu AMEI poder participar e espero que dê tudo certo para imprimir, tenho meu livreto infantil para ilustrar, tenho Agharrin para ilustrar...

Tenho certeza que essas coisas vão me render algo no futuro, tenho fé nisso, é o que eu amo fazer e vou prosseguir enquanto for possível. Tenho pais maravilhosos que não se importam em me dar essas coisas para prosseguir enquanto eu não consigo andar com as minhas pernas.

 

Pintei aquele biscuit do Sono, ficou tão lindo que eu nem acredito que eu quem pintei.

 

collage.jpg

Quando eu colocar as roupas, vai ficar tão lindinho. Posto fotos.

 

Baixei alguns videos do KAMIJO, vou ilustrar a história dele, fazendo parte de um fanbook, eu estou tão feliz com isso e desejando muito que tudo dê certo e que nós consigamos ilustrar bem lindão. São nove ilustradores.

 

Muito a fazer, pelo menos para mim, mas agora o que eu pretendo urgentemente é: fazer a arte pro Yu e PASSAR UM PANO NO CHÃO PORQUE TÁ ARENOSO E EU VOU ACABAR CAINDO.


Screaming

por Laura SaintCroix, em 31.07.17

Bonjour.

Ah, um tempo sem escrever aqui, plus um tempo pintando e desenhando com bastante afinco.

Evoluí esses dias, pelo que pude perceber. E estou feliz por isso, artisticamente falando.

Consigo "me sentir alguém" quando evoluo.

Me forçar a desenhar é mais doloroso e necessário que me forçar a escrever.

Formar linhas e embasar desenhos é mais difícil que formar uma sequência de cenas, as cenas, os personagens, eles fazem o que querem dentro da história.

O desenho precisa de mais certeza, mesmo que uma certeza estética. Precisa de cores, ou brilho, ou tons, ou monotom, mas precisa de uma coisa materializada na mente para acontecer e ter um resultado satisfatório.

Uma cena sai mais naturalmente, porque mesmo que escrever o personagem andando, ele já está fazendo algo.

E eu, particularmente, não fico satisfeita se não estiver com extrema vontade de desenhar um cara andando, se essa imagem mental não estiver ali com todos os tons para a execução.

 

Na maneira como eu sinto, que pode mudar amanhã ou depois, desenhar é um processo mais difícil.

 

Eu raramente apago um parágrafo falando "Nossa, isso ficou uma porcaria completa". Já desenhos, joguei inúmeros. Ontem e hoje fiz um teste de desenhar numa A6 canson sem fazer um rascunho para pintura. Desenhei três coisas distintas e apaguei em sequência (acabando com o papel, coisa que eu sabia que poderia ocorrer), e na quarta vez comecei a pintar no amanhecer de hoje e: joguei fora.

 

Comprei materiais bonitões para aquarela, porque quero trabalhar com ilustração.

Acho que essa vontade é bastante forte, eu descobri que amo aquarela tanto quanto amo óleo sobre tela, de maneiras distintas.

 

Eu não sei o que essas coisas significam, o fato de eu escrever mais facilmente que desenhar, e não estou falando da execução de ambas as coisas, mas de ter ideias para elas. Eu sou melhor escrevendo ou pintando? A dificuldade em pintar significa que isso é mais importante para mim que a escrita? Ideias para escrever saem melhor porque são inspirações diferentes?

 

Ou eu só estou cansada de desenhar uma semana seguida e faz tempo que não escrevo?

 

Seja o que for, eu amo esses processos mentais complicados. E por ter amassado a folha, e por não ter concretizado o que quero, que é pintar, pois ainda estou com vontade e não tenho ideias e execução, e por também querer escrever, e por querer desenhar um mangá (um dia, esse é mais para frente, eu não sou tão ninja), é que estou inquieta.

 

Isso é sinal de que preciso jogar algum jogo.

E que eu não gosto de pintar em folhas sujas, hahaha.

 

Vou ver se jogo, ou se desenho, preciso treinar cenários.

Sair do que eu gosto de desenhar, caveiras, rosas, Agharrin, mãos.

Porque eu gosto de desenhar caveiras e mãos, mas agora essas ilustrações não cabem para a capa que eu desejo.

E adivinhem, desejo para mim mesma. Eu não sou tão complicada assim lidando com o que os outros querem.

