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Bienvenue Blog

Maresia de inspirações, disparates, aventuras, desabafos, misturas. Aquarelo por aí também. Mantendo a alma livre o mais que posso.

Crisis Core FFVII | 5

por Laura SaintCroix, em 26.03.16

Bonjour!! ^^

 

Hoje eu vou sair depois, então é provável que seja só essa postagem.

 

Oh my, eu estou indizivelmente com pena do Sephiroth.

Ele está completamente confuso e o Genesis vem e diz aquelas coisas, cara, a mãe dele é a Lucrecia seu demônio! JENOVA só doou algumas células.

Ele não é um monstro.

 

Ele está nos porões da Shinra Manor agora... Estou com dó de continuar o jogo porque sei que deve estar próximo do final e que ele vai pirar na batatinha agora.

Estou com dó porque não sei se vou ver a Aerith de novo...

 

O Cloud quase vira do avesso por ser atacado, tadinho, protegeu a Tifa.

E a Tifa é uma gracinha, eu adoro ela.

A trilha sonora de Nibelheim é muito tensa, dá um frio no sangue que algo vai acontecer...

 

Eu fiz com muito custo aquelas trilhas de Sete Maravilhas, estou na sexta, que é algo com fogo E ISSO SÓ PIORA A MINHA SITUAÇÃO. Fogo... A cena clássica do Sephiroth.

 

Tudo culpa do Genesis, que eu também estou com dó, mas com bem menos dó que do Sephiroth. É sério, Sephiroth subiu no meu ranking de personagens preferidos de Final Fantasy VII (que até agora eram dois, hahahahaha), junto com o Zack, porque quem nesse mundo não gosta do Zack? Não é à toa que ele é o preferido dos japoneses.

Achei a mansão muito linda, como em todos os jogos. É muito bem construída e detalhada.

Ah, e acho bonitinho que o Cloud não tem "coragem" de falar as coisas pro Zack, então ele manda e-mail, hahahaha, isso é o cúmulo da fofura.

 

E falando em coisas fofas, ZACK ACHOU ALGUÉM DORMINDO NUM CAIXÃO NOS PORÕES. QUEM SERÁ, NÉ?

Queria que o tivessem mostrado, ia ser a coisa mais linda, hahahaha.

Eu não sou uma garota mórbida, eu juro. Esse trecho era parte das Sete Maravilhas.

 

Não há mais nada que eu tenha feito, se me lembrar, eu edito a postagem, como já fiz todas as outras vezes.

AHH, não sei se disse, mas consegui fazer a carrocinha da Aerith, mas acho que já disse isso.

Ja nee.


Final Fantasy VII | RESENHA (???)

por Laura SaintCroix, em 21.03.16

Em números romanos porque é mais cool.

 

Terminei de jogar Final Fantasy VII.

Quem me acompanha no Facebook/Twitter sabe que eu me apaixonei perdidamente pelo Vincent Valentine, e que comecei a jogar o FFVII por causa dele. Não que eu não curtisse o Cloud, mas no filme de Advent Children, meu encanto foi pra ele.

Joguei Dirge of Cerberus primeiro que o jogo principal porque sou rebelde, hahaha, na verdade é porque não sabia de cronologia alguma, mas ainda assim entendi. E passei a amá-lo.

Bom. Então comecei a jogar o jogo de origem! Hahahaha também por causa de Record Keeper. Aquele joguinho de iPhone/Android e tal, é de graça, é uma graça (troféu Cazalbé pra mim) e o primeiro guri que a gente pega é o Cloud, inclusive foi a missão dada a nós para participar de um sorteio.

Pelos trechos de história, vi que a história era legal. Eu refutava em jogar porque era RPG, e as experiências que tive foram ruins, sério. Não tinha paciência.

 

MAS BOOM, FINAL FANTASY VII  *ergue a bandeira*

Na verdade me apaixonei pelo Cloud também.

Mas além disso, porque eu obviamente não ia encarar um jogo inteiro por achar um único personagem legal, mas a trama, maaaan, me conquistou.

Eu amo histórias de fantasia, escrevo por isso, e FFVII é muito bem construído. Os diálogos e as histórias por trás de cada personagem do núcleo é impressionantemente legal, e como eu sempre digo, uma história maravilhosa tem que ter um vilão digno. Uma história só é maravilhosa quando tem um vilão maravilhoso. BOOM! Sephiroth.

