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Bienvenue Blog

Desde 2011 tentando achar um nome decente! :D

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Desde 2011 tentando achar um nome decente! :D


30.06.17

Bonjour!

Dobradinha hoje, porque são coisas curtas.

Lembram do livro de contos de vampiros que falei que ia lançar? Não vou, vou lançar separadamente, e num preço bacana cada um deles. O menor que tem na Amazon.

 

O primeiro desses contos é SAGRADA MORTE.

Ia ser lançado numa antologia de vampiros por aí, mas eu pulei fora no último instante. Não curti muito a segunda parte da proposta que nos foi revelada após passarmos no concurso. Fiquei contente em passar, fiz mais como um texte a mim mesma, mas no fim, prefiro publicar por aqui.

 

Capa com uma ilustra que eu estou amando até agora. Ela saiu do jeito que eu queria em todo o aspecto. E as pessoas até gostaram no grupo, e isso é a primeira vez que me acontece nessa indústria vital, hahaha.

 

cover_SAGRADA_morte - Copia.jpg

Sinopse:

Não há pior cego que o que se recusa a enxergar, ou o que tem olhos vendados por uma religião de tempos antigos.
Vampiros caçam seus iguais. Humanos comandam das sombras.
Quanto tempo Kostia vai demorar a entender: eles não possuem o poder verdadeiro.
Um conto de amor ao sangue e ao não-pecado de ser quem é

 

ESSE VOCÊS PODEM COMPRAR AQUI.

 

O segundo é um conto de vampiros também, mas está de graça para leitura no Wattpad.

 

azul de mar_conto - Copia.jpg

Sinopse:

Um conto póstumo de uma mãe que acabara de dar à luz. Sozinha em casa, havia apenas o médico de presença morta e a esperança de o marido retornar a tempo.

 

LEITURA AQUI(!!!!!)

 

Espero que vocês gostem, fiz tudo de coração, e o primeiro conto, do Kostia, é uma coisinha amor do meu coraçãozinho que eu adorei demais. Ele se tornou um personagem que quero usar mais vezes porque tenho vontade de colocá-lo num pote e proteger.


03.05.17

MEU DEUS DO CÉU EU NÃO CONSEGUI PARAR PARA ESCREVER NO BLOG

 

E BONJOUR TAMBÉM

 

Man, por onde eu começo?

 

Esse é o livro da minha vida. Que nem eu comentei no facebook, é o livro de quando eu nem sabia o que era escrever, não sabia o que era ter um "personagem" ou criar. Eu achava que todo mundo tinha algum assim, que todo mundo criava alguém para si, e não que isso era coisa de escritor.

Eu queria desenhar mangá, sabem, mas aos meus nove anos, eu nem sabia que era isso que eu queria.

Depois, já com Agharrin, eu decidi que seria melhor escrever um livro. Por uma razão estranha: eu tinha assistido Junjou Romantica e Sekai Icchi Hatsukoi e fiquei com medo da rotina de trabalho dos mangakás. Sério.

Então eu quis escrever.

Mal sabendo que a realidade de um escritor é, senão semelhante, pior em sentidos diversos.

No Brasil você tem que ser seu próprio marketing, seu próprio agente, seu próprio "publisher". Editoras vão ir atrás de você quando você conseguir se sustentar sozinho e puder sustentar eles.

Quando você tiver "público".

Eu quero muito trabalhar com isso, sério, mas eu não sou boa com marketing ou publicação. Sei só fazer coisas que amo no Photoshop, em desenho, mas me promover? Eu quero escrever.

Queria pagar outra pessoa para fazê-lo por mim (promover).

Então com quadrinhos seria o mesmo. Mas eu estou com uma ideia de quadrinhos na cabeça, mangá, propriamente, e eu vou fazer isso. Só estou esperando na moita like a Sebastian, hahaha.

Então Agharrin é isso, esse sonho, essa realização, esse futuro. Esse pouco de cada coisa que me compõe, um pouco por vez em cada aspecto da vida.

Lançar o livro é um pontapé para que todos saibam dele. Todos com bastante pretensão.

Pessoas o suficiente para que eu não precise mais chamar ele só pelo apelido, Rin.

Perguntaram sobre a origem do nome, haha. Bem, eu lia errado o nome de um dos vilões de Zelda. Agahnim. Lia com a pronúncia do H como sendo RR e ignorava o N. Daí eu gostei do nome e a ideia veio não sei de onde. Absolutamente.