 

Mas quando é para mim, o trabalho é mais trabalhoso. Eu sou uma cliente muito exigente.

 

Desenhar cenários, aproveitar que tenho um sketchbook.

 

Resultado da minha segunda aquarelinha. Sonoman.

 

operasonoman - Copia.png

Eu amo a maneira que as cores se espalham.

Se não for para ser borrado, eu nem amo aquarela.


geisha return plus borboletas azuis

por Laura SaintCroix, em 07.05.17

O retorno.

Quis mudar tudo. Fiquei um dia inteiro caçando nome. No fim, ficou o mesmo. Acho que gosto, ou porque não consigo mudar algo que está há seis anos ali. Post curto, só para apresentar template novo. Caso alguém venha a ler, eu não vou responder chat agora, estou cansada porque fui visitar família em Perus, e foi bem longe. A verdade é que mesmo a mudança de energia e ambiente me deixa cansada. Mas estou bem. Espero que também estejam.

Matenrou Opera fez dez anos de banda. Eu acompanho os caras há sete. Isso é mais da metade, me sinto orgulhosa. E mais, sinto orgulho deles. São realmente ímpares que merecem toda a dádiva da sua audição e coração.

 

Kanpai! (mesmo que eu não beba)


about PANTHEON -PART 1-

por Laura SaintCroix, em 12.04.17

Estou ouvindo o album novo do Matenrou Opera. Já ouvi uma vez no carro, a primeira, mas minha mommy () estava conversando comigo, e depois outras pessoas.

Estou ouvindo uma segunda vez e vou escrever o que acho de cada uma na íntegra.

 

Pantheon.

É a música mais nostálgica que já vi. Heróica, trágica, esperançosa, nostálgica. Tudo isso. Terminei a prévia de mãos trêmulas. E ela inteira é sublime, no patamar de Kassai. A emoção que o Sono passa na voz é espetacular (isso não é nenhuma novidade para quem é fã do Matenrou, quando ele quer fazer a gente chorar ele faz).

 

Curse of Blood.

É a faixa mais pesada do álbum, se me lembro bem. Ele grita pacas (não aqueles berros guturais, mas tom alto). Tem picos, e o "aaaahhhh ahhh curse of blood" fica na sua cabeça. E tem um coro atrás dos meninos mesmo, que parecem guerreiros, algo assim. lol

É fantasiosa. Bem Matenrou.

(três, porque ela é muito curtinha, tipo Dolce, maravilhosa e curta; e porque poderia ser mais marcante ainda, mesmo que o "eh oh curse of blood fique na cabeça)

 

Icarus.

O que dizer dessa, cara? Vão ouvir essa obra de arte e abandonem essa humilde resenha. Essa ganha só pela intro. Arranjos lindos+Sono=perfection.

(kanpai!)

 

Mammon Will Not Die.

A letra dessa deve ser bem significativa. Pelo nome. Ela é pesada nos arranjos, digo, tem bastante grave. No refrão adquire um arzinho de aventura, mas continua acelerada como no começo. Os caras sabem variar as músicas, dentro dela mesma. E pfvr, solo de teclado. Ela tem uma impressão de corrida, corrida, corrida.

 

Excalibur.

PURA AVENTURA. Próxima.

Brincadeira. É acelerada também, mas essa mantém o tom de aventura/ingresso numa jornada a música inteira. Aquele ar de "você não pode perder daquele seu inimigo" ou "faça como você aprendeu". E claro, Sono+tons altos=amor. Daí tem uns sons eletrônicos que fazem você duvidar de você estar ouvindo power metal sinfônico pelo tom de aventura, lol. Não é bem, faltou os coros para ser do "gênero", mas sei lá, não precisa, hahahaha. O ritmo do refrão pode ficar na cabeça. E eu desafio vocês a conseguirem cantar essa no tom do Sono. Guitarra aqui é bem legal, aliás, mas eu acabo me impressionando mais com o teclado.

 

Rokujin ni shinro wo tore.

A mais alegrinha. Acelerada também, mas faz você ficar com vontade de pular, não de correr. :')

O "oh oh" vai ficar na sua cabeça, ficou na minha só nas prévias. Novamente, arranjos diferentões, guitarra "ininterrupta". Podem ver que não sou boa resenhando, desculpem.