E não é porque é FFVII que eu digo isso, eu adoro o Ganondorf também e aquela risadinha He He He ... dele hahahahaha

A background history do Sephiroth é muito interessante, ele era um cara legal. Pelo menos eu o vi assim, e de repente ele descobre os podres daquele doutor panaca que arruinou a vida de pelo menos 3 dos protagonistas, que eu tenha visto.

E ainda nisso há controvérsias, sabem por quê? Porque é um história com profundidade. Tem vários níveis, dá pra dar várias teorias mirabolantes muito legais de se ver. Meia hora caçando na internet e você vê.

 

Eu sei que, novamente, eu sou uma das últimas pessoas a jogar isso. E estou completamente deslumbrada. Me sinto aquele crítico gastronómico do Ratatouille.

 

O jogo é tão longo que eu sequer terminei tudo, porque eu não fiz algumas sidequests, eu tenho certeza que ficou faltando. Mas sempre me falta, o único até hoje que eu zerei 100% foi Ocarina do Tempo.

 

Mas cara, é muito bom. Em dois tempos esse jogo me conquistou. Dá pra ver na minha testa, nos meus olhos. Eu amo fantasia demais e acabei por gostar de um gênero dela que eu nem ligava, no caso fantasia científica. Montes de lixo industrial e ferro jogado ao léu? É, eu achava sem graça. Atualmente é o gênero do meu livro novo. Eu planejava fazer algo do tipo mesmo antes de começar a jogar, o tipo da personagem exigia isso, mas aí eu comecei a jogar e era EXATAMENTE o que eu necessitava no momento. A inspiração certa. O ar certo pra eu respirar naquele instante.

 

Dos pormenores do jogo, pra dizer que isso se encaixa em resenha: eu gostei pra caramba das sidequests do Gold Saucer, de levar a Tifa pra sair hahaha. Aliás, Tifa >>>>>>>> Aerith. Mas eu também adoro a Aerith, mas desde que me conheço por gente, desde que vi Advent Children com a minha prima quando eu tinha sei lá quantos aninhos, eu queria ver a Tifa com o Cloud. Desculpa, Aerith.

Ah, e falar delas me lembrou de duas partes que me fizeram suar pelos olhos: a primeira com a Aerith pequena, falando que o marido da mãe dela morrera na guerra. Eu não aguentei...

E depois o fato da Tifa amar tanto o Cloud que abdicou de tudo pra ficar cuidando dele quando ele estava de cadeira de rodas e sem saber sequer o próprio nome. Oh, man, aquilo é amor...

 

E falando no Cloud e no porquê de eu ter gostado dele.

Eu nunca gostei do protagonista, geralmente eu curto ou um personagem secundário (de cabelos longos em 90% das vezes) ou eu gosto do vilão. Foi o que aconteceu quando eu vi o filme AC, eu gostei do cara moreno, tenho bom gosto desde pequena hahahaha.

Mas no jogo, propriamente, agora que eu estou adulta, continuo amando o Vincent, mas gostei muito do Cloud justamente pela história dele e da forma que desenvolveram o personagem.

Aqui vai um spoiler incrível, que se você não jogou, vai ser incrivelmente ruim você ler porque vai acabar com a surpresa. Esteja alerta, porque isso não é mostrado nem no filme AC. Cloud passa o começo do jogo inteiro achando que ele é outra pessoa. Eu fiquei estarrecida com isso, impressionada mesmo, eu não esperava. Quando eu fui sacar e quando eu fui entender o porquê do Sephiroth chamar ele de "marionete", eu fiz um "NÃO, NÃO ACREDITO, EU NÃO JOGUEI ATÉ AQUI PRA ISSO", foi muito incrível. Muito novo pra mim, porque eu admito, não tenho tempo de jogar muitos jogos, não tenho interesse em muitos jogos também porque não curto certas linhas de histórias que sei que alguns têm, então eu sigo a franquia que eu amo (Zelda) e sempre me desviei de Final Fantasy por ser RPG e porque eu sabia que, se eu me apaixonasse, eu iria sofrer.

Isso é pior que uma novela mexicana, eu tenho ciência disso.

Mas foi o que aconteceu, eu finalmente joguei esse jogo que todo mundo dizia que era a melhor coisa já criada, e eu agora concordo. Depois de Skyward Sword, é claro. Estou pra ver um jogo me fazer chorar tanto.