 

As ideias desse primeiro livro são de manuscritos de 2010 ou 2011. O meu eu daquela época.

Hoje eu só aprimorei os textos, e hoje faria diferente alguns aspectos. Mas não quis alterar o texto na raiz, para não desrespeitar a menininha que escreveu tudo aquilo com tanto carinho.

Laura amadureceu junto com Minhrrat. Minhrrat um dia era o alterego de Laura.

Minha personagem que era como eu queria ser e nunca tive coragem.

Ela ficava na minha cabeça falando o que eu poderia fazer em determinadas situações. O nome dela naquela época era Miyu, do anime que eu tinha visto, Vampire Princess Miyu.

Miyu era uma feiticeira com cajado, do jeito que eu gostava e queria ser.

 

Quando comecei a escrever, impulsionada (ohhhhhh) por uma letra do Versailles, porque é claro que eu queria escrever, mas queria escrever coisas de maneira tão lindas quanto o KAMIJO conseguia escrever, Miyu não tinha nada a ver com Agharrin.

Agharrin era para ser o vilão de um rapaz. Assim como em Zelda. Eu não tinha um plot certo, só sabia que Agharrin não era bom. Ele tinha uma aura sedutora e perversa. Era um deus em forma de vampiro que atormentaria a vida de alguém até que esse alguém desistisse de toda luz.

Não era esse um plano fixo, mas era a impressão que eu queria transmitir numa história de aventura.

Daí minha mãe (e posso dizer, sem querer ofender ou ser taxativa, mas - como sempre) deu um palpite de que queria algo com romance. Eu revirei meus olhos. Na época eu já sabia que todo santo filme tinha romance e não estava afim.

Mas eu sempre fui do tipo que quer agradar e acabei colocando.

Precisava de uma menina que eu não fosse ter ciúmes (meu eu da época era assim, e na verdade, você não deve mexer muito comigo ainda hoje *sapinho psicótico intensifies*) e que fosse ser digna de Agharrin de alguma maneira. Isso soa como spoiler, hahaha. Mas eu só podia escolher aquela que eu aceitava - eu mesma.

Escolhi a Miyu, uma outra OC.

Mudei para que não fosse tanto o meu eu ali. Lembro que ia mudar o cabelo, mas pensei bem e disse: "Bem, eu conheço cabelo cacheado porque o meu é assim, e nossa, toda santa história a moça tem cabelo liso! Eu quero uma com cabelo cacheado". E assim ficou. Não era eu ali, era, então, Minhrrat.

Nós amadurecemos juntas, de certa forma. Eu tinha medo de escrever coisas e que as pessoas a iriam julgar assim como eu tinha medo que me julgassem um pouco.

Perdemos esse medo juntas.

Talvez, na verdade, Minhrrat nunca tenha tido medo.

 

Não tenho mais o que falar nessa postagem enorme.

Essas coisas foram transcritas o melhor que pude.

Desejo que gostem, que odeiem, que se rebelem, que puxem os cabelos ou que chorem. Só que não ignorem. Isso é o pior.

 

Resolvi publicar agora por duas razões:

Pintei um quadro que me deu um enorme desejo de fazer uma capa. Fiz, o teste me agradou tanto que eu tinha que publicar.

Perdi um pouco da ilusão de ser publicada por editora. Eu nem cheguei a tentar muito por outras, mas eu sei no fundo que é difícil demais ser notado, como eu falei ali em cima. E sei também que coisas só veem na hora certa, e que elas preferem vir quando estamos lutando.

 

Tem um booktrailer:

 

Demorei uma eternidade fazendo isso. E amo essa música.

 

E aqui a capa.

first book cover.jpg

Link para compra AQUI.

Link para adicionar no Skoob AQUI.

 

Sinopse:

Minhrrat, uma garota de um vilarejo, deseja se tornar uma feiticeira. Diferente da filha de outros vilaneiros, ela não pode vender flores ou espantar galinhas: tem o cabelo branco e olhos amarelos, e isso é assustador.

Após uma fatalidade, com um vampiro em seu encalço, feiticeiras amigas e um silfo diminuto como confidente, Minhrrat buscará o lugar a que verdadeiramente pertence em seu mundo.