(quatro porque o oh oh vai ficar na cabeça, mas o resto é difícil de aprender e você via ficar só no oh oh o dia inteiro)

 

Symposion.

Faixa instrumental pro Sono ter descanso no meio dos shows, hahahaha. Lindíssima, super diferente e boa. Uma mistura de teclado, sons eletrônicos, algo que parece flauta, e a guitarra/baixo/bateria combinam com isso. Digo combinam porque já vi arranjos que meio que parece que não encaixa uma coisa noutra, mas não é esse o caso.

 

Nan-dome ka no prologue.

Ele faz tanto charme pra cantar o início dessa música que vai levar cinco sapinhos psicóticos só por isso.

A música? Ela é uma das mais marcantes do álbum, exatamente por não ser pesada como as outras. O refrão pega, vou estar cantarolando isso assim que aprender, porque o ritmo é solto, leve, ao tempo que quando para, é uma música nostálgica. Eu não sei como esses caras fazem isso. Ah, solinho de teclado=amor.

 

Shine On.

É puro amor, eu amo demais, já amei quando ela saiu naquele single. Música natalina cheia de esperança e brilho, uma pequena luz para quem ouve, como se nos tornássemos capazes de algo bom um pouquinho por vez (?).

 

Tomarun janee.

O nome fala por si, aceleradíssima, com adrenalina a mil. E tons altos e uma fala imperativa como em Kumo no Ito. Ela me lembrou a impressão daquela, não o ritmo/letra. É bem diferente. Na verdade não tem músicas iguais nesse álbum. Em nenhum outro.

(eu não estou sendo boazinha, tá linda, diferente, mas também poderia ser mais marcante de algum modo, é que nem aquela "RUSH". Você vai acabar adorando ela depois)

 

Nota final:

Obviamente . Mas vou apontar os """""defeitos""""", pra falar que eu não sou puxa-saco. Esperava uma mais lenta, como em Eien no Blue, Designer Baby. Esse álbum está como Justice, as músicas são bem diferentes umas das outras, mas não são todas que vão pegar todo mundo de primeira. Nem todas são uma Helios da vida. As que fizeram isso, para mim, foram Pantheon e a Nan-dome ka prologue. Mais Pantheon. Assim como Phoenix. As faixas título/que têm PV são sempre sublimes. Ouvi duas vezes o álbum, então isso são intrinsecamente primeiras impressões. Eu não sou boa com resenhas, vocês já sabem, eu descrevo por sentimentos, sou pouco técnica. Pior ainda fazendo as coisas no "ato" da coisa, com a música tocando. Mas fiz isso por questão de não perder as impressões, espero não ter acabado por perdê-las justamente por não conseguir descrevê-las.

Estou com a cabeça cansada, e a que mais ouvi foi a prévia de Pantheon, então ela é o que me fica em mente. Porém, ao ouvir as outras, você sai cantarolando se ela for a última, elas são muito peculiares, gosto do Matenrou por isso. A maioria é questão de decorar/habituar com o ritmo, e habituar não quer dizer começar a gostar de algo que não era bom, creio que às vezes você só não está pronto para aquela música ainda, e um álbum inteiro é uma carga de informações alta para o cérebro assimilar as melodias numa única ouvida. Eu demorei um ano inteiro a gostar e ouvir AVALON decentemente, e cara, é um dos álbuns mais lindos deles. Eu não estava pronta para a beleza daquilo. Esse álbum pode estar como ele, mais ainda até que como Justice, porque nesse aqui ele esculacha (no bom sentido) no high tone vibratto, como ele havia dito, hahaha.

Claramente, Sono e cia só fazem música para eles mesmos performarem, porque pra alcançar aquelas notas, meu chegado, o cara tem que ter fibra, sem baixar a nota para se adequar a própria voz.

 

Agora minhas desculpinhas: eu não estudo/estudei música, não sei termos técnicos, pode haver coisa errada, então peço que não me cobrem algo profissional, porque sou amadora. E amador quer dizer que ama, independente do profissionalismo da resenha. Eu amo Matenrou Opera.

 

Agora, Matenrou... Sono, façam uma só de pianinho/arranjo com a voz. Isso é a coisa mais linda que há.

 

Espero que tenham curtido.