A profundidade de Final Fantasy VII como um todo me fez ficar de queixo caído. Aquilo não é uma história simples, nada simples, estou sendo repetitiva (estou bêbada de sono), não é qualquer um que entende toda a trama que acontece ali.

Eu ainda estou sem palavras, esse negócio das pessoas voltarem para o planeta depois que morrem me emociona. Eles continuam a viver, e isso é tão real. Os japoneses são muito incríveis criando histórias.

As coisas que eu mais amo nesse mundo vêm de lá.

E por que eu vou sofrer? Bem, é meio óbvio que eu não poderei jogar o remake, não enquanto não ficar rica e poderosa vendendo livros no Brasil, hahahaha. A piada é essa.

Mas não estou rindo de verdade, porque eu confio em mim e no meu sonho. Eu vou conseguir. Tenho fé nisso.

Já jogar, bem, eu demorei tanto para jogar um jogo que foi lançado três anos depois do meu nascimento. Eu não me incomodo em demorar alguns anos mais para jogar o remake.

Só vou sofrer com a espera. Aconteceu o mesmo com alguns Zeldas, mas minha lista de "jogados" aumentou. Yuppie!

 

Deixa eu ver algo mais que eu gostei... Os chocobos, que são fofos demais, hahahaha. A última espada do Cloud que me lembrou a Master Sword, o jeitinho do Vincent jogar a miniatura de capa vermelha dele FOI A COISA MAIS LINDA DO JOGO INTEIRO. Ah, e o Barret e a filhinha dele, eu AMEI esse detalhe. É feito com muito carinho, dá pra sentir todo o carinho e dedicação da equipe em cada linha do jogo. Eu amo a forma como os japoneses fazem isso.

 

AH, A TRILHA SONORA *grito de quem já tinha até posto as tags e voltou a escrever a postagem*, a trilha sonora é DEMAIS, e não só demais, mas como me foi nostálgica como se eu conhecesse esse jogo desde há muito tempo. Não sei explicar... A música tema do Sephiroth eu já conhecia porque minha prima me passou, eu não tenho ideia do porquê ela tinha essa música nos arquivos dela, mas ela tinha. Ela também não deve se lembrar porque ela tinha, hahahahaha, ela nem curtia tanto, eu acho, porque ela achava assustadora. Eu gostava justamente por isso. E a música tema do Vincent, não bastasse ser do Vincent, tinha que ser em cravo, que eu amo pouco. *irony*

Sempre amei o som de cravo e só recentemente fui descobrir que instrumento que fazia esse som, isso sim é irônico e sacana.

 

AH+, o seiyuu do Cloud, oh my God, o seiyuu do Cloud. Não é segredo para ninguém que eu comecei a seguir e admirar o trabalho do Takahiro Sakurai depois de ouvi-lo no anime que é meu preferido, atualmente (Mononoke), e pensar que eu já tinha ouvido a voz dele no Cloud há muitos anos atrás... Isso é tremendamente incrível, eu nem sei o que dizer, porque eu adoro a voz dele. Ele é muito talentoso, e é simplesmente maravilhoso começar a curtir mais um personagem que ele dublou. Dá todo um encanto ser a voz dele.

Deve ser por isso também que eu comecei a gostar do Cloud.

Ah, não confundir com Claude Faustus, hahahaha, aquele filho da *censura*.

 

Falando em seiyuu, gostei do dublador americano do Vincent, Steve Blum, e pesquisando, o cara é como o nosso Guilherme Briggs, dublou uma tonelada de personagens legais, dentre eles o Orochimaru, que eu acabei por me deparar com um trecho no Youtube e o cara é um camaleão na voz, hahahaha, muito legal. Shogo Suzuki, que é quem faz a dublagem em japonês do Vince, tem uma voz incrível também, pena não achar mais nada porque ele não fez muito. É uma voz doce e muito calma, ornou muito bem com o Vince.