 

Passei por tantas motherfucking sinopses antes dessa que eu nem sei mais se está boa, se está ruim, se está uma merda ou se está maravilhosamente na medida certa. Só me lembro que essa foi a que não deu muito spoiler. Espero que seja a boa. Se você leu e tiver sugestão, honey, eu serei muito grata.

 

Agharrin é um vampiro de uma espécie diferente, própria e única do livro. Falar que ele é um "vampiro" apenas é quase uma ofensa para ele.

O universo do livro é um universo criado. É muita coisa pra explicar, mas se eu fosse pôr em palavras, é quase como se muitos dos reinos de fantasias que existem por aí afora pudessem ser englobados dentro desse universo. Não é prepotência, mas é um tipo de lógica ali dentro. Eu só não mexi com, sei lá, viagens no tempo ou coisas muito científicas porque não é minha área e eu iria fazer caca. Não mexi por enquanto, leia-se, por enquanto. O dia que der na telha eu faço algo. *voz do Cosmo OU SERÁ QUE NÃO?*

Agharrin não é embasado ou inspirado em absolutamente ninguém. Nem mesmo o KAMIJO, minha inspiração-mor para qualquer coisa que eu faça. Foi uma terrível coincidência apenas eles terem os olhos brancos parecidos. Eu nem sabia disso quando o criei.

E nos desenhos, de início, roubei o traço da sobrancelha do KAMIJO, mas é só isso. Não podem me acusar de mais nada num tribunal.

Isso significa que também não é inspirado em nenhum vampiro. Após conhecer a ideia de Dracula e algumas fraquezas de vampiros por uma história de vampiros infantil num livrinho de criança, eu sabia que gostava de vampiros, então o meu me veio dessa maneira. Mas não é inspiração direta de Dracula também, eu nem tinha visto filme ou lido o livro integralmente.

Não que seja ruim se inspirar. Outros personagens no decorrer do livros são inspirados, homenagens ou outras coisas.

 

Acho que é isso.

Cogitando mudar o nome do blog. Depois eu vejo direito.

 

Beijos, até a próxima. Eu fiquei meia hora redigindo isso aqui. Deus!

 

AAAAAAH, ESQUECI. MUITO OBRIGADA MESMO AOS AMIGOS QUE ME DISSERAM PALAVRAS DE APOIO E AMIZADE NO FACEBOOK, e ao vivo também. Sério, aquilo foi muito importante para mim. Sinto que tenho por perto as melhores pessoas que poderia ter.


18.03.17

Dia marcado para os livros e editoras independentes.

Deixei em promoção meu livrinho, EROTISMO E O FIM DA VIDA.

MAS É SÓ HOJE (18/03/2017)

CLICA.

 

Fiz uma ilustra para promover.

ero-colour.png

Combo breaker de primeiras vezes: primeira vez que faço um cara batendo uma, primeira vez que faço um pavão, e primeira vez que faço uns grafite tão rápido. hahaha

 

Adorei o resultado.

Três corações pra mim mesma.


28.01.17

Bonjour hana-tachi ~

Estou estranhamente triste e animada.

Estou triste porque dois das minhas peixas estão com algo desconhecido, e que ainda não sarou.

E feliz porque estou escrevendo um livro com minha amiga.

 

Está tomando forma, a forma é bonita como uma flor.

O gênero é biopunk. Há o novo e o antigo em harmonia. Ou, mais precisamente, desarmonia, porque todos querem voltar ao passado.

O título, eu estou absolutamente louca para revelar.

Mas é um segredo por ora.

 

As personagens também são interessantes. Espero que gostem, eu vou tentar comprar aquarela para produzir a capa desse livro. Porque é a ideia que tenho, é o que está pulsando na mente.

Escrever em conjunto é uma experiência nova, e ela está no início. É como estar numa banda, eu acho, só que somos uma dupla. Eu sou incrivelmente chata, ela também, então duas chatas devem se entender.

BEIJÃO PRA TI, YASU, PORQUE TE CHAMEI DE CHATA, sorry not sorry.

Se culpe por ter intimidade com gemini e asc em sagita para o resto da vida.

 

Fotinho do KAMIJO.

 

C3NbJyLXAAEy1hH.png

Olha essa cara de quem está subestimando você, olha esse deboche, olha essa cara de pau.

 

EU AMO ESSE HOMEM.