 

AH++, preciso dizer o que achei da luta final: por eu estar no nível 74 nos três principais, não foi TÃO difícil, eu pensei que eu sofreria mais. Mas cara, qual a finalidade de se salvar Gaia (Terra) se no ataque Supernova o Sephiroth destrói O RESTO DA VIA LÁCTEA INTEIRA? Cáspita, Sephiroth, seu excêntrico, exagerado! (Lindo! *gritinhos internos*)

E acho que só foi mais fácil porque eu segui a tática de evoluir a magia do Vincent. Eu tinha a matéria de W-Summon (acho que é esse o nome) e coloquei uma porrada de evocações pra ele, hahahahaha, que mago excelente! E tive a Big Guard na matéria de cópias, que foi muito útil, a última coisa que peguei. E sim, gente, eu fui olhando de leve em algumas dicas, porque é minha primeira vez com RPG pra valer, eu estava com medinho do Sephiroth porque ele é intimidador. Comentei sobre isso no facebook uma vez, o Cloud é tão real e seus sentimentos são tão verdadeiros que eu senti a mesma sensação de que o Sephiroth poderia nos destruir, hahahahaha, e senti a insegurança do Cloud, e no fim, também senti sua bravura. Ele é muito diferente do Link (que é um herói ao qual eu confiaria a minha vida sem pestanejar), mas é muito legal também.

 

Velho, FFVII foi como um casamento. Jogos bons assim ficam pra vida.

Talvez não tenha sido a melhor resenha do mundo, nem sei se isso se qualifica como resenha, mas é o que eu achei, é o que eu pude expressar sem ser meter a minha testa no teclado e gritar como eu estou com vontade.

O próximo vai ser Crisis Core.

Eu estou com o meu coração na mão.


Vincent Valentine

por Laura SaintCroix, em 14.09.15

Bonjour!! ^^ Vim postar aqui também por motivos de: só falta aqui mesmo hahahaha. É o quadro que fiz do Vince. Eu ia publicar ontem mesmo, mas não tive tempo. Eu poderia deixar o link de todos os lugares onde eu postei isso, mas estão ali do lado do blog.

Oh, man, eu gostei muito de fazer isso, vou dizer de novo. Fico muito feliz quando acerto a mão na pintura (ao menos aos meus olhos).

E só para constar, eu fiz esse quadro para mim mesma, não o fiz a pedidos ou para vender (não tenho a intenção de vender também, só se a pessoa quiser muito muito muito mesmo), porque não sei... não é estranho ganhar dinheiro com um personagem que não é seu?

O mesmo com o KAMIJO. Não sei bem... ainda tenho um sentimento estranho quanto a isso, apesar da arte em si ser minha.

 

Bom, eis aqui o quadro. Me pergunto se o próprio Vince gostaria de ver, ou se ia falar só "hmm". HAHAHA xD


Dirge of Cerberus | Resenha (???) | Parte 2

por Laura SaintCroix, em 12.04.15

Bonjour!

Terminei o jogo antes de ontem, e galera... Esse me deu aquele vazio no coração depois de acabar, do mesmo jeito que faz quando eu acabo Zelda ou um livro que li direto.

 

Mas na verdade não acabei assim, estou fazendo as missões especiais, e que aliás, são mais difíceis que o resto do jogo, hahaha.

Eu dou spoiler sim, então se não jogou (o que acho impossível, já que esse jogo é antigo e eu me sinto a última pessoa a jogá-lo), então não leia. Ou leia, se gosta de spoiler.

Isso vai estar diferente do que eu escrevi no facebook porque aqui vai ter mais detalhes. Ou não, também.

 

Uma coisa que vai estar igual é que, por um momento bizarro, achei que a Lucrecia era a mãe do Vincent, hahahaha, confundi um pouco (pouco!?) as cenas, e precisei da ajudinha dos universitários (FFWikia) para entender.

Entendi, ela deu à luz ao Sephiroth, coisa básica, hahaha.

Okay, não.

 

Voltemos ao jogo, sem ser as cutscenes alegres/tristes que acabaram com o meu kokoro.

Adorei o sistema de câmera, embora tenha demorado a acostumar, mas quando acostumei, realmente, dá para jogar atirando e andando de costas, isso é demais e muito útil.

Adorei trocar as armas e tudo mais, e achar coisas novas naquelas maletinhas no nível do Nero, usando os cartões na ordem certa. E a cerberus é muito, mas muito legal.

Falando em cerberus, achei fofo (?) o Vincent falando com ela, hahaha, os caras sabem direitinho como conquistar os jogadores. Malditos japoneses e suas franquias incríveis. Vide o Link miando no Wind Waker.

 

Quanto ao emulador, foi muito legal, só travou umas duas vezes, mas foi de boa, comigo salvando no jogo e nos slots por precaução.

 

Adorei a Yuffie, por pura identificação, e naquela hora que ela deu um tapa na Shelke (que eu também gostei dela, mais depois por ela ganhar sentimentos), eu tinha dito justamente pra Yuffie dar na cara dela, hahaha, e ela foi lá e *paf*.

Fiquei meio triste pela Shalua que ficou lá caída no meio do nada no final, mas acho que deve ter algum tipo de continuação, não sei... Mas fiquei triste. :/ Gostei da doutora.

 

Queria dar na cara da Lucrecia também, porque teve um momento que eu achei que ela tinha enganado ele e feito experiência, mas para o fim do jogo, vi que ela estava sofrendo um monte com a maior parte das coisas, e deu pena. Queria os dois juntos, por isso a cena final foi lá no fundo, hahahaha, hahaha, haha... ha... *chora*

 

Falando da Shelke ganhar sentimentos, acho que ela ganhou até demais, hahaha, naquela onda de "ter as memórias da doutora Crescent".

 

E agora vem um suuuuper spoiler, e se você não jogou, não será legal ler mesmo: o Chaos! As asas. Ele tem asas, cara, asas! Se eu falar mais, vai dar cagada, não para quem quer jogar o jogo, mas para mim mesma, hahahaha. No puedo. I can't. *enrola a língua*

 

Os monstros (?), achei eles meio fracos, embora não seja esse o termo, não fracos, mas muito do mesmo. Joguei no nível normal, mas achei que o esquema de derrotar eles foi muito parecido em todos os monstros, ainda que fosse de atirar neles, parecia que dava para fazer um esquema diferente com cada um. Ou eu estou acostumada a jogar os monstros de Zelda, que são muito criativos *puxa a sardinha pra minha brasa*, mas realmente achei eles num marasmo, só o Azul que deu medinho. Vou colar a parte que postei no facebook sobre a minha desventura com o Azul:

 

"Nota de noob do dia:
Fiz o Vincent derrotar o Arch Azul no braço porque até agora eu não tinha usado as magias da arma dele. Não tinha usado porque: 1) não tinha equipado no menu, apesar de já até ter trocado os canos das armas; e 2) achava que o L1 estava ali de enfeite, pois uma vez que a magia não estava equipada, o botão não fazia nada mesmo.

Por isso estava difícil de derrotar o Azul, e por isso havia tanta magia mako no campo de batalha.

Eu fiz o Vincent derrotar o Azul no braço...

Eu me sinto tão... noob. HUAUEUAEHUAHAUEHAUEHAUHEA

Eu contar isso aos meus filhos (japoneses) e eles vão rir de mim.

Tive que ir no training mode para ver que o problema era com a minha burrice com o menu.

Uma coisa é certa: Vincent é corajoso. HUAEUAUHEUAH Aquele cara era praticamente o Ganon!"

 

Então... *se esconde* BONUS: Eu estava quase chamando o Link para enfrentar o Azul.

 

Agora sobre o fim, uma segunda nota do meu facebook:

 

"Terminei o jogo. Não sei o que falar, só sentir. n

Por um momento bizarro, na ordem das falas/cenas, eu pensei que a Lucrecia era mãe do Vincent. HUAHUAUHEAUHE

Mas depois de terminar e pedir uma ajudinha dos universitários (vulgo FFWikia), entendi. Vi de quem era o filho, que eu já tinha sacado que era do doutor maluco, e vi QUEM ERA O FILHO DELA.
Achei a história linda.
Quase chorei.

Mas falando mais sério, a última vez que minhas pernas tremeram e eu fiquei em choque por causa de um personagem foi quando eu vi o Link morrer afogado em Ocarina do Tempo.

Que susto enorme que eu levei porque pensei que o Vince estava morto.
Eu (e minha mãe) já estávamos xingando até os produtores com falas fofas do tipo "Eu não joguei essa merda para ele morrer no final", mas daí ele apareceu na caverna, falou obrigado para moça, e saiu, e deu até um sorriso. Um sorriso, cara.

Esse jogo acabou com os meus feels.

Sorte que tenho mais uma porrada de missões para fazer no menu extra. :'D
E um nivel hard para apanhar um pouco (muito).

E para vocês que duvidavam da minha capacidade (??????): desbloqueei o filme com o Gackt no final. AEAEAEAEAE

E fui pesquisar qual personagem ele era, porque eu caí de cabeça num jogo de Final Fantasy tendo como base só o filme de Advent Children.