Ele merece cinco sapinhos psicóticos. (É uma resenha de humanos)

E cinco corações.


18.12.16

Bonjour! Cara, eu não sei nem por onde eu começo.

Publiquei algo na Amazon, finalmente.

O livro entrou num rankizinho fofo logo no primeiro dia.

Os amiguinho tudo compraram, me fazendo feliz pra caramba.

Estou procurando blogs pra divulgar o livro agora, meu estoque de óleo de peroba está acabando.

E ESTOU COM UMA IDEIA PRA UM LIVRETO NA CABEÇA, ESTÁ PULSANDO.

E É ANIVERSÁRIO DO SONO, AQUELE LINDO.

 

*respira*

 

Vou deixar aqui o link maroto pra Amazon BR (ainda não tenho tutano pra bancar lá fora, por ora).

E um link pro Wattpad com o conto Monólogo Fúnebre, que é o primeiro.

E A CAPA, QUE TEM UM MAMILO, PORQUE EU ADORO MAMILOS. E porque achei que, na capa, isso não daria gênero algum à obra.

 

~le capa~

cover_ERO2.jpg

 

A sinopse vou deixar também, por motivos de: facilidade.

 

O amor de um coveiro é tão grande em si que torna-se mudo, sendo capaz de vivê-lo somente às sombras, onde não pode ser visto.

A vilaneza de um guarda ruge e evanesce ao se apaixonar pelo prisioneiro inocente, e ao percebê-lo, o castigo já batia à porta.

A honradez de uma dama japonesa é posta à prova aos pés da luxúria; um mergulho numa essência ser-lhe-á mortal.

Monólogo Fúnebre, Margarida em flor, O vendedor de essências, Anjo Caído e outros contos. Histórias que respiram o suave erotismo do amor ou sua pesada luxúria, suas facetas, o desequilíbrio inerente à humanidade e os raros arroubos de alegria que a acometem.

 

 

A capa pro conto do Wattpad eu já postei aqui. O conto está nessa postagem também, se optarem por ler por aqui.

 

Aqui o link pra Amazon. Eu não preciso dizer que é erótico, né?

CLIQUE AQUI. *setinhas neon*

 

 

 


22.11.16

Bonjour! ~

Estou, ou estava, tomando suco de uva integral. Eu já adorava isso e, depois de ler sobre os benefícios, fiquei ainda mais feliz. Só queria que fosse um pouco mais barato, hahaha.

 

Retomei a escrita, já devo ter falado isso, e é o livro bio-punk, estava criando agora há pouco alguns detalhes antes de prosseguir.

Eu anoto coisas de forma avulsa em cadernos, criando detalhes que saem mais fácil da cabeça com uma caneta que digitando no notebook. É divertido, porque eu desenho junto, e fica uma coisa doida que eu consigo entender às vezes. Às vezes.

Então, para o documento do livro, anoto entre colchetes. Estava conversando com a Yasu-chan sobre isso, que cada um faz de uma forma. Acho que não há fórmula para fazer o cérebro de cada um funcionar que funcione para o cérebro de outro. Alguns podem coincidir, ou dizer que a maioria faz assim, mas vai saber os detalhes...

 

aaaaaaaaaaaaaaa.png

O arquivo tem nomes censurados para um bem maior (o da surpresa), aproveitem a palhinha do livro VI, haha. Se eu esqueci de censurar algo, ignorem. Nem se lembrarão mesmo. Cliquem na foto para abrir na outra guia, e cacem a lupa para 100% da visualização. Outra que não dá pra entender nada se estiver por fora. Uma coisa não parece muito ligada à outra, não é?

 

Minha forma preferida quando a ideia está "enroscada" e precisa nascer verdadeiramente é usando uma caneta. A caneta é uma que eu usurpei carinhosamente da minha tia quando passei uns dias lá, hahaha, é uma caneta preta muito forte que acho que já era até para ter acabado. Vou olhar a marca e ver se compro outra, eu amo canetas pretas com escrita forte. Azuis e vermelhas são para raros destaques nas anotações malucas.

 

Também anoto no iPhone, nas notas do notebook. Ou no arquivo do próprio livro se forem notas que não precisem de nenhum desenvolvimento.