Dei uma lida em muitas coisas, todas interligadas, tô achando incrível e ao mesmo tempo chorando internamente porque a maioria dos joguinhos antigos, que narram o começo da história, são RPG, e eu não tenho saco para RPG. :T

Graças a Deus Dirge of Cerberus não é RPG.
O único RPG que eu joguei, se não me falha a memória, foi Tales of Fantasia, que eu achava lindinho, mas não passei muito também. :'D

Ai ai... Vou ali no canto acabar de sentir o final, já volto...

Brincadeira, vou lavar o banheiro."

 

E eu lavei o banheiro, sim, viu.

Se eu soubesse que os screenshots que eu tinha no meu pc eram do final do jogo, eu não teria ficado com o... é feio falar isso aqui... com o "coração" na mão, hahaha. Ainda bem que não sabia, aliás, se não seria spoiler.

 

Sim, eu tinha screenshots dele no pc, antes de saber de onde era (ou sabia? Eu vi Advent Children bem nova, hm...), assim como do Byakuya.

 

Chegamos ao fim, se é que você leu, hahaha, e vou deixar uma dica de presente de aniversário para mim (que é agora, em maio):

 

 

Qualquer um dessa linha, não precisa ser essa pose.

 

*chora mais*

 

E AQUELE ARTICULADO DO LINK AINDA ESTÁ VALENDO, VIU? Agora é só mais um para minha lista de dois. ;;

E um Zoro também... Mas ele pode vir depois.

 

Bom, é isso. Depois faço do O Hobbit, porque estou acabando de ler e achando o maior babado a diferença de livro/filme, e vão me bater quando eu disser que achei o filme mais emocionante em algumas cenas, especialmente as partes do Bard.

 

Bye, bye. ^^/


Dirge of Cerberus | SOCORRO! | Resenha (???) | Parte 1

por Laura SaintCroix, em 06.04.15

Baixei Dirge of Cerberus hoje.
Tô jogando no Lenovo.

Até hoje eu nunca tinha pego um jogo de Play2. Digo pegar e jogar pra valer.
Céus, quanto botão! Meu controle piratinha não deu conta e tive que pôr atalho até na... no teclado. A mira da cerberus, pqp! Pensem numa pessoa que morreu em menos de 2 minutos com apenas três caras atirando nela. Eu fiz o Vincent simplesmente levar um monte de tiros sem acertar um único apenas porque não encontrei aonde era a mira, e nem tinha configurado o botão analógico para mover ele. Ele levou tiros. Parado.

 

Até eu configurar o controle/teclado decentemente, acostumar com os botões e com a mobilidade, mapa, cenário... Eu dei game over só uma vez mesmo.

Mas ainda é um pouco complicado. O jogo está rodando bem, com 40 de FPS, mas tá bom. Não travou em nada, só uma cutscene que ficou preta, mas não travou. Vou assistir ela depois no Youtube.

 

Eu me sinto atrasada de jogar isso só agora, mas dane-se, HUAHUUEHAUEHUAHEA. É ÓTIMO.

Eu achava o Vincent legal desde que vi o filme de FF, Advent Children. Minha prima gosta do Cloud. Eu sempre preferi o moreno sinistro que aparecia no filme.

Do Cloud, no filme, eu amo a dublagem, hahahaha. Sakurai!

 

Voltando às cutscenes, o Vincent é muito legal nas cutscenes. Tanto que me sinto uma vergonha para o meu clã ao mover ele no jogo, pois parece que faço tudo errado e que é melhor deixar ele fazer as coisas dele sozinho, hahahaha.

 

E cara, eu saí do jogo Skyward Sword vendo a Zelda em um cristal, parada no tempo, e entro em outro jogo e vejo a Lucrecia! Qual é a de vocês desenvolvedores em prender a pessoa amada dos seus personagens em cristais? Dá pra parar, os meus feels não aguentam.

 

Afora o meu desalinho pra jogar joguinhos de tiro e arma, eu estou indo bem, minha pontuação foi melhor do que pensei que seria. E sim, na primeira missão eu matei civis sem querer. Eles vieram gritando, eu gritei, atirei, matei, depois vi que eram pessoas.

Eu sou uma péssima heroína.

 

Até mais! hahaha Espero que o jogo não trave. :B

 

EDIT: pesquisei o que era "Dirge" e, puxa, que triste! Quase choro. Mas é uma palavra linda, quero usá-la um dia.