 

É bom ter pontos chave para escrever, porque depois você só encaixa no livro através de frases ou fazendo algum mistério. Eu me sinto e sentiria estranha se me chamassem para algum tipo de seminário ou palestra, porque me parece tão comum anotar as coisas assim que não é bem uma técnica a ser explanada, hahahaha.

 

Só estava com vontade de escrever no blog.

 

Uma foto aleatória de um samurai-san.

 

TzziDnMqor0.jpg

É de algum lugar, minha memória de merda está quase lembrando de onde. Parei de tomar omeprazol porque uma colega disse que prejudicava a memória de curto prazo, e de fato, eu estava pior quando tomava. Mas descobri que eu não lembro muito bem das coisas mesmo.  *sapo nerd intensifies*

 

Só do que me interessa muito, mas por exemplo, hoje de manhã esqueci de comprar um par de chinelos novos, porque o meu eu fiz o favor de arrebentar. Francamente, as coisas arrebentam facilmente hoje em dia. Isso foi gancho para uma conversa filosófica de "oh, arrebentam como os laços humanos", mas eu vou me abster, hahaha.

 

Bye bye. Vou arrumar minhas anotações, eu realmente não gostei da cura para uma das doenças do livro. Achei um motivo muito fraco e pouco crível, e isso é péssimo e broxante.


01.09.16

Boa noite. Sorry o desaparecimento, plus sorry não postar o que disse que faria.

Na verdade tive preguiça e estava ocupada pensando em ilustrações. Quero registrar logo esse livreto e lançar o quanto antes, de maneira independente. Alguma editora pode se interessar.

Eu escrevo razoavelmente bem, eu acho, não costumo errar as palavras, mas frequentemente troco as letras de lugar quando escrevo rápido. Escrevo palavras inteiras ao contrário! Como se o comando do cérebro se invertesse.

Mas eu acabo percebendo, pois sempre reviso. Perdi, definitivamente, as contas de quantas vezes revisei meu primeiro livro.

 

Esses contos eróticos ainda não foram revisados, mas será fácil revisá-los, a prosa é em primeira pessoa, bem melodramático do jeito que eu gosto.

 

Nesse momento estou com um girassol sobre a mesa, junto com meu Cloud e as katanas, e violetas, e uma rosa num copinho d'água.

 

Quero me inscrever num concurso de poesias, vou reler algumas antigas, talvez seja válido, quem sabe...

Gosto de poesia. Principalmente das que rimam, um de meus contos é sobre poesia, mas não é da série de eróticos, é douta que ainda sairá. Não sei quando, mas vai, haha.

 

É estranho como mudo de assunto, e me sinto meio bêbada de sono (e quase escrevi sono com "S" maiúsculo).

É estranho como as pessoas não ligam para nada até que você discorde delas ou atinja algum ponto em que machuque um pouco o ego. Não me retiro disso, porque isso acaba ferindo a mim também. Isso só é irritante, porque você sente que não tem muitos amigos até provocar algumas pessoas e elas virem xingar você, discordar e expôr opiniões, e você se sente existindo. Elas são livres para isso, certamente, e somos também.

Não estou me sentindo desse jeito, não. Seria mais correto dizer que "você sente que eles finalmente existem", pois se pronunciam. Não fazem o mesmo quando é algo bonito.

Deve ser de maneira semelhante que os rebeldes sentem, mas quem sou eu para me pôr no lugar de um? Eu peço desculpas o quanto antes se acabo ferindo alguém, e o faço com certa frequência, mesmo não querendo (ferir e pedir desculpas, ambos). Mas as desculpas não são importantes como se sentir ofendido. Desculpas não ameaçam sua segurança mental, seu ego, suas certezas, então você não dá muita atenção a elas. Só algumas, talvez. Mas o que mede isso? O ponto para se medir é invisível, o quanto você gosta de alguém, o que esse alguém te fez, quem é esse alguém? Se um estranho, então as desculpas podem provavelmente passar em branco, mas o alerta nunca para de soar pra qualquer ofensa recebida. Ego nunca para de soar e estar certo é sempre o melhor, aparentemente.

Sou do tipo que fica com as desculpas engasgadas na garganta até o dia seguinte se eu sentir que magoei alguém, principalmente um estranho ou um amigo infrequente. Qual a probabilidade de ver aquele alguém de novo? A primeira impressão será uma impressão de merda se não puder voltar.

Se esse desejo é pelo que o outro alguém vai pensar de mim, não sei, mas creio que seja pelo que ele vai "sentir" de mim. Não me importo em ser chamada de hipócrita. Só estou tentando.

 

Deixar o mundo com uma luzinha a mais desde quando eu vim para cá é um objetivo, e uma luzinha em cada pessoa, também.

Sou difícil de curvar algumas vezes, e muito, muito fácil em outras, e não sei dizer em quais situações, seja uma, seja outra. É divertido ser assim, não monótono. Quero sempre absorver o que seja bom, e jamais mudar totalmente a essência, só algumas pontinhas para melhor.

 

Esse texto pode fazer parte de um conto. *sapo psicótico intensifies*

Ou não.

O país está uma gororoba difícil de engolir, e o que mais dói é que não somos nós a sentir a mudança... Eu, sendo espírita, sei que o Brasil e Gaia estão em boas mãos, espiritualmente, mas aqui nesse plano, temos que orar muito para que o melhor seja filtrado de tudo isso, e que predomine ainda assim sobre a corja toda. A gente não sabe do amanhã, mas podemos pedir para que ele seja até utopicamente ameno, e que os menores não sofram, e que se houver sofrimento, que ele seja misericordioso. Que nem nossas avós diziam, e que minha mãe repete, "o pouco, com deus, é muito".

Outro dia mencionei que as pessoas precisavam mais de "espiritualidade" na hora das decisões (a pauta era política), e quase me vaiaram por causa da bancada evangélica, hahahaha. Sério, espiritualidade e religião estão tão, tão distantes...

No fim, toda doutrina que pregue uma ou outra divindade acaba tendo o mesmo cerne numa espiritualidade elevada e com nomes diferentes. Então não há porque não respeitar. (Isso me referindo aos espíritos bons, mas o mesmo vale para os "maus").

E ter espiritualidade é só ser humano.

 

Holly shit, estou amando fortemente esse desenho que fiz hoje.

IMG_4054.JPG

Pode não estar perfeito, mas who cares? Finalmente sombreei algo decentemente, hahahaha, e pintei o cabelo. Não esperem muita frequência nisso, pois eu não gosto tanto de pintar cabelos. Só de desenhá-los. Maria Antonieta cortou o cabelo do Rin ali, ele não gosta de cortar o cabelo. Ele é um amor.

 

Bonne nuit, não que eu vá dormir agora, mas...

E eu juro que farei um compilado do meu jogo de Final Fantasy Record Keeper aqui, I swear.

Sim, eu tiro print do que eu ganho, para ter de lembrança. Ainda tenho minha 1st sword (fusion) do Cloud.


19.08.16

EU TERMINEI

 

WE ARE THE CHAMPIONS, MY FRIEND

 

ACABEI O SHIMEJI

 

TRÊS FUCKING DIAS SENTADA EM FRENTE AO PHOTOSHOP INCANSAVELMENTE

 

MAS ELE FICOU TÃO AMOR.

 

EU ESTOU ~IN LOVE~

 

Ele anda um pouquinho e já senta, é muito fofo. E está na frente do que eu estou escrevendo, não enxergo a tela...

Mas deixa, ele é fofo.

 

Links para download, que é o que nos interessa.

 

MEGA

4SHARED

 

Eu ia upar no DeviantART MAS ELE NÃO QUIS, POR RAZÕES MISTERIOSAS.

Vou fazer que nem o Luffy, se eu não sei, então é misterioso.

 

Prévia.

previa.png

Obviamente o fundo é transparente, mas o SAPO.blogs não faz upload de imagens com fundo transparente (PNG), então vai o fundo de visualização do Windows mesmo. *sapo psicótico intensifies*

[EDIT DE IMEDIATO: prévia nova, haha]

 

ESPERO QUE GOSTEM, QUE USEM, QUE JOGUEM ELE PARA LÁ E PARA CÁ QUE NEM EU ESTOU FAZENDO.

No arquivo de download tem instruções em Inglês, mas se precisarem de ajuda, berrem aqui nos comentários que eu virei em vosso auxílio.

 

AGORA VOU INDO NESSA, desculpem a ausência no blog, mas foi por uma boa (ÓTIMA) causa.


09.08.16

Ontem já não postei, perdoem-me, estava ocupadíssima no ps. Hoje trago desenhos! Mais rascunhos. Estava treinando posição/tamanho das pernas e corpo.

Adorei a roupa que fiz e o perfil do segundo. Gostei também do terceiro, que foi um dos meus melhores treinos no sentido de... treinar.

 

image1.JPG

image2.JPG

image3.JPG

Até!


07.08.16

Boooonjour!!

Hoje escrevi quase 4 mil palavras e estou bem contente, já que foram três contos para minha ficha.

Falei mais cedo de microcontos (são micro pra caramba), e vou deixá-los aqui. *sapo psicótico intensifies*

Não posso publicar, ainda, os que estão no concurso, pois o resultado foi adiado novamente pela participação de muitos escritores. Ainda acredito que possa ganhar, então mantenhamos o mistério.

E sim, o Passageiros eu também não entendo mais, só entendia quando tinha acabado de escrever, agora já não lembro, então danou-se. Vão entender o porquê de eu não ter entendido assim que lerem.

 

Céu

De onde estamos não é possível ver o céu, não além de um buraco, por onde as flores enxergam. Só elas conseguem florir onde há lama, porque pessoas não foram feitas para florir no charco.

Tenho medo da aparência de um céu cheio de nuvens, azulado. Mas aqui está um céu diferente do das flores pequeninas, o céu dos olhos dele, que se move, é temerário e sempre, sempre sorri. Está começando a me contagiar com sua alegria. Mesmo insegura, acho que posso florir também, de mãos dadas com essa liberdade.

A noite veio e ele teve que partir. As flores simplórias dormem, só dormem, e eu me preparo para revê-lo. A manhã vem, colorida, elas a veem, estão vivazes de alegria, perfumadas. Sorriem. Bastara paciência e logo amanhecia para as flores. Mas por que o meu céu não retorna com o amanhecer também?

 

Passageiros

O cabeleireiro apara as pontas do cabelo de uma mulher, que conversa ao ler o jornal, esse que traz as notícias de uma manhã de inverno no hospital local, onde não puderam acudir todas as pessoas, que por sua vez não queriam saber da perda de dona Gertrudes, enfermeira, que perdera o periquito de manhã, comprado na loja de Fagundes.

Fagundes corta cabelo nas acomodações de Epitácio, que agora ajeita o cabelo de Amália, pois já terminara de aparar as pontas do cabelo de Lisa, que não sabe dos sentimentos de perda de Gertrudes, uma enfermeira do hospital sobre o qual lera no jornal, que não faz ideia de que Epitácio, seu marido, é amante de Fagundes, e que sua amiga, Amália, ouve as conversas de Lisa e nada diz a ela sobre sua má língua quando fala sobre a incompetência das enfermeiras. Apenas ri, essa Amália, por conhecer Fagundes, o marido de Lisa.

Pobre Gertrudes, que só tem inocência.

 

Rapunzel, Rapunzel

Pedi para Rapunzel que me jogasse seus louros cabelos, ao que ela disse-me: “Não posso!”

Estranhei e, com sobrancelhas enrugadas, repliquei: “Mas o que há contigo, amada?”

E ela disse-me: “Piolhos!”

 

Chiaroscuro

A tinta vermelha, profunda, úmida, é levada pelo pincel para o trono intitulado amor; simbólico, de igual maneira ao azul, nossa paz e, não coincidentemente, a tristeza. A cor encarnada foi nas vestes de um anjo excelso; a cerúlea, na composição das sombras de um anjo que está mau. Não havia o puro branco sequer nos olhos e o negro intrincado escorria manchado pela melancolia.

Eu amo observar Joannes enquanto pinta. Gostaria imensamente de dizer-lhe meus cumprimentos pela arte, relatar que não fracassou como pensa que sim, que seus parentes mentem, que seu talento é sem par. Então retrocedo e suspiro, triste, pela realidade, a de que ele não pode me ver, mesmo que eu esteja atrás dele.

 

Viver

Desamarrou o cadarço, pôs os sapatos de lado, asseou a blusa, tirou a poeira das calças. Era a primeira vez na semana que se sentia limpo. Olhou para os carros abaixo, num voom interminável de faróis ofuscantes. Ficou enjoado com a vista e altura, desistiu, vestiu o calçado outra vez. Riscou da lista os viadutos e tentaria com cortes. Talvez o que gostasse mesmo era o desafio de viver tentando, pena que ficava enjoado com sangue também.